AS ILAÇÕES ESTÃO MORRENDO

Rômulo Rodrigues

 

* Rômulo Rodrigues
Caminha para completar uma década que foi deflagrada uma intensa campanha na mídia brasileira para induzir grandes parcelas das massas a odiarem o partido dos trabalhadores.
O sistema Globo dedicou muitas horas de sua grade de programação para mobilizar multidões vestidas de verde e amarelo para dançarem como nas academias e cantarem em ritmo de axé o refrão da moda: ê êê, fora Dilma, fora PT.
Estava sendo incubado o vírus do ódio a um partido político e, na hora certa, chegou por aqui uma embaixadora americana, especialista em derrubar governos na América latina, colou em Moro, que acabava de criar a operação lava jato e dar início ao trabalho sujo, em parceria com a CIA e o FBI, para destruir moral e economicamente uma nação que já era determinante na agenda mundial.
Foi gasto bilhões de real para quebrar o País, a Petrobras, a Odebrecht, a OAS, destruir o projeto do Submarino nuclear e mandar a supremacia de nossa engenharia pesada para o espaço. E quem ganhou com isso? Não vem ao caso; o importante era criminalizar o PT.
A massa, como na Arena do Ludus de Cápua, se alimentava de sangue, enquanto nos camarotes, os senhores se abasteciam de vinho e sexo e então o circo estava completo e, a plebe ignara e ao delírio, toda vez que a mídia levava à execração pública, alguns petistas graduados.
De nada adiantava alguns poucos tentarem explicar que o País vivenciava uma grande farsa. O Brasil tinha encontrado seu herói; o juiz Sergio Moro, que veio para consertar a bandalheira montando uma operação lava jato, depois rebatizada de República de Curitiba.
O Partido Midiático fazia sua festa diária elevando a imagem do juiz à quase imortalidade e ele exercia seu poder absoluto de escolher as vítimas (sempre do PT), instruir os procuradores (sempre Dallagnol), selecionar delegados da Polícia Federal a dedos, sempre precedidos do japonês da federal, para executarem o plano trazido pela embaixadora e fiscalizado pela CIA e FBI.
Prenderam Lula num aeroporto para estigmatizar a República do Galeão, que levou Getúlio Vargas ao suicídio, engendraram o engodo de uma pedalada fiscal para derrubarem Dilma, pelo fato de ser mulher, condenaram e prenderam Lula para tirá-lo da eleição que liderava e, finalmente; elegeram o pior ser humano disponível na praça como presidente da República.
Já houve na história quem profetizasse que a destruição acontece sempre rapidamente e que, a construção ou reconstrução demora uma eternidade. Um caso para exemplo; quantos anos para construir as torres gêmeas? Quantos segundos para destruir? E nunca mais será reconstruída!
Nesse mesmo patamar está o País chamado Brasil. Foram 502 anos de domínio das burguesias (imperial e pós imperial); com o Brasil eternamente uma colônia dos impérios sem nunca ter participado da agenda de discussões do chamado primeiro mundo e tendo, como menosprezo, sua capital chamada de Buenos Aires, nos colóquios e convescotes dos palácios das grandes cortes.
O conforto da burguesia, ou Casa Grande, começou a ser ameaçado quando em 10 de fevereiro de 1980 foi fundado o Partido dos Trabalhadores.
Os pilares do conforto balançaram quando em 01 de janeiro de 2003 um nordestino, operário metalúrgico, assumiu a presidência da República e colocou o povo no orçamento da Nação, para, durante 12 anos transformações estruturais acontecerem, e eles deram um golpe.
Hoje, um dos pilares fundamentais do golpe está em lenta agonia e suas escaladas de mentiras vieram a público. A peça fundamental