Investigado por roubos na Zona de Expansão morre em operação
O ex-presidiário Edvaldo Marques Júnior, 40 anos, morreu na noite desta quinta-feira, durante uma operação de policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope). Ele era investigado por vários crimes assaltos cometidos nas praias da Zona de Expansão de Aracaju, como Aruana, Robalo, Mosqueiro e Viral. O suspeito foi localizado na Rodovia dos Náufragos, na Aruana. Segundo a Polícia Civil, Edvaldo estava armado, provocou um tiroteio com os policiais que o abordaram e acabou baleado. O suspeito chegou a ser socorrido, mas morreu a caminho do hospital.
As investigações apontaram que o suspeito levava mantimentos para casebres abandonados da região, ficando dias escondido, e saía somente para cometer os delitos. De posse de uma arma de fogo, ele se aproximava das vítimas na faixa de areia, agredindo e subtraindo pertences, principalmente aparelhos celulares. Ao todo, a polícia identificou mais de 50 vítimas dos assaltos cometidos por Edvaldo, que foi preso por diversas vezes por alguns assaltos e por causar arrastões em pontos de ônibus da região. No ano passado, ele chegou a ser preso em flagrante, na Praia de Aruana, após roubar uma mulher.
As diligências continuam com o objetivo de identificar os receptadores dos aparelhos celulares subtraídos e, consequentemente, devolvê-los às vítimas. A operação do Cope contou com o apoio da Divisão de Inteligência (Dipol) e do Instituto de Identificação.
O ex-presidiário Edvaldo Marques Júnior, 40 anos, morreu na noite desta quinta-feira, durante uma operação de policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope). Ele era investigado por vários crimes assaltos cometidos nas praias da Zona de Expansão de Aracaju, como Aruana, Robalo, Mosqueiro e Viral. O suspeito foi localizado na Rodovia dos Náufragos, na Aruana. Segundo a Polícia Civil, Edvaldo estava armado, provocou um tiroteio com os policiais que o abordaram e acabou baleado. O suspeito chegou a ser socorrido, mas morreu a caminho do hospital.
As investigações apontaram que o suspeito levava mantimentos para casebres abandonados da região, ficando dias escondido, e saía somente para cometer os delitos. De posse de uma arma de fogo, ele se aproximava das vítimas na faixa de areia, agredindo e subtraindo pertences, principalmente aparelhos celulares. Ao todo, a polícia identificou mais de 50 vítimas dos assaltos cometidos por Edvaldo, que foi preso por diversas vezes por alguns assaltos e por causar arrastões em pontos de ônibus da região. No ano passado, ele chegou a ser preso em flagrante, na Praia de Aruana, após roubar uma mulher.
As diligências continuam com o objetivo de identificar os receptadores dos aparelhos celulares subtraídos e, consequentemente, devolvê-los às vítimas. A operação do Cope contou com o apoio da Divisão de Inteligência (Dipol) e do Instituto de Identificação.