Monitoramento diário de preços é fundamental, diz Petrobras

 

A Petrobras vai manter o prazo de cálculo anual da paridade internacional de preços dos combustíveis, adotado em fevereiro deste ano, em substituição ao prazo anterior de três meses. Isso não significa, entretanto, que a Petrobras vai deixar de olhar, no dia a dia, a defasagem de preços em relação ao mercado. Foi o que informou  ontem(14), em coletiva virtual, o diretor de Comercialização e Logística da empresa, Cláudio Mastella. "Essa métrica de monitoramento diária é fundamental, para a gente manter a competitividade e a variação em base anual serve para manter uma visão conjunta de que nossos preços seguem com flexibilidade no curto prazo, para poder praticar em alguns momentos, buscando maior competitividade, com margens mais baixas ou um pouco mais altas".
Em relação à frequência de reajustes de preços, Mastella afirmou que no passado, a Petrobras já praticou frequências muito baixas e muito altas de reajustes e adotou, como pratica hoje, uma frequência intermediária, buscando alinhamento aos preços internacionais, preços competitivos, com reajustes em bases de frequência variável, "de modo a gente continuar competindo no mercado".

A Petrobras vai manter o prazo de cálculo anual da paridade internacional de preços dos combustíveis, adotado em fevereiro deste ano, em substituição ao prazo anterior de três meses. Isso não significa, entretanto, que a Petrobras vai deixar de olhar, no dia a dia, a defasagem de preços em relação ao mercado. Foi o que informou  ontem(14), em coletiva virtual, o diretor de Comercialização e Logística da empresa, Cláudio Mastella. "Essa métrica de monitoramento diária é fundamental, para a gente manter a competitividade e a variação em base anual serve para manter uma visão conjunta de que nossos preços seguem com flexibilidade no curto prazo, para poder praticar em alguns momentos, buscando maior competitividade, com margens mais baixas ou um pouco mais altas".
Em relação à frequência de reajustes de preços, Mastella afirmou que no passado, a Petrobras já praticou frequências muito baixas e muito altas de reajustes e adotou, como pratica hoje, uma frequência intermediária, buscando alinhamento aos preços internacionais, preços competitivos, com reajustes em bases de frequência variável, "de modo a gente continuar competindo no mercado".

 

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