É PRECISO FAZER CONTAS

Rômulo Rodrigues

 

* Rômulo Rodrigues
Sem causar nenhuma surpresa o IPEA divulgou que depois de atingir 100 mil mortes na pandemia, o Brasil registrou o impacto negativo de ver uma retirada mensal de dinheiro em circulação na economia equivalente a R$ 167 milhões, na renda familiar onde são os responsáveis por 25% dos domicílios.
Já venho registrando que o objetivo estratégico do governo, via Paulo Guedes, é atingir o número absurdo de 250 mil e aí, atingir uma retração de R$ 417 milhões mensais e chegar a R$ 5,421 bilhões, incluído o 13º salário.
A política de retirada de dinheiro de circulação da economia já estava em andamento nas sucessivas reduções dos reajustes do salário mínimo, que já supera os R$ 50 bilhões mensais, deixando um rastro de pobreza aguda que devolveu o País ao mapa da fome.
Por diversas vezes o ministro Paulo Guedes já veio a público afirmar que os US$ 378 bilhões deixados de reservas cambiais pelos governos Lula e Dilma, vão render de juros em aplicações a bagatela de R$ 500 bilhões por ano, o que explica que a propaganda de que a reforma da Previdência ia render R$ 1 trilhão em dez anos, nunca passou de uma deslavada mentira; o dinheiro vem daí.
Usam do expediente da seletividade nas mortes da covid-19, onde, além dos idosos atingem em cheio as populações negras e das periferias, delegando o desfio às pessoas que têm algum resquício de inteligência, compreender que a pandemia em si, veio a calhar para acelerar o avanço neoliberal de destruir a economia do País e eliminar alguns seguimentos populacionais responsáveis pelas rendas dos domicílios, que dependiam dos rendimentos de aposentadorias e pensões e o contingente dos que mais dependem das ações do Estado e, quando preciso, recorrem ao atendimento do SUS.
Toda a dinheirama economizada na sustentação dos milhares de domicílios, vai ser transferida para os bancos, assim como o anunciado lucro de R$ 325 bilhões do Banco Central que vai para o Tesouro socorrer bilionários da agiotagem através do pagamento de juros da Dívida Interna.
Portanto, não é à toa que ao denunciar negociatas sobre bancos de dados do BTG Pactual, onde Paulo Guedes figura como fundador, o Jornal GGN do jornalista Luis Nassif, sofreu imediata censura sendo obrigado, por um Juiz, a desnoticiar 11 matérias, a pedido do banco. O mesmo banco a quem Paulo Guedes, um dos donos, vendeu a carteira de títulos do Banco do Brasil, com R$ 3 bilhões, por R$ 371 milhões.
Se alguém ainda acredita nas mentiras de que Bolsonaro salvaria o Brasil de dois Vírus terríveis; corrupção e a quebra do Brasil chegou a hora de procurar um tratamento psiquiátrico; porque, o tempo passou na janela e só as Carolinas não viram.
Se ainda der tempo de ver, os fatos registram que a família dele rouba, mata e trafica há, pelo menos, 30 anos e, o governo está sobrevivendo das reservas deixadas por Lula e Dilma.
Justo no último dia 31, em que completaram quatro anos que o senado destituiu a presidenta Dilma, rasgou a Constituição Federal, quebrou o País e fez renascer o Fascismo, foi atingida a marca de 121 mil mortes pelo Covid-19; ou seja, faltando 122 dias para terminar o ano, já foi atingido 48,4% da meta estabelecida de mortes, pelos golpistas.
Não tem como não responsabilizar os mais de 57 milhões que, infectados pelo ódio inoculado pela elite do atraso, contra a ascensão de 30 milhões de homens e mulheres que não tinham acesso a 3 refeições por dia; pois, todos são tão criminosos quanto a família de milicianos que levou o crime organizado para o Palácio do Planalto.
Agora, a pergunta que está na boca do povo é; por que a Michelle, esposa do presidente, recebeu R$ 89 mil do Queiroz? Justo quando sai do forno quentinha, mais uma constatação da não lisura do Flávio Bolsonaro, seu filho 01.
O chefe de gabinete do senador, o coronel aviador da reserva Miguel Ângelo Braga Grillo, recebeu R$ 721 mil, depositados em dinheiro vivo, em sua conta, descoberto na quebra de seu sigilo referente aos anos de 2012, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018, repassados para o esquema, segundo a revista Crusoé.
Já a mãe do miliciano morto capitão Adriano, fazia repasses em dinheiro e cheques a Queiroz, que, por sua vez, alimentava a conta de Flávio; totalizando R$ 133 mil.
O Brasil dará um grande salto de qualidade se acontecer o milagre dos descerebrados fazerem as contas do que é real e do que é imaginário; o que foi roubado pela família Bolsonaro e seus cúmplices das milícias e do governo, com provas robustas, e o que imaginam que, sem nenhuma prova, foi roubado pela família de Lula.
Bem disse a Presidenta Dilma ao receber a destituição pelo senado; repetindo Vladimir Mayakovski: "Não estamos alegres, é certo, mas também, por que razão haveríamos de ficar tristes? O mar da história é agitado.
As ameaças e as guerras havemos de atravessá-las, rompê-las ao meio, cortando-as como uma quilha corta as ondas.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

