Milton Alves Júnior
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O estado de Sergipe se despede desde a tarde de ontem dos jornalistas André Barros e Mônica Pinto. Confirmada por familiares, ainda na madrugada desta terça-feira (17), foi confirmada a morte da mineira Mônica Pinto. Nascida no dia 3 de novembro de 1963, no auge da juventude encontrou em Sergipe o seu canto de aconchego. Apaixonada por Cultura e pelas múltiplas histórias populares, deu início à produção literária, onde costumava descansar nos momentos de pausa jornalística. Em sua trajetória profissional, por quase quatro décadas atuou no jornalismo impresso, a exemplo do Jornal de Sergipe e do Cinform, além de ter deixado sua marca no jornalismo institucional e corporativo.
Desde a fundação do portal F5 News, ainda no início da década passada, ela ocupava o cargo de editora chefa. Mãe de três filhas: Luiza Pinto Queiroga Dantas, Mariana Lua Pinto Arruda, Maria Zilda Pinto Arruda, desfrutava de um carinho fraterno com a enteada, Isabela Reed. “A trajetória de Mônica Pinto é, acima de tudo, uma história de amor à vida, à profissão e a cidade que escolheu para chamar de sua. Seu legado permanece nas páginas que escreveu, nas amizades que cultivou e na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la”, destacou o Grupo Multserv. O velório da comunicadora aconteceu na tarde de ontem em um velatório na Barra dos Coqueiros.
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André – Já no final da manhã de ontem foi constatada a morte do jornalista, radialista e publicitário sergipano, André Barros. Aos 61 anos recém completados, ele estava internado em um hospital particular em Salvador/BA para tratamento de câncer linfático. Ele passou por um Transplante de Medula Óssea mas sofreu um choque séptico que se agravou nos últimos dias e não resistiu às complicações. Durante a carreira e atuou como jornalista na TV Globo em Brasília e na TV Manchete no Rio e Brasília, além de passar por algumas das mais importantes redações do país, a exemplo da TV Sergipe onde foi diretor de jornalismo.Também atuou em veículos como CBN (Salvador/Aracaju), Agência Nordeste (PE), Jornal da Cidade (SE), TV Atalaia (SE), TV Cidade (SE), Rádio Liberdade (SE), e Correio de Sergipe. Em seu currículo consta ainda a atuação profissional no JORNAL DO DIA, onde desenvolveu conteúdos na editoria de Política. No serviço público, exerceu o cargo de secretário de Estado da Comunicação Social de Sergipe, tendo criado a primeira agência oficial de notícias na internet: a ASN. As mortes dos jornalistas foram lamentadas por empresários, gestores públicos e políticos, a exemplo da prefeita Emília Correia, do governador Fábio Mitidieri, do senador Rogério Carvalho e do médico e ex-senador, Eduardo Amorim.
“Com o coração repleto de gratidão e saudades, emitimos os mais sinceros e fraternos votos de pesar aos familiares e amigos. Rogamos para que eles possam encontrar conforto nesse momento em que as palavras se apequenam diante da tristeza, bem como da grandeza destes ícones da comunicação sergipana”, escreveu a direção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Sergipe (Sindijor/SE), em consonância com a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).


