ELEIÇÃO E DEMOCRACIA

Rômulo Rodrigues

 

* Rômulo Rodrigues
A data magna das eleições municipais se aproxima e com isso os criminosos da democracia começam a entrar na fila do purgatório par ver se ainda têm vagas para alguma salvação perante a história. Traidores, sabujos da pior espécie já põem as mangas de fora confessando seus crimes e dos seus pares como forma de redenção.O ministro Dias Toffoli foi a Portugal só para dizer algo que todos sabem e ele próprio, não tomou nenhuma providência, que poderia ter evitado e aí, foi cúmplice e covarde.
Agora, que a vaca do Sergio Moro foi para o brejo, ele afirma com aquele tom professoral que, a força tarefa da Lava Jato e o seu dono humilharam investigados com o com o intuito de destruir a política e se candidatarem a cargos.Falta ainda dizer; extorquiram, dilapidaram o patrimônio nacional, destruíram a Petrobras e o parque da engenharia pesada brasileira, além de tentarem destruir moralmente o PT, Dilma e Lula e só destruíram o País. Toffoli tem que saber que também é responsável pela eleição de Bolsonaro e o genocídio de 160 mil brasileiros e brasileiras e que vai fechar o ano em 200 mil mortes.
O jornalista Rubem Valente publicou nessa terça feira, 03 de novembro, um artigo no UOL, em que afirma peremptoriamente que as conversa gravadas entre Romero Jucá e Sérgio Machado, vão mais além que cochichos aleatórios sobre conspiração de um golpe.
Sua atenção se concentrou nos pontos mais fortes no "grande acordo nacional para tirar Dilma de lá". Nas conversas, gravadas, Jucá diz textualmente; estava consultando, medindo a temperatura, "alguns ministros do Supremo - Toffoli entre eles? - e comandantes militares; claro que Villa Bôas, Etchegoyen, Hamilton Mourão e Augusto Heleno, a respeito do impeachment, recebendo aval desses militares.
O jornalista conclui como estarrecedor esse tipo de conversa por que, depois de 21 anos de longas noites de arbítrio, ilegalidades e crimes cometidos pela ditadura militar. Lá estava de novo parte da elite política brasileira abrindo espaço para militares opinarem sobre assuntos políticos civis. Nós sabemos como esse filme acaba, acrescenta. Esqueceu de dizer que, a exigência dos milicos era a aplicação da Lei da mordaça, sobre os crimes que praticaram.
Aliás, ainda está longe de acabar. Amargamos, no momento, além das quase 200 mil mortes pela Covid-19, os massacre praticados pelas polícias truculentas de diversos estados contra sem terras, sem tetos, quilombolas, indígenas, populações negras e periféricas.
E Toffoli? E Villas Bôas? E Etchegoyen? E Mourão? E Heleno? Quando vão ser julgados por crimes contra a humanidade?
Na verdade a trama do golpe começou em 2013 quando Jorge Lehman, presidente da Ambev e outros grandes empresários, bradaram que o País deles não suportava uma evolução que chegaria ao pleno emprego diminuindo e quase zerando o exército de reserva, ocasionando um impulso nos salários por falta de opção de troca; ou seja, enxergaram queda na mais valia e viram que a política de combate à fome, em pleno andamento, estava diminuindo em grande escala o lúmpem proletariado que era a taxa de gente miserável com a qual podiam contarpara fazerem agitações em larga escala e promoverem um clima de desordem social capaz de provocar um golpe militar tradicional.Fo aí que fizeram testes com as manifestações de junho operando nas faixas da classe média, rebeldes sem causa, com gatilhos mentais do tipo; o Brasil jamais será dominado por Cuba e pela Venezuela, nossa Bandeira jamais será vermelha e meu partido é o Brasil.
Apostando só nos disparos mentais lançaram foguetes contra a Lei Rouanet, BNDES, Petrobras e as empresas estatais que se impunham no mercado.A massificação intermitente de todo o sistema Globo cumpria seu papel de alienar as massas através de seus analistas amestrados afinados com o grande capital.
Já em 2013, surge a Lava Jato, sob o domínio da embaixadora americana, com o suporte do FBI juntos a promotores federais, a entregarem informações sigilosas do Brasil para facilitar o trabalho de destruição da Petrobras, derrubar Dilma, prender Lula e eliminar o PT. O projeto gestado não deu certo naquele ano, onde até um capitão do exército infiltrado nos Black Blocs, fez estragos suficientes para abalar a, ainda sólida democracia.
Nas eleições de 2018 o jogo foi pesado, o que reflete os 7 x 1 da Alemanha, mas, mesmo assim, Dilma venceu no segundo turno.Os golpistas se alicerçaram pela eleição do congresso nacional e Eduardo Cunha, repetindo o que havia feito o pai de Aécio Neves, com enxurrada de Dólares, conseguiu elege uma bancada de 251 deputados federais, construindo uma obediente bancada. Como os EUA elegem canalhas e exigem resultados o golpe foi construído até ser consolidado.
O livro do temer sobre o sucesso da conspiração, revela uma realidade estarrecedora. Um traidor da pátria, escrever um livro sobre sua traição, seus comparsa de crime e não ser questionado pela justiça e ainda ter publicidade na mídia, parceira do golpe.
O resultado está aí em forma de volta do País ao mapa da fome, salário mínimo retraído em 55%, o preço da cesta básica 22,7% acima da inflação, desemprego de 15 milhões de trabalhadores e a mídia encobrindo a mais forte recessão da história. No próximo dia 15, temos que fazer como a Bolívia e o Chile, virar o jogo derrotando todos os candidatos e candidatas que tenham vínculos com Bolsonaro. Na urna, digite fora Bolsonaro e confirme, para começar a reação. Estupro culposo é Toffoli no STF.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

