Movimento no centro de Aracaju aumenta

 

Milton Alves Júnior
A dez dias para o Natal, o comércio sergipano segue impulsionando o fluxo comercial e aguardando atingir patamares ainda maiores a partir dessa segunda-feira (16). Paralelo ao já tradicional amplo movimento de consumidores na região central de Aracaju durante as festas de fim de ano, principal polo do comércio varejista do estado de Sergipe, a quitação do 13° salário junto à milhares de trabalhadores gera a perspectiva de crescimento nas vendas e possível ultrapassagem das metas lucrativas previstas para todo o período. O Natal é apontado pelo setor comercial brasileiro como a data festiva mais importante em termos de venda. Apesar da representatividade, entre 2014 e 2017 a taxa de crescimento caiu e gerou uma crise no sistema.
Ao longo das últimas semanas o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL Sergipe), Breno Barreto, tem esclarecido que a expectativa é de que as vendas no comércio de Aracaju cresçam entre 7 e 8% este ano. Como se não bastasse o ascendente índice de confiabilidade dos consumidores, o próprio setor lojista tem se demonstrado interessado em ofertar produtos cada vez mais de qualidade, variados e com condições de pagamentos capazes de induzir o sergipano ou turista às compras. Essa mudança real de comportamento que envolve o cidadão consumidor e o setor empresarial gera a crença de reajuste acima dos 10% para alguns seguimentos lojistas. Essas porcentagens são comparadas ao mesmo fluxo de venda do mesmo período do ano passado.
"Depois de um avanço real é muito significativo no setor comercial nos anos de 2010 e 2011, no ano da copa do mundo no Brasil 2014, quando a expectativa de venda era das melhores, infelizmente os índices puxados pela desconfiança do consumidor acabaram caindo. Até 2017 as vendas seguiam baixas inclusive no Natal e Dia das Mães. No ano passado foi observado um leve crescimento, e, agora em 2019, é possível perceber a continuidade desse aumento. Esperamos que ao realizar o balanço das vendas destinadas ao Natal e Ano Novo possamos observar avanços maiores do que previmos anteriormente", declarou. No que se refere ao pagamento da gratificação natalina aos trabalhadores, Breno Barreto diz acreditar que parte desse dinheiro será depositado no comércio.
Por vivenciar diariamente com a exibição de variados tipos e modelos de produtos, além das condições de pagamento ofertadas aos consumidores, a direção da Câmara dos Dirigentes Lojistas acredita que os próprios vendedores devem ‘puxar pra cima’ essas vendas. "O décimo terceiro salário é um direito de todos, inclusive, claro, dos comerciantes lojistas. Ao receber suas gratificações é provável que acabem realizando compras no próprio ambiente de trabalho – isso não se resume ao local de atuação, mas sim no ambiente polo comercial como um todo – e ajudem a aquecer esse fluxo nas vendas", avaliou o presidente da CDL que concluiu reconhecendo: "milhões de pessoas vão, ou devem, utilizar parte do 13° para quitar dívidas, mas não nos restam dúvidas que mais de 70% da população não deixarão de realizar compras nesse período."

Milton Alves Júnior

A dez dias para o Natal, o comércio sergipano segue impulsionando o fluxo comercial e aguardando atingir patamares ainda maiores a partir dessa segunda-feira (16). Paralelo ao já tradicional amplo movimento de consumidores na região central de Aracaju durante as festas de fim de ano, principal polo do comércio varejista do estado de Sergipe, a quitação do 13° salário junto à milhares de trabalhadores gera a perspectiva de crescimento nas vendas e possível ultrapassagem das metas lucrativas previstas para todo o período. O Natal é apontado pelo setor comercial brasileiro como a data festiva mais importante em termos de venda. Apesar da representatividade, entre 2014 e 2017 a taxa de crescimento caiu e gerou uma crise no sistema.
Ao longo das últimas semanas o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL Sergipe), Breno Barreto, tem esclarecido que a expectativa é de que as vendas no comércio de Aracaju cresçam entre 7 e 8% este ano. Como se não bastasse o ascendente índice de confiabilidade dos consumidores, o próprio setor lojista tem se demonstrado interessado em ofertar produtos cada vez mais de qualidade, variados e com condições de pagamentos capazes de induzir o sergipano ou turista às compras. Essa mudança real de comportamento que envolve o cidadão consumidor e o setor empresarial gera a crença de reajuste acima dos 10% para alguns seguimentos lojistas. Essas porcentagens são comparadas ao mesmo fluxo de venda do mesmo período do ano passado.
"Depois de um avanço real é muito significativo no setor comercial nos anos de 2010 e 2011, no ano da copa do mundo no Brasil 2014, quando a expectativa de venda era das melhores, infelizmente os índices puxados pela desconfiança do consumidor acabaram caindo. Até 2017 as vendas seguiam baixas inclusive no Natal e Dia das Mães. No ano passado foi observado um leve crescimento, e, agora em 2019, é possível perceber a continuidade desse aumento. Esperamos que ao realizar o balanço das vendas destinadas ao Natal e Ano Novo possamos observar avanços maiores do que previmos anteriormente", declarou. No que se refere ao pagamento da gratificação natalina aos trabalhadores, Breno Barreto diz acreditar que parte desse dinheiro será depositado no comércio.
Por vivenciar diariamente com a exibição de variados tipos e modelos de produtos, além das condições de pagamento ofertadas aos consumidores, a direção da Câmara dos Dirigentes Lojistas acredita que os próprios vendedores devem ‘puxar pra cima’ essas vendas. "O décimo terceiro salário é um direito de todos, inclusive, claro, dos comerciantes lojistas. Ao receber suas gratificações é provável que acabem realizando compras no próprio ambiente de trabalho – isso não se resume ao local de atuação, mas sim no ambiente polo comercial como um todo – e ajudem a aquecer esse fluxo nas vendas", avaliou o presidente da CDL que concluiu reconhecendo: "milhões de pessoas vão, ou devem, utilizar parte do 13° para quitar dívidas, mas não nos restam dúvidas que mais de 70% da população não deixarão de realizar compras nesse período."

 

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