Domingo, 07 De Agosto De 2022
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Mudanças Climáticas fazem regiões áridas crescerem no Nordeste e ameaçam futuro da agricultura


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Publicado em 18 de maio de 2022
Por Jornal Do Dia Se


O evento será remoto e de forma presencial. Terá como convidada a coordenadora do Laboratório de Mudanças Climáticas do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Francis Lacerda.

Na próxima terça-feira (24), às 9h15, o Centro Hidrometeorológico de Sergipe (CHS), reunirá os demais órgãos meteorológicos dos estados do Nordeste, o Instituto Nacional de Meteorologia e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais para, juntos, fazerem a previsão climática para os próximos três meses para Região.
O evento será remoto e de forma presencial. Terá como convidada a coordenadora do Laboratório de Mudanças Climáticas do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Francis Lacerda. Na ocasião, será debatido sobre os impactos do novo comportamento do clima nas áreas semiáridas e até nas subúmidas (Agreste), a exemplo de Caruaru/PE. O assunto ganha destaque diante do avançado e acelerado processo de alterações climáticas que vêm ocorrendo naquelas microrregiões.
Overland Amaral, coordenador do centro sergipano, convidou Francis para tratar sobre o avanço das áreas de desertificação na Caatinga pela experiência e atuação da climatóloga nesta questão. A pesquisadora atua em trabalhos em busca de soluções inovadoras, não limitadas apenas ao trabalho voltado para mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.
“Devido às alterações do clima em curso, já vivemos um processo de desertificação acelerado do que no passado. E não apenas no semiárido, mas também no Agreste, como em Caruaru”, diz Francis. Ela coordena e atua em uma rede de pesquisadores sobre a questão (Ecolume), então financiada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTI/CNPq). O Ecolume tem se dedicado ao desenvolvimento e à implantação de tecnologias para a adaptação dos modos de produção rural nestas áreas, potencializando, justamente, essa abundância solar e demais características do solo, clima e da vegetação do bioma Caatinga.
“Nos últimos anos, pudemos demonstrar esse conceito, através da criação e da operação do primeiro Sistema Agrofotovoltaico, da América do Sul, o Ecolume em PE, adaptado ao semiárido brasileiro, no Sertão do Moxotó, na Escola Serta em Ibimirim”, conta Francis.

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