“A economia do estado de Sergipe tem apresentado um desempenho notável recentemente, com projeções de crescimento do PIB superiores à média nacional e destaque em setores como serviços, indústria e agronegócio”
Ao perguntar ao Google sobre os índices econômicos do estado de Sergipe, a resposta é extremamente positiva. O programa alerta que a resposta foi elaborada por IA e destaca
“A economia do estado de Sergipe tem apresentado um desempenho notável recentemente, com projeções de crescimento do PIB superiores à média nacional e destaque em setores como serviços, indústria e agronegócio. A busca por índices econômicos de uma região é sempre um passo fundamental para compreender a dinâmica local e as tendências de desenvolvimento.
Sergipe, o menor estado do Brasil em território, compensa seu tamanho com um ambiente econômico vibrante e em expansão, especialmente nos últimos anos, impulsionado por investimentos estratégicos e um crescimento robusto em diversos setores-chave.
Produto Interno Bruto (PIB) e Crescimento – O principal indicador da saúde econômica de Sergipe é, sem dúvida, o seu Produto Interno Bruto. Para 2024, as projeções são bastante otimistas, indicando um crescimento estimado em torno de 3,6%, um valor superior à projeção nacional (3,5%). Isso demonstra uma aceleração econômica significativa em relação a anos anteriores.
Em 2023, o PIB de Sergipe cresceu em linha com o desempenho positivo do país, contribuindo com 0,6% do total brasileiro.
O valor do PIB sergipano em 2023 atingiu cerca de R$ 60,82bilhões, com uma projeção de chegar a R$ 66,21 bilhões em 2024 e R$ 79,5 bilhões até 2026, segundo estimativas do Banco do Nordeste (BNB).
Aracaju, a capital, concentra a maior parte da atividade econômica, respondendo por cerca de 37% do PIB estadual em 2023, com forte ênfase nos serviços e na administração pública. Outros municípios importantes para a economia incluem Nossa Senhora do Socorro, Canindé de São Francisco e Barra dos Coqueiros.
Setores Econômicos de Destaque – A economia sergipana é diversificada, embora concentrada em alguns pilares:
Serviços: Este é, de longe, o maior setor, respondendo por aproximadamente 71,6% do Valor Adicionado Bruto (VAB) do estado. O setor tem apresentado um crescimento notável, com um acumulado de 5,1% no ano de 2024, colocando Sergipe na 4ª posição nacional em crescimento do volume de serviços.
Indústria: Representa cerca de 23% da economia. A exploração de petróleo e gás natural é um pilar fundamental da indústria extrativista, que tem impulsionado o setor. O estado é líder nacional em regulamentação do mercado livre de gás.
Agropecuária: Embora com uma participação menor (cerca de 5,4%), o setor tem perspectivas de crescimento. O milho é o produto agrícola de maior valor de produção no estado, com uma produção significativa de mais de 1 milhão de toneladas em 2024. A cana-de-açúcar, a criação de gado e a produção de frutas tropicais (impulsionada pela irrigação no Baixo São Francisco) também são importantes.
Emprego, Renda e Indicadores Sociais – O crescimento econômico tem se refletido positivamente em indicadores sociais importantes
Emprego: O ano de 2024 foi considerado o melhor da história na geração de empregos formais, com um saldo acumulado positivo, especialmente nos setores de serviços e comércio.
Renda: A renda mensal real domiciliar per capita alcançou um recorde histórico, chegando a R$ 1.436 em 2024, um aumento de 14,7% em relação a 2022. Esse rendimento é o quarto maior do Nordeste.
Desigualdade e Pobreza: O índice de Gini (que mede a desigualdade de renda) apresentou uma queda, indicando uma redução na desigualdade. Além disso, Sergipe é o segundo estado do Nordeste com menor proporção de pessoas em situação de extrema pobreza.”
A resposta apresentada pelo Google é mais otimista do que as fornecidas pela equipe econômica do governo Fábio Mitidieri.
Pintura sobre tela de Igor Christian
Sem privacidade
O ex-governador Albano Franco, hoje em tratamento médico domiciliar, costumava dizer que a privacidade das pessoas e, principalmente, dos governantes e líderes empresariais, acabou desde a invenção do fax. Ele governou o estado entre 1995 e 2002. Antes tinha sido senador e presidente da Confederação Nacional da Indústria – CNI.
Segundo pesquisas na internet, “o fax surgiu em 1843, com a invenção do telégrafo elétrico para transmitir imagens por Alexander Bain, mas o uso comercial e os aparelhos mais reconhecíveis evoluíram ao longo do século XX, com a Xerox lançando a primeira versão moderna conectada à linha telefônica em 1964, popularizando-se nas empresas a partir dos anos 80”.
Enquanto governador, Albano mantinha em suas salas nos palácios de Veraneio e de Despachos trituradores de papel apenas para apagar vestígios comprometedores das mensagens encaminhadas via fax.
