Gilson Behar critica atuação do árbitro contra o River

Depois da partida contra o River Plate, no "clássico portenho" de Sergipe, quando Boca Junior perdeu de 2×1, para o River Plate, de virada, o presidente do Boca Junior, Gilson Behar foi incisivo nas críticas ao árbitro Wendel Oliveira, que na sua visão, prejudicou a equipe de Estância e não usou os mesmos critérios na marcação de penalidades máximas.
– Olha que eu não sou de reclamar de arbitragem. Perdemos para o Sergipe, para o Confiança, sem reclamação. Mas o que Wendel fez contra o Boca Junior sábado foi demais. A gente trabalha a semana toda, gasta dinheiro e vê sua equipe perder da forma como perdeu, com um gol aos 48 minutos. Isso é de causar revolta, lamentou Behar.

O dirigente disse ainda que o árbitro não adotou os mesmos critérios na marcação do pênalti. "A bola não foi pênalti. Ela resvalou na mão do meu zagueiro, mas não houve intenção deliberada de desviar a bola com a mão. Foi uma interpretação equivocada. O mesmo aconteceu com Pedrinho momentos antes e o árbitro fez que não viu", disse o dirigente.

Behar disse lamentou que além desse erro capital, o árbitro tenha perseguido seus jogadores dentro de campo. "O árbitro o tempo todo puxou o jogo para o lado do River Plate. Perseguiu e ameaçou jogadores. Isso não pode acontecer. Vou fazer um relatório e levar o DVD para Carivaldo Souza (presidente da FSF). Eu espero uma providência, exigiu

Behar desmente que seus jogadores tenham, quebrado a cobertura do banco de reservas, como foi alegado pelo presidente do River Plate, Ernando Rodrigues.

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