Ministério da Saúde adverte para risco de dengue a partir de março

 

Sergipe e mais dez estados brasileiros estão no radar do Ministério da Saúde (MS) o qual apresenta alta possibilidade de surto da dengue a partir do próximo mês de março. De acordo com análises apresentadas pelo Governo Federal, essa possibilidade se torna real a partir do momento em que, no Brasil, estão em circulação os vírus com sorotipo 1, 2, 3 e 4. O MS enaltece ainda que o surto da doença se relaciona, também, a fatores ambientais. Além de Sergipe, a área de probabilidade de surto atinge os demais oito estados da região Nordeste, bem como os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, ambos na região Sudeste.
Em um comparativo entre os anos de 2017 e 2018, já foi possível observar uma elevação superior a 300% nos casos de dengue em Sergipe. Conforme o JORNAL DO DIA vem apresentando ao longo dos últimos meses, no ano passado foram registrados mais de dez mil casos, sendo 5.319 confirmados, e mais de 1.300 ainda em análise. No quesito óbito, 13 pessoas morreram vítimas da doença. No Brasil, dentro do contexto geral, os resultados foram ainda mais agressivos. De 1º de janeiro à 31 de dezembro foram registrados 1.544.987 casos, com 782 mortes, segundo dados da pasta, um aumento de 488% em relação a 2018, um ano considerado atípico pelo Ministério da Saúde.
Segundo Rodrigo Said, assessor do MS, estudos mostram que nada impede que, vítimas de um dos sorotipo nos anos anteriores, voltem a ficar doentes pela mesma atuação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Essa interferência na saúde do cidadão pode ocorrer em virtude de outros tipos do vírus. "Quando uma pessoa é infectada pela dengue, ela estará imune daquele determinado sorotipo pra sempre, mas não aos outros sorotipos da doença. A atenção está redobrada, inclusive, por estarmos vivenciando um momento propício para a proliferação do mosquito transmissor da dengue: altas temperaturas e chuvas intensas", avaliou. A proposta desses levantamentos é intensificar em todos os estados os trabalhos de combate aos focos e ao Aedes aegypti.
A gerente do Núcleo de Endemias da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Sidney Sá, garante que o governo permanece realizando medidas operacionais e administrativas com foco no combate à proliferação do mosquito. Para que esse pleito apresente resultados positivos para o cenário coletivo, gestores públicos – em especial aqueles ligados à SES -, reforçam o serviço de conscientização com os mais de 2,22 milhões de sergipanos. Para Sidney Sá, apenas unificando toda a população dentro de um sistema eficaz de monitoramento e ações preventivas será possível evitar que as perspectivas nacionais se tornem em realidade já na primeira quinzena de março deste ano.
 "Sabemos na prática o quanto essa atuação do mosquito [Aedes aegypti] lamentavelmente tem sido violenta contra a população. Nós, dos órgãos de saúde, sejam eles do município, estado ou federal, estamos há anos intensificando ações em todas as áreas possíveis. Acontece que para conquistar resultados positivos, para a gente realmente combater o mosquito e evitar essas doenças é preciso que todos os moradores se unam a essa causa. Caso contrário, um descuido pessoal ou familiar pode acabar resultando na contaminação de inúmeras pessoas", declarou. (Milton Alves Júnior)

Sergipe e mais dez estados brasileiros estão no radar do Ministério da Saúde (MS) o qual apresenta alta possibilidade de surto da dengue a partir do próximo mês de março. De acordo com análises apresentadas pelo Governo Federal, essa possibilidade se torna real a partir do momento em que, no Brasil, estão em circulação os vírus com sorotipo 1, 2, 3 e 4. O MS enaltece ainda que o surto da doença se relaciona, também, a fatores ambientais. Além de Sergipe, a área de probabilidade de surto atinge os demais oito estados da região Nordeste, bem como os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, ambos na região Sudeste.
Em um comparativo entre os anos de 2017 e 2018, já foi possível observar uma elevação superior a 300% nos casos de dengue em Sergipe. Conforme o JORNAL DO DIA vem apresentando ao longo dos últimos meses, no ano passado foram registrados mais de dez mil casos, sendo 5.319 confirmados, e mais de 1.300 ainda em análise. No quesito óbito, 13 pessoas morreram vítimas da doença. No Brasil, dentro do contexto geral, os resultados foram ainda mais agressivos. De 1º de janeiro à 31 de dezembro foram registrados 1.544.987 casos, com 782 mortes, segundo dados da pasta, um aumento de 488% em relação a 2018, um ano considerado atípico pelo Ministério da Saúde.
Segundo Rodrigo Said, assessor do MS, estudos mostram que nada impede que, vítimas de um dos sorotipo nos anos anteriores, voltem a ficar doentes pela mesma atuação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Essa interferência na saúde do cidadão pode ocorrer em virtude de outros tipos do vírus. "Quando uma pessoa é infectada pela dengue, ela estará imune daquele determinado sorotipo pra sempre, mas não aos outros sorotipos da doença. A atenção está redobrada, inclusive, por estarmos vivenciando um momento propício para a proliferação do mosquito transmissor da dengue: altas temperaturas e chuvas intensas", avaliou. A proposta desses levantamentos é intensificar em todos os estados os trabalhos de combate aos focos e ao Aedes aegypti.
A gerente do Núcleo de Endemias da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Sidney Sá, garante que o governo permanece realizando medidas operacionais e administrativas com foco no combate à proliferação do mosquito. Para que esse pleito apresente resultados positivos para o cenário coletivo, gestores públicos – em especial aqueles ligados à SES -, reforçam o serviço de conscientização com os mais de 2,22 milhões de sergipanos. Para Sidney Sá, apenas unificando toda a população dentro de um sistema eficaz de monitoramento e ações preventivas será possível evitar que as perspectivas nacionais se tornem em realidade já na primeira quinzena de março deste ano.
 "Sabemos na prática o quanto essa atuação do mosquito [Aedes aegypti] lamentavelmente tem sido violenta contra a população. Nós, dos órgãos de saúde, sejam eles do município, estado ou federal, estamos há anos intensificando ações em todas as áreas possíveis. Acontece que para conquistar resultados positivos, para a gente realmente combater o mosquito e evitar essas doenças é preciso que todos os moradores se unam a essa causa. Caso contrário, um descuido pessoal ou familiar pode acabar resultando na contaminação de inúmeras pessoas", declarou. (Milton Alves Júnior)

 

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