Governo realiza vistorias emcidades mais afetadas pelas chuvas

 

Governo realiza vistorias em
cidades mais afetadas pelas chuvas
Na manhã desta quinta-feira (25), equipes do Departamento Estadual de Proteção e Defesa Civil (Depec) e da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade vistoriaram as cidades de Riachuelo, Santa Rosa de Lima e Laranjeiras, a fim de verificar os danos causados pelas chuvas ocorridas nas últimas 72 horas.
De acordo com o diretor do Depec, major Luciano Queiroz, em Riachuelo, duas áreas foram afetadas. "Na Rua do Caixão sete casas foram atingidas pela enchente, mas nenhuma ficou danificada. Por prevenção, ainda ontem todas as famílias foram retiradas do local e 11 pessoas estão desalojadas, tendo sido acolhidas em casa de parentes ou amigos. Já na comunidade do Sítio do Meio, 120 famílias ilhadas, mas a Prefeitura disponibilizou embarcações para fazer a travessia dos moradores. Porém, hoje pela manhã, o nível do rio baixou, estando próximo da sua normalidade, não há mais isolamento e as pessoas já conseguem atravessar", informou.
O secretário, Ubirajara Barreto, acompanhou o trabalho de vistoria em obras de alguns municípios afetados pelas chuvas, na Grande Aracaju. "Fizemos vistoria na ponte que foi refeita em Riachuelo, por conta das chuvas do ano passado, mas não encontramos problemas. Na ponte do Central ocorreu uma erosão na cabeceira, mas já acionamos a equipe do DER que iniciará os reparos ainda hoje. Em Laranjeiras, no dia de ontem, as chuvas provocaram a queda de um muro de arrimo, no entanto equipes do Depec instalou uma lona de proteção para conter o problema e, por precaução, orientou à Defesa Civil Municipal a retirada de três famílias residentes na área", destacou.
Já em Santa Rosa de Lima, no Território Leste Sergipano, o Rio Sergipe transbordou, interditando o principal acesso à cidade. "O trânsito na região ficou impossibilitado, uma vez que os serviços na ponte localizada na SE-240, destruída pelas chuvas em julho do ano passado, ainda não foram concluídos, e, com isso o desvio feito anteriormente para se chegar à sede municipal foi inundado. Assim, para sair do município o acesso se dá pelos povoados Cana Brava, Lagoa do Carão, Areias, Capunga até o município de Moita Bonita, de lá, segue para Itabaiana e chega a Aracaju, pela BR-235, e o percurso inverso para se chegar até lá, mas caso o nível do rio baixe, o acesso voltará à sua normalidade", explicou o Major Luciano Queiroz.
Largo da Aparecida – Na manhã desta quinta-feira, a Prefeitura de Aracaju direcionou equipes da Defesa Civil para o monitoramento da cabeceira do rio Poxim Mirim, no município de São Cristóvão. A verificação possibilita que haja uma análise de possíveis riscos de impacto em Aracaju, principalmente para o Largo da Aparecida, no bairro Jabotiana.
O coordenador da Defesa Civil de Aracaju explica que a vazão do rio influencia diretamente a situação na localidade. "Então, com essa vazão que estamos verificando hoje, não há motivos para alarme, no sentido de transbordamento do rio Poxim Mirim, pois a vazão está controlada. Acompanharemos os índices pluviométricos e continuaremos esse monitoramento", salienta Silvio Prado.

Na manhã desta quinta-feira (25), equipes do Departamento Estadual de Proteção e Defesa Civil (Depec) e da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade vistoriaram as cidades de Riachuelo, Santa Rosa de Lima e Laranjeiras, a fim de verificar os danos causados pelas chuvas ocorridas nas últimas 72 horas.
De acordo com o diretor do Depec, major Luciano Queiroz, em Riachuelo, duas áreas foram afetadas. "Na Rua do Caixão sete casas foram atingidas pela enchente, mas nenhuma ficou danificada. Por prevenção, ainda ontem todas as famílias foram retiradas do local e 11 pessoas estão desalojadas, tendo sido acolhidas em casa de parentes ou amigos. Já na comunidade do Sítio do Meio, 120 famílias ilhadas, mas a Prefeitura disponibilizou embarcações para fazer a travessia dos moradores. Porém, hoje pela manhã, o nível do rio baixou, estando próximo da sua normalidade, não há mais isolamento e as pessoas já conseguem atravessar", informou.
O secretário, Ubirajara Barreto, acompanhou o trabalho de vistoria em obras de alguns municípios afetados pelas chuvas, na Grande Aracaju. "Fizemos vistoria na ponte que foi refeita em Riachuelo, por conta das chuvas do ano passado, mas não encontramos problemas. Na ponte do Central ocorreu uma erosão na cabeceira, mas já acionamos a equipe do DER que iniciará os reparos ainda hoje. Em Laranjeiras, no dia de ontem, as chuvas provocaram a queda de um muro de arrimo, no entanto equipes do Depec instalou uma lona de proteção para conter o problema e, por precaução, orientou à Defesa Civil Municipal a retirada de três famílias residentes na área", destacou.
Já em Santa Rosa de Lima, no Território Leste Sergipano, o Rio Sergipe transbordou, interditando o principal acesso à cidade. "O trânsito na região ficou impossibilitado, uma vez que os serviços na ponte localizada na SE-240, destruída pelas chuvas em julho do ano passado, ainda não foram concluídos, e, com isso o desvio feito anteriormente para se chegar à sede municipal foi inundado. Assim, para sair do município o acesso se dá pelos povoados Cana Brava, Lagoa do Carão, Areias, Capunga até o município de Moita Bonita, de lá, segue para Itabaiana e chega a Aracaju, pela BR-235, e o percurso inverso para se chegar até lá, mas caso o nível do rio baixe, o acesso voltará à sua normalidade", explicou o Major Luciano Queiroz.

Largo da Aparecida – Na manhã desta quinta-feira, a Prefeitura de Aracaju direcionou equipes da Defesa Civil para o monitoramento da cabeceira do rio Poxim Mirim, no município de São Cristóvão. A verificação possibilita que haja uma análise de possíveis riscos de impacto em Aracaju, principalmente para o Largo da Aparecida, no bairro Jabotiana.
O coordenador da Defesa Civil de Aracaju explica que a vazão do rio influencia diretamente a situação na localidade. "Então, com essa vazão que estamos verificando hoje, não há motivos para alarme, no sentido de transbordamento do rio Poxim Mirim, pois a vazão está controlada. Acompanharemos os índices pluviométricos e continuaremos esse monitoramento", salienta Silvio Prado.

 

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