Funcionários da FHS protestam na porta de palácio

 

Dando início à greve por tempo indeterminado no estado de Sergipe, servidores administrativo, técnicos e auxiliares em enfermagem ligados à Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) se reuniram no início da manhã de ontem em frente ao Palácio Governador Augusto Franco (Palácio dos Despachos – sede administrativa do governo do estado), para protestar contra a ausência de revisão do Programa de Emprego e Remuneração (PER) e Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV); denunciar o alto índice de insalubridade, bem como que seja pago pelo salário base e não pelo salário mínimo; além da implementação das 30 horas semanais.
Menos de 24 horas após o indicativo de paralisação unificada, na quarta, em resposta às denúncias envolvendo suposta falta de diálogo entre a administração estadual e a classe trabalhadora, a direção da FHS destacou, por meio de nota oficial, que o Acordo Coletivo de Trabalho da fundação voltou a ser tema de debate durante a última reunião do Conselho Curador. Pela Secretaria de Estado da Saúde foi destacado que a FHS deixa claro que o Acordo Coletivo deve se restringir a estabelecer apenas cláusulas sociais, sem impacto financeiro. Dentro deste pacote de reivindicações, as categorias pedem, ainda, que o pagamento do ticket alimentação no valor de R$ 600 seja aplicado a partir do próximo mês de setembro. 
Apesar da resposta emitida pela pasta, o presidente do Sintasa, Augusto Couto, esclareceu que o conteúdo encaminhado à entidade sindical não apresenta indicativos de progresso em nenhum dos pontos apresentados pelos trabalhadores junto ao governo de Sergipe. "Houve uma expectativa boa após sermos informados que uma proposta estava sendo encaminhada pela FHS aos trabalhadores, mas foi uma decepção quando fomos analisar os pontos apresentados. Nós pedimos que tivesse o valor e a data de início de pagamento do ticket, não tem nada. Aí falam que vai esperar o aval jurídico com base nos impactos financeiros, isso já foi feito. E mesmo com os impedimentos jurídicos da FHS, a SES é que está à frente e pode dar esse aval", disse. 
Diálogo – Ratificando uma nota pública apresentada na última terça-feira, a Fundação Hospitalar de Saúde voltou a enaltecer que já existe uma negociação com o sindicato dos trabalhadores da área da saúde do estado de Sergipe, que foi superada em 80% da pauta. Entre esses avanços, a FHS citou, por exemplo, a proposta de pagamento de auxílio creche no valor de R$ 100 e também o pagamento do auxílio alimentação. 

Dando início à greve por tempo indeterminado no estado de Sergipe, servidores administrativo, técnicos e auxiliares em enfermagem ligados à Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) se reuniram no início da manhã de ontem em frente ao Palácio Governador Augusto Franco (Palácio dos Despachos – sede administrativa do governo do estado), para protestar contra a ausência de revisão do Programa de Emprego e Remuneração (PER) e Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV); denunciar o alto índice de insalubridade, bem como que seja pago pelo salário base e não pelo salário mínimo; além da implementação das 30 horas semanais.
Menos de 24 horas após o indicativo de paralisação unificada, na quarta, em resposta às denúncias envolvendo suposta falta de diálogo entre a administração estadual e a classe trabalhadora, a direção da FHS destacou, por meio de nota oficial, que o Acordo Coletivo de Trabalho da fundação voltou a ser tema de debate durante a última reunião do Conselho Curador. Pela Secretaria de Estado da Saúde foi destacado que a FHS deixa claro que o Acordo Coletivo deve se restringir a estabelecer apenas cláusulas sociais, sem impacto financeiro. Dentro deste pacote de reivindicações, as categorias pedem, ainda, que o pagamento do ticket alimentação no valor de R$ 600 seja aplicado a partir do próximo mês de setembro. 
Apesar da resposta emitida pela pasta, o presidente do Sintasa, Augusto Couto, esclareceu que o conteúdo encaminhado à entidade sindical não apresenta indicativos de progresso em nenhum dos pontos apresentados pelos trabalhadores junto ao governo de Sergipe. "Houve uma expectativa boa após sermos informados que uma proposta estava sendo encaminhada pela FHS aos trabalhadores, mas foi uma decepção quando fomos analisar os pontos apresentados. Nós pedimos que tivesse o valor e a data de início de pagamento do ticket, não tem nada. Aí falam que vai esperar o aval jurídico com base nos impactos financeiros, isso já foi feito. E mesmo com os impedimentos jurídicos da FHS, a SES é que está à frente e pode dar esse aval", disse. 

Diálogo – Ratificando uma nota pública apresentada na última terça-feira, a Fundação Hospitalar de Saúde voltou a enaltecer que já existe uma negociação com o sindicato dos trabalhadores da área da saúde do estado de Sergipe, que foi superada em 80% da pauta. Entre esses avanços, a FHS citou, por exemplo, a proposta de pagamento de auxílio creche no valor de R$ 100 e também o pagamento do auxílio alimentação. 

 

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