Em função dos problemas de saúde, o ex-governador não tem condições de perceber que, com a ascensão das redes sociais, o fax era apenas um velho aparelho que reproduzia documentos, evitando os acentuados gastos com o envio de mensageiros.
Sobre a dívida pública
A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, culpou nesta segunda-feira (22) a taxa básica de juros, a Selic, como a maior responsável pelo aumento da dívida pública do país e não as despesas do governo. Atualmente a Selic está em 15% ao ano, maior patamar desde 2006, quando foi fixada em 15,25% ao ano.
Em uma rede social, a ministra disse que o elevado patamar da Selic “suga” os recursos do Orçamento para investimento e compromete “a prestação de serviços públicos, os programas sociais e os investimentos do governo para o desenvolvimento do país”.
A ministra fez críticas às notícias, sem citar fontes, que apontam um crescimento de 5% acima da inflação na despesa do governo como responsáveis pelo aumento da dívida e que ignoram que os juros estão 10% mais altos do que a inflação.
“Esses juros estratosféricos, que encarecem o crédito e limitam o crescimento, é que fazem crescer a dívida pública. Ao sugar recursos do Orçamento, os juros da dívida também comprometem a prestação de serviços públicos, os programas sociais e os investimentos do governo para o desenvolvimento do país”, escreveu.
Na sexta-feira (19), o Congresso Nacional aprovou o Projeto de Lei Orçamentária (Ploa) de 2026, que prevê despesas totais de R$ 6,5 trilhões. Desse total, R$ 6,3 trilhões são direcionados aos orçamentos fiscal e da seguridade social, sendo que 28% será destinado exclusivamente para o pagamento de juros da dívida pública, o que equivale a R$ 1,82 trilhão.
As críticas da ministra vêm ainda na esteira da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter, pela quarta vez seguida, a taxa básica de juros em 15% ao ano.
Entre os piores
Em discurso na Assembleia Legislativa, o deputado Georgeo Passos (Cidadania) destacou números da pesquisa realizada pelo Instituto Atlas/Intel onde o governador Fábio Mitidieri aparece na 21ª colocação na avaliação geral dos governadores do Brasil, ficando entre os dez piores do país. O deputado disse que 45% dos entrevistados reprovam o governador de Sergipe e o principal motivo da má avaliação é por não resolver os problemas do abastecimento de água.
“O resultado dessa pesquisa demonstra o quanto o povo sergipano não aprova esse governo. Estamos com diversas reclamações de falta de água. Não tenho dúvidas que a Iguá vai derrotar o governador Fábio Mitidieri no próximo ano. As pessoas não aguentam mais receber o talão e não ter uma gota de água. Por isso, tanta desaprovação do seu governo”, disse Georgeo.
O deputado acredita que a população cobre “essa fatura” nas eleições do próximo ano, derrotando o governador por não conseguir resolver o problema da falta de água em Sergipe. “A Iguá será o maior cabo eleitoral de quem for candidato pela oposição. Não irão resolver os problemas como pintaram pra população. Naquela votação que teve aqui na Alese, disseram que iriam resolver e nós avisamos”, frisou Passos.
Georgeo lembrou as constantes falta de água em Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora do Socorro, Ribeirópolis e Aracaju. “A população não está satisfeita com o governo, não está satisfeita com essa forma de atuar do governador Fábio Mitidieri. A água é o exemplo maior do que estamos dizendo. Se ele ouvisse a oposição até corrigia seus erros”, ponderou o parlamentar, acrescentando sobre as dificuldades da população em buscar atendimento para solucionar o problema da falta de água.
Combate ao maxismo
Com o objetivo promover a igualdade de gênero, prevenir práticas machistas no ambiente escolar e fortalecer a formação cidadã dos estudantes da rede estadual, a Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) aprovou e o Governo do Estado sancionou a Lei Ordinária n° 9.802 de 10 de dezembro de 2025, que institui a Campanha Permanente de Combate ao Machismo e Valorização do Protagonismo das Mulheres ao Longo da História nas Escolas da Rede Pública Estadual de Ensino. A iniciativa publicada no Diário Oficial no dia 11 deste mês, tem como autoras as deputadas estaduais Linda Brasil (Psol) e Maisa Mitidieri (PSD).
De acordo com a nova legislação, a Campanha busca prevenir e combater a reprodução do machismo tanto dentro quanto fora das escolas, além de estimular reflexões críticas sobre o papel historicamente construído da mulher na sociedade. Entre os objetivos estabelecidos estão a capacitação de docentes e equipes pedagógicas, por meio de parcerias com órgãos e instituições do Estado, para a implementação de ações educativas voltadas ao enfrentamento da desigualdade de gênero.
O texto aprovado prevê o desenvolvimento de campanhas educativas, informativas e de conscientização ao longo do ano letivo, envolvendo a valorização das mulheres e o combate às diversas formas de opressão. A proposta também incentiva a integração da comunidade escolar, de organizações da sociedade civil e dos meios de comunicação em ações multidisciplinares que promovam o respeito, a igualdade de direitos e a dignidade das mulheres.


