Homem é preso após descumprir medida protetiva

 

A Guarda Municipal 
de Aracaju (GMA) 
realizou ontem a terceira prisão por violação de medida protetiva desde que a Patrulha Maria da Penha foi implantada pela Prefeitura de Aracaju, em parceria com o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), em maio do ano passado.
Segundo o diretor-geral da Guarda Municipal, subinspetor Fernando Mendonça, a guarnição recebeu o chamado da assistida no início da manhã, mas quando chegou ao local, o ex-companheiro dela já havia saído. "A Guarda fez rondas próximas ao trabalho e à residência dele e foi surpreendida com um novo chamado dela, pelo telefone funcional da viatura. Aí então os guardiões voltaram ao condomínio onde a assistida reside e efetuaram a prisão", relata.
Pela medida protetiva, o ex-companheiro não poderia se aproximar da vítima, devendo permanecer, no mínimo, a 200 metros dela, além de não poder realizar nenhum tipo de contato. Como não respeitou a medida, ele foi conduzido à Delegacia de Grupos Vulneráveis (DAGV), no Centro, onde prestou depoimento à delegada Renata Aboim, que considerou a atuação da Patrulha determinante. A assistida está sob a proteção da Patrulha desde setembro, quando o ex-companheiro descumpriu a medida protetiva pela primeira vez.
"Desde janeiro do ano passado, a Justiça determinou a medida, por conta de agressões físicas, mas essa já é a segunda vez que ele descumpre", lamenta a mulher, que prefere não ser identificada. Dessa vez, porém, em virtude da atuação da Patrulha, o descumprimento teve consequências. "Espero que agora ele fique preso e entenda, de uma vez por todas, que não pode se aproximar de mim", diz. 
O casal está separado há dois anos e tem uma filha, a quem ele teria ido buscar na casa dela. "Mas ele já veio duas vezes aqui essa semana, sendo que minha filha não quer ficar com ele. Ele vem e fica na portaria por muito tempo. Isso abala meu psicológico. Eu nem consegui dormir direito", ressalta a assistida. Ela teme passar por momentos de violência novamente e tem na Patrulha uma segurança para que isso não ocorra. "Fico mais tranquila com a Patrulha e não sei o que poderia ter acontecido se os guardas não tivessem chegado", destaca. 

A Guarda Municipal  de Aracaju (GMA)  realizou ontem a terceira prisão por violação de medida protetiva desde que a Patrulha Maria da Penha foi implantada pela Prefeitura de Aracaju, em parceria com o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), em maio do ano passado.
Segundo o diretor-geral da Guarda Municipal, subinspetor Fernando Mendonça, a guarnição recebeu o chamado da assistida no início da manhã, mas quando chegou ao local, o ex-companheiro dela já havia saído. "A Guarda fez rondas próximas ao trabalho e à residência dele e foi surpreendida com um novo chamado dela, pelo telefone funcional da viatura. Aí então os guardiões voltaram ao condomínio onde a assistida reside e efetuaram a prisão", relata.
Pela medida protetiva, o ex-companheiro não poderia se aproximar da vítima, devendo permanecer, no mínimo, a 200 metros dela, além de não poder realizar nenhum tipo de contato. Como não respeitou a medida, ele foi conduzido à Delegacia de Grupos Vulneráveis (DAGV), no Centro, onde prestou depoimento à delegada Renata Aboim, que considerou a atuação da Patrulha determinante. A assistida está sob a proteção da Patrulha desde setembro, quando o ex-companheiro descumpriu a medida protetiva pela primeira vez.
"Desde janeiro do ano passado, a Justiça determinou a medida, por conta de agressões físicas, mas essa já é a segunda vez que ele descumpre", lamenta a mulher, que prefere não ser identificada. Dessa vez, porém, em virtude da atuação da Patrulha, o descumprimento teve consequências. "Espero que agora ele fique preso e entenda, de uma vez por todas, que não pode se aproximar de mim", diz. 
O casal está separado há dois anos e tem uma filha, a quem ele teria ido buscar na casa dela. "Mas ele já veio duas vezes aqui essa semana, sendo que minha filha não quer ficar com ele. Ele vem e fica na portaria por muito tempo. Isso abala meu psicológico. Eu nem consegui dormir direito", ressalta a assistida. Ela teme passar por momentos de violência novamente e tem na Patrulha uma segurança para que isso não ocorra. "Fico mais tranquila com a Patrulha e não sei o que poderia ter acontecido se os guardas não tivessem chegado", destaca. 

 

Compartilhe esta notícia