* José Wilson Brito Couto
É o ato de destituir do governo seu principal mandatário, no caso o(a) Presidente da Republica, pela força do povo , esse mesmo povo que o elegeu. Já tivemos um caso igual. Haveria então uma substituição do comando do país, lógico. E essa substituição estaria se dando , pela não aceitação pelo próprio povo dos encaminhamentos ou pelo direcionamento que o país estaria sendo levado, pondo em risco além da nossa democracia , o desequilíbrio econômico e moral perante as outras nações. No caso atual, o que está pesando mais é a chamada corrupção e a bandalheira com o dinheiro do povo.
Roubo em todos os lugares de todas as maneiras, mas que o descontrole deu vez as denúncias e parece que os homens honestos acordaram, graças a Deus, e deverão tomar as rédeas do país, pondo fim a tanta falta de vergonha e tanto mau caratismo. Mas , seria esse tal Impeachment a solução? Atingiria somente o Presidente? E os outros "chefes" que também são responsáveis pelos desmandos , como Presidentes do Senado , da Câmara de Deputados Federal, Governos Estaduais e Municipais? Como passar um rodo limpando a sujeira da corrupção , dos roubos e das impunidades? Nos últimos acontecimentos dos movimentos de repúdio dos brasileiros contra todas as mazelas que assolam nossa terra , como falta de segurança, de saúde e de educação , observou-se também que a brasilidade dos nossos irmãos está sendo muito influenciada pelo comportamento de outras nações não democráticas como Cuba , Venezuela etc.
Essas influencias trazidas , pelos nossos próprios governantes , de uns doze anos mais ou menos para cá , retratados pela formação de grupos armados , e treinados sobre guerrilhas, conhecidos como "sem terras" , apoiados pelo próprio governo federal, e que têm se comportado como deturpadores da ordem pública , invasores de propriedades privadas, danificadores implacáveis de pesquisas científicas (já ocorreu duas vezes), causadores de acidentes rodoviários (com o impedimento do fluxo das pistas de rolamento, ocorrido recentemente deixando um número razoável de vitimas fatais), e o que é pior , todos impunes! Nas passeatas dos dias 13 e 16 desse mês de março (2015) , a primeira organizada pela CUT, e entidades sindicais, seus integrantes vestiram-se de vermelho (não são cores representativas do Brasil), não portaram nenhum elemento de civismo (bandeira da nação ou outro qualquer) e só entoaram gritos de guerra revolucionários copiados de outros países Aliás, corre um boato , tratar-se do ‘exercito de Lula’ armado. Não assino em baixo! No entanto, o outro movimento do dia 16, todos os integrantes vestiram- de verde e amarelo, levando em frente nossa bandeira nacional e desfilaram ao som do Hino Nacional Brasileiro.
Na época que os militares mandavam , tinha- se ordem, disciplina e respeito, não havia corrupção exagerada e muito menos a violência criminosa de hoje. Havia segurança e a saúde funcionava. São mais ou menos 50 anos que a terra de Cabral está nas mãos dos políticos , e infelizmente o resultado está aí.
Hoje a própria Constituição mantêm as forças armadas paralisadas . Não há lideres confiáveis. Naquela época o tema principal era o comunismo! Hoje é a roubalheira!
O que será que tudo isso está a sinalizar/
Da outra vez começou assim!
* José Wilson Brito Couto é professor emérito da UFS (Aposentado)