A data magna das eleições municipais se aproxima e com isso os criminosos da democracia começam a entrar na fila do purgatório par ver se ainda têm vagas para alguma salvação perante a história. Traidores, sabujos da pior espécie já põem as mangas de fora confessando seus crimes e dos seus pares como forma de redenção.O ministro Dias Toffoli foi a Portugal só para dizer algo que todos sabem e ele próprio, não tomou nenhuma providência, que poderia ter evitado e aí, foi cúmplice e covarde.
Agora, que a vaca do Sergio Moro foi para o brejo, ele afirma com aquele tom professoral que, a força tarefa da Lava Jato e o seu dono humilharam investigados com o com o intuito de destruir a política e se candidatarem a cargos.Falta ainda dizer; extorquiram, dilapidaram o patrimônio nacional, destruíram a Petrobras e o parque da engenharia pesada brasileira, além de tentarem destruir moralmente o PT, Dilma e Lula e só destruíram o País. Toffoli tem que saber que também é responsável pela eleição de Bolsonaro e o genocídio de 160 mil brasileiros e brasileiras e que vai fechar o ano em 200 mil mortes.
O jornalista Rubem Valente publicou nessa terça feira, 03 de novembro, um artigo no UOL, em que afirma peremptoriamente que as conversa gravadas entre Romero Jucá e Sérgio Machado, vão mais além que cochichos aleatórios sobre conspiração de um golpe.
Sua atenção se concentrou nos pontos mais fortes no "grande acordo nacional para tirar Dilma de lá". Nas conversas, gravadas, Jucá diz textualmente; estava consultando, medindo a temperatura, "alguns ministros do Supremo - Toffoli entre eles? - e comandantes militares; claro que Villa Bôas, Etchegoyen, Hamilton Mourão e Augusto Heleno, a respeito do impeachment, recebendo aval desses militares.
O jornalista conclui como estarrecedor esse tipo de conversa por que, depois de 21 anos de longas noites de arbítrio, ilegalidades e crimes cometidos pela ditadura militar. Lá estava de novo parte da elite política brasileira abrindo espaço para militares opinarem sobre assuntos políticos civis. Nós sabemos como esse filme acaba, acrescenta. Esqueceu de dizer que, a exigência dos milicos era a aplicação da Lei da mordaça, sobre os crimes que praticaram.
Aliás, ainda está longe de acabar. Amargamos, no momento, além das quase 200 mil mortes pela Covid-19, os massacre praticados pelas polícias truculentas de diversos estados contra sem terras, sem tetos, quilombolas, indígenas, populações negras e periféricas.
E Toffoli? E Villas Bôas? E Etchegoyen? E Mourão? E Heleno? Quando vão ser julgados por crimes contra a humanidade?
Na verdade a trama do golpe começou em 2013 quando Jorge Lehman, presidente da Ambev e outros grandes empresários, bradaram que o País deles não suportava uma evolução que chegaria ao pleno emprego diminuindo e quase zerando o exército de reserva, ocasionando um impulso nos salários por falta de opção de troca; ou seja, enxergaram queda na mais valia e viram que a política de combate à fome, em pleno andamento, estava diminuindo em grande escala o lúmpem proletariado que era a taxa de gente miserável com a qual podiam contarpara fazerem agitações em larga escala e promoverem um clima de desordem social capaz de provocar um golpe militar tradicional.Fo aí que fizeram testes com as manifestações de junho operando nas faixas da classe média, rebeldes sem causa, com gatilhos mentais do tipo; o Brasil jamais será dominado por Cuba e pela Venezuela, nossa Bandeira jamais será vermelha e meu partido é o Brasil.
Apostando só nos disparos mentais lançaram foguetes contra a Lei Rouanet, BNDES, Petrobras e as empresas estatais que se impunham no mercado.A massificação intermitente de todo o sistema Globo cumpria seu papel de alienar as massas através de seus analistas amestrados afinados com o grande capital.Já em 2013, surge a Lava Jato, sob o domínio da embaixadora americana, com o suporte do FBI juntos a promotores federais, a entregarem informações sigilosas do Brasil para facilitar o trabalho de destruição da Petrobras, derrubar Dilma, prender Lula e eliminar o PT. O projeto gestado não deu certo naquele ano, onde até um capitão do exército infiltrado nos Black Blocs, fez estragos suficientes para abalar a, ainda sólida democracia.
Nas eleições de 2018 o jogo foi pesado, o que reflete os 7 x 1 da Alemanha, mas, mesmo assim, Dilma venceu no segundo turno.Os golpistas se alicerçaram pela eleição do congresso nacional e Eduardo Cunha, repetindo o que havia feito o pai de Aécio Neves, com enxurrada de Dólares, conseguiu elege uma bancada de 251 deputados federais, construindo uma obediente bancada. Como os EUA elegem canalhas e exigem resultados o golpe foi construído até ser consolidado.
O livro do temer sobre o sucesso da conspiração, revela uma realidade estarrecedora. Um traidor da pátria, escrever um livro sobre sua traição, seus comparsa de crime e não ser questionado pela justiça e ainda ter publicidade na mídia, parceira do golpe.
O resultado está aí em forma de volta do País ao mapa da fome, salário mínimo retraído em 55%, o preço da cesta básica 22,7% acima da inflação, desemprego de 15 milhões de trabalhadores e a mídia encobrindo a mais forte recessão da história. No próximo dia 15, temos que fazer como a Bolívia e o Chile, virar o jogo derrotando todos os candidatos e candidatas que tenham vínculos com Bolsonaro. Na urna, digite fora Bolsonaro e confirme, para começar a reação. Estupro culposo é Toffoli no STF.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 


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