Josa foi vaqueirar no céu

 

Josa, o vaqueiro do ser
tão, partiu dessa pra 
melhor. Deixou filhos, alguns discos, a dor e a alegria do mundo palpável para mergulhar em mistério. Partiu sem festa. A memória pouca dos sergipanos, gestores públicos incluídos, nunca lhe rendeu as homenagens que um artista de sua grandeza merece.
Josa partiu em recatado e afrontoso silêncio. O seu próprio, o mesmo de um anjo – impressão de Joseane, herdeira artística que ostenta o nome do pai querido à guisa de sobrenome. E o dos outros, ignominioso como o eco oco dos túmulos. Entre todos os depoimentos atestando a importância de sua música, há somente o oportuno documentário de Dida Araújo. Mais nada.
Felizmente, o carinho do povo é presente ofertado a quem bem o merece. Embora o trabalho do forrozeiro seja artigo pouco acessível,por registrado em superfícies avessas às comodidades do streaming,a simples menção ao seu nome ainda faz vibrar algum arame insuspeito no coração dos sergipanos. Emissoras de rádio e TV, os jornais de tinta e papel, os sítios da internet,dão a notícia com as palavras poucas de sempre. Quem o viu no palco, em carne e osso,no entanto, sabe mensurar o rombo aberto com a perda de Josa na sensibilidade da aldeia.
A cantora Amorosa é destas. Nas redes sociais, fez questão de registrar o carinho que sempre dedicou ao colega.
"Josa, o Vaqueiro do Sertão, atravessou o fio prateado, resgatou sua liberdade eterna, foi "vaqueirar" no céu".Viveu 91 anos. Os últimos foram de grande desafio físico, mas de imenso amor. Fui testemunha, algumas vezes, do amor e cuidado de sua filha Joseane, que cuidou do pai, ao lado de irmãos, com um zelo admirável. Que Deus honre sua descendência e que ele descanse na paz que vem de Deus!".

Josa, o vaqueiro do ser tão, partiu dessa pra  melhor. Deixou filhos, alguns discos, a dor e a alegria do mundo palpável para mergulhar em mistério. Partiu sem festa. A memória pouca dos sergipanos, gestores públicos incluídos, nunca lhe rendeu as homenagens que um artista de sua grandeza merece.
Josa partiu em recatado e afrontoso silêncio. O seu próprio, o mesmo de um anjo – impressão de Joseane, herdeira artística que ostenta o nome do pai querido à guisa de sobrenome. E o dos outros, ignominioso como o eco oco dos túmulos. Entre todos os depoimentos atestando a importância de sua música, há somente o oportuno documentário de Dida Araújo. Mais nada.
Felizmente, o carinho do povo é presente ofertado a quem bem o merece. Embora o trabalho do forrozeiro seja artigo pouco acessível,por registrado em superfícies avessas às comodidades do streaming,a simples menção ao seu nome ainda faz vibrar algum arame insuspeito no coração dos sergipanos. Emissoras de rádio e TV, os jornais de tinta e papel, os sítios da internet,dão a notícia com as palavras poucas de sempre. Quem o viu no palco, em carne e osso,no entanto, sabe mensurar o rombo aberto com a perda de Josa na sensibilidade da aldeia.
A cantora Amorosa é destas. Nas redes sociais, fez questão de registrar o carinho que sempre dedicou ao colega.
"Josa, o Vaqueiro do Sertão, atravessou o fio prateado, resgatou sua liberdade eterna, foi "vaqueirar" no céu".Viveu 91 anos. Os últimos foram de grande desafio físico, mas de imenso amor. Fui testemunha, algumas vezes, do amor e cuidado de sua filha Joseane, que cuidou do pai, ao lado de irmãos, com um zelo admirável. Que Deus honre sua descendência e que ele descanse na paz que vem de Deus!".

 

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