Negacionismo X Ciência

 

O negacionismo não vencerá a Ciência por exaustão. 
Contra o presidente Jair Bolsonaro, que faz por me
recer o epíteto de genocida a cada nova declaração e pronunciamento, resta aos meios de comunicação, aos brasileiros empenhados em permanecer vivos, recorrer aos fatos, amparados pelas melhores fontes.
O presidente brasileiro quer ver o circo pegar fogo, torce para que o País alcance uma improvável imunidade de rebanho, a custo de vidas humanas. Esta semana, chegou a ponto de ameaçar governadores e prefeitos com um decreto segundo o qual, na prática, o uso das máscaras de proteção facial em ambiente público e privado se tornaria facultativo, à revelia de uma Lei sancionada por ele próprio. 
Ao contrário das informações falsas difundidas por Bolsonaro, de modo criminoso, a proteção é indispensável, mesmo para quem já foi imunizado ou se recuperou da covid. Em depoimento prestado na CPI, a microbiologista Natalia Pasternak explicou as razões que obrigam o uso da máscara. Muito mais do que um símbolo, como acusou o presidente brasileiro, o equipamento remedia a incompetência da gestão federal.
No triste contexto observado no Brasil, de contágio elevado e imunização insuficiente, somente a máscara e o distanciamento social podem contar a circulação do vírus. Mundo afora, o assunto foi superado ainda na primeira onda da crise. Por aqui, às vésperas de uma terceira onda, ainda se discute o básico.
Para azar dos brasileiros, Bolsonaro anda com a língua solta. Nos últimos dias, voltou a questionar a eficácia das vacinas, fez propaganda enganosa sobre a cloroquina, atacou o uso de máscaras e as medidas de contenção do vírus. Isso tudo, para não mencionar a disposição de abrigar a rejeitada Copa América, sob o risco de atrair uma nova cepa da covid-19 para território nacional.

O negacionismo não vencerá a Ciência por exaustão.  Contra o presidente Jair Bolsonaro, que faz por me recer o epíteto de genocida a cada nova declaração e pronunciamento, resta aos meios de comunicação, aos brasileiros empenhados em permanecer vivos, recorrer aos fatos, amparados pelas melhores fontes.
O presidente brasileiro quer ver o circo pegar fogo, torce para que o País alcance uma improvável imunidade de rebanho, a custo de vidas humanas. Esta semana, chegou a ponto de ameaçar governadores e prefeitos com um decreto segundo o qual, na prática, o uso das máscaras de proteção facial em ambiente público e privado se tornaria facultativo, à revelia de uma Lei sancionada por ele próprio. 
Ao contrário das informações falsas difundidas por Bolsonaro, de modo criminoso, a proteção é indispensável, mesmo para quem já foi imunizado ou se recuperou da covid. Em depoimento prestado na CPI, a microbiologista Natalia Pasternak explicou as razões que obrigam o uso da máscara. Muito mais do que um símbolo, como acusou o presidente brasileiro, o equipamento remedia a incompetência da gestão federal.
No triste contexto observado no Brasil, de contágio elevado e imunização insuficiente, somente a máscara e o distanciamento social podem contar a circulação do vírus. Mundo afora, o assunto foi superado ainda na primeira onda da crise. Por aqui, às vésperas de uma terceira onda, ainda se discute o básico.
Para azar dos brasileiros, Bolsonaro anda com a língua solta. Nos últimos dias, voltou a questionar a eficácia das vacinas, fez propaganda enganosa sobre a cloroquina, atacou o uso de máscaras e as medidas de contenção do vírus. Isso tudo, para não mencionar a disposição de abrigar a rejeitada Copa América, sob o risco de atrair uma nova cepa da covid-19 para território nacional.

 

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