Negociação com a Secretaria de Saúde avança após atos sindicais
Os empregados públicos da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS), representados pelo Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa), começaram mais uma paralisação de 24 horas, nesta terça-feira (22), com ato público na frente da Secretaria de Estado da Saúde (SES), das 8h às 10h, em prol de uma série de reivindicações ligadas ao Acordo Coletivo de Trabalho.
Na ocasião, se reuniram com a secretária adjunta da SES, Adriana Menezes, e receberam a garantia que a gestão aceita pagar tíquete-alimentação de R$ 600,00 a partir de setembro e que nos próximos dias enviará formalmente este acordo. Diante disto, o Sintasa vai esperar o recebimento deste documento, caso não receba, realizará uma paralisação de 24 horas, com ato na frente da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, e após o ato, haverá assembleia extraordinária com indicativo de greve por tempo de indeterminado.
Em relação à criação da comissão para revisão do Programa de Emprego e Remuneração (PER) e Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) ficou acertado que os sindicatos da saúde indicarão um representante de cada para participarem da comissão.
Por sua vez, sobre a implementação das 30 horas semanais, a posição da SES é que caso seja aprovado um projeto de lei sobre este tema, a secretaria irá cumprir a decisão.
Os empregados públicos da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS), representados pelo Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa), começaram mais uma paralisação de 24 horas, nesta terça-feira (22), com ato público na frente da Secretaria de Estado da Saúde (SES), das 8h às 10h, em prol de uma série de reivindicações ligadas ao Acordo Coletivo de Trabalho.
Na ocasião, se reuniram com a secretária adjunta da SES, Adriana Menezes, e receberam a garantia que a gestão aceita pagar tíquete-alimentação de R$ 600,00 a partir de setembro e que nos próximos dias enviará formalmente este acordo. Diante disto, o Sintasa vai esperar o recebimento deste documento, caso não receba, realizará uma paralisação de 24 horas, com ato na frente da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, e após o ato, haverá assembleia extraordinária com indicativo de greve por tempo de indeterminado.
Em relação à criação da comissão para revisão do Programa de Emprego e Remuneração (PER) e Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) ficou acertado que os sindicatos da saúde indicarão um representante de cada para participarem da comissão.
Por sua vez, sobre a implementação das 30 horas semanais, a posição da SES é que caso seja aprovado um projeto de lei sobre este tema, a secretaria irá cumprir a decisão.