Terça, 23 De Abril De 2024
       
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Hospital de Cirurgia realiza 1ª cirurgia cardiovascular minimamente invasiva de Sergipe


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Publicado em 04 de janeiro de 2024
Por Jornal Do Dia Se


O paciente Edson Bispo dos Santos (Divulgação)

Prestes a completar 100 anos de história, o Hospital de Cirurgia (HC) – unidade referência em procedimentos de média e alta complexidade para o Sistema Único de Saúde (SUS) – mantém até aqui o seu pioneirismo na saúde sergipana. Prova disso é que, recentemente, a instituição hospitalar realizou a primeira cirurgia cardiovascular minimamente invasiva de Sergipe.
A cirurgia cardiovascular minimamente invasiva é uma técnica que faz uma mini incisão de alguns centímetros apenas na região do tórax. Já na cirurgia cardíaca convencional as incisões chegam a 25 centímetros. Esse tipo de abordagem para tratamento cardíaco vem ganhando espaço em grandes centros de saúde, uma vez que proporciona benefícios importantes aos pacientes.

Benefícios – Médico responsável pela primeira cirurgia cardiovascular minimamente invasiva de Sergipe, Dr. Wilson Felix explica os benefícios da técnica do ponto de vista da recuperação da saúde do paciente e da estética. Ele é especialista na área pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e pós-graduado na técnica de cirurgia minimamente invasiva. Além dele, compuseram a equipe médica da operação os cirurgiões Dr. Roberto Cardoso e Dr. Ivan Espínola, e a anestesista Dra. Luiza Azevedo.
“A cirurgia cardiovascular minimamente invasiva proporciona ao paciente um menor tempo de internamento hospitalar e uma recuperação mais rápida, com um retorno precoce às atividades laborais e físicas, visto que a técnica evita, consideravelmente, os índices de sangramento, hemotransfusão, infecções, dores no pós-operatório. São resultados muito interessantes. Além do mais, proporciona uma melhor estética, pois a cicatriz é pequena”, informa o Dr. Wilson Felix.
O cirurgião explica ainda que a técnica não é recomendada para todos os pacientes. “Trata-se de uma opção terapêutica segura para determinados perfis bem selecionados. Alguns perfis, a exemplo dos coronarianos, multiarteriais com necessidade revascularização de três, quatro pontos, ainda não conseguem ser submetidos a minimamente invasiva. Nesses casos, a cirurgia convencional é o padrão ouro”, diz.
O primeiro paciente contemplado com a cirurgia cardiovascular minimamente invasiva em Sergipe foi o agricultor Edson Bispo dos Santos, 50 anos, do município de Itabaianinha, para troca de válvula aórtica. Ele passou pelo procedimento cirúrgico no HC no dia 21 de dezembro e teve alta alguns dias depois.

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