Sem causar nenhuma surpresa o IPEA divulgou que depois de atingir 100 mil mortes na pandemia, o Brasil registrou o impacto negativo de ver uma retirada mensal de dinheiro em circulação na economia equivalente a R$ 167 milhões, na renda familiar onde são os responsáveis por 25% dos domicílios.
Já venho registrando que o objetivo estratégico do governo, via Paulo Guedes, é atingir o número absurdo de 250 mil e aí, atingir uma retração de R$ 417 milhões mensais e chegar a R$ 5,421 bilhões, incluído o 13º salário.
A política de retirada de dinheiro de circulação da economia já estava em andamento nas sucessivas reduções dos reajustes do salário mínimo, que já supera os R$ 50 bilhões mensais, deixando um rastro de pobreza aguda que devolveu o País ao mapa da fome.
Por diversas vezes o ministro Paulo Guedes já veio a público afirmar que os US$ 378 bilhões deixados de reservas cambiais pelos governos Lula e Dilma, vão render de juros em aplicações a bagatela de R$ 500 bilhões por ano, o que explica que a propaganda de que a reforma da Previdência ia render R$ 1 trilhão em dez anos, nunca passou de uma deslavada mentira; o dinheiro vem daí.
Usam do expediente da seletividade nas mortes da covid-19, onde, além dos idosos atingem em cheio as populações negras e das periferias, delegando o desfio às pessoas que têm algum resquício de inteligência, compreender que a pandemia em si, veio a calhar para acelerar o avanço neoliberal de destruir a economia do País e eliminar alguns seguimentos populacionais responsáveis pelas rendas dos domicílios, que dependiam dos rendimentos de aposentadorias e pensões e o contingente dos que mais dependem das ações do Estado e, quando preciso, recorrem ao atendimento do SUS.
Toda a dinheirama economizada na sustentação dos milhares de domicílios, vai ser transferida para os bancos, assim como o anunciado lucro de R$ 325 bilhões do Banco Central que vai para o Tesouro socorrer bilionários da agiotagem através do pagamento de juros da Dívida Interna.
Portanto, não é à toa que ao denunciar negociatas sobre bancos de dados do BTG Pactual, onde Paulo Guedes figura como fundador, o Jornal GGN do jornalista Luis Nassif, sofreu imediata censura sendo obrigado, por um Juiz, a desnoticiar 11 matérias, a pedido do banco. O mesmo banco a quem Paulo Guedes, um dos donos, vendeu a carteira de títulos do Banco do Brasil, com R$ 3 bilhões, por R$ 371 milhões.
Se alguém ainda acredita nas mentiras de que Bolsonaro salvaria o Brasil de dois Vírus terríveis; corrupção e a quebra do Brasil chegou a hora de procurar um tratamento psiquiátrico; porque, o tempo passou na janela e só as Carolinas não viram.
Se ainda der tempo de ver, os fatos registram que a família dele rouba, mata e trafica há, pelo menos, 30 anos e, o governo está sobrevivendo das reservas deixadas por Lula e Dilma.
Justo no último dia 31, em que completaram quatro anos que o senado destituiu a presidenta Dilma, rasgou a Constituição Federal, quebrou o País e fez renascer o Fascismo, foi atingida a marca de 121 mil mortes pelo Covid-19; ou seja, faltando 122 dias para terminar o ano, já foi atingido 48,4% da meta estabelecida de mortes, pelos golpistas.
Não tem como não responsabilizar os mais de 57 milhões que, infectados pelo ódio inoculado pela elite do atraso, contra a ascensão de 30 milhões de homens e mulheres que não tinham acesso a 3 refeições por dia; pois, todos são tão criminosos quanto a família de milicianos que levou o crime organizado para o Palácio do Planalto.
Agora, a pergunta que está na boca do povo é; por que a Michelle, esposa do presidente, recebeu R$ 89 mil do Queiroz? Justo quando sai do forno quentinha, mais uma constatação da não lisura do Flávio Bolsonaro, seu filho 01.
O chefe de gabinete do senador, o coronel aviador da reserva Miguel Ângelo Braga Grillo, recebeu R$ 721 mil, depositados em dinheiro vivo, em sua conta, descoberto na quebra de seu sigilo referente aos anos de 2012, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018, repassados para o esquema, segundo a revista Crusoé.
Já a mãe do miliciano morto capitão Adriano, fazia repasses em dinheiro e cheques a Queiroz, que, por sua vez, alimentava a conta de Flávio; totalizando R$ 133 mil.
O Brasil dará um grande salto de qualidade se acontecer o milagre dos descerebrados fazerem as contas do que é real e do que é imaginário; o que foi roubado pela família Bolsonaro e seus cúmplices das milícias e do governo, com provas robustas, e o que imaginam que, sem nenhuma prova, foi roubado pela família de Lula.
Bem disse a Presidenta Dilma ao receber a destituição pelo senado; repetindo Vladimir Mayakovski: "Não estamos alegres, é certo, mas também, por que razão haveríamos de ficar tristes? O mar da história é agitado.
As ameaças e as guerras havemos de atravessá-las, rompê-las ao meio, cortando-as como uma quilha corta as ondas.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 


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