Terça, 23 De Abril De 2024
       
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Feira dos Pescados no mercado central até sábado


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Publicado em 28 de março de 2024
Por Jornal Do Dia Se


Localizada entre os mercados Maria Virgínia Leite Franco e Thales Ferraz, feira facilita a vida de quem seguir tradição religiosa (Ascom/Emsurb)

Foi iniciada na manhã de ontem mais uma edição da tradicional Feira dos Pescados, erguida na praça Hilton Lopes, localizada entre os mercados Maria Virgínia Leite Franco e Thales Ferraz, zona Norte da capital sergipana. Devido ao amplo fluxo de consumidores em busca deste tipo de alimento, alusivos à celebração da Semana Santa, dezenas de barracas são erguidas temporariamente com funcionamento das 5h às 14h. Paralelo a esta organização coordenada pela Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) no centro da cidade, estrutura semelhante também é montada no bairro Bugio. A proposta da administração é oferecer conforto e comodidade aos feirantes e consumidores que devem transitar por estes espaços até a manhã do próximo sábado (30).
Na atual tabela de preços o quilo do aratu não é encontrado por menos de R$ 25; na semana passada era possível adquirir por 20 reais. O camarão pistola é revendido por R$ 55, o quilo; pistola sem casca, apenas o filé, custa em média R$ 90. O quilo do peixe cação está sendo comercializado em média por R$ 30; e a lagosta, a depender do tamanho, assim como há cinco dias, segue variando entre R$ 35 e R$ 70. O camarão médio é vendido em média por R$ 40; já o quilo da vermelha, um dos mais procurados pelos consumidores, é vendido por R$ 35. O JORNAL DO DIA identificou que, devido a este aumento, bares, restaurantes e pizzarias também têm inflacionado os cardápios.
Por tradição cristã, o costume de comer marisco – sobretudo peixe -, está ligado a uma forma de praticar o jejum e a abstinência, uma postura, ao lado da caridade e esmola, indicada pela Igreja Católica como prática de devoção típica do tempo da Quaresma. “O movimento tem crescido desde o início das atividades aqui na feira, na manhã dessa quarta-feira. Realmente houve esse reajuste nos valores, mas não foi tão alto se comparado a outros anos. Nossa missão é vender todo o nosso estoque, mas sem que o cliente tenha dificuldade para pagar, ou acabe levando bem menos do que esperava. O aumento do preço já vem meio que carimbado dos pescadores que vão para o alto-mar”, relatou o comerciante José Dilson Bispo.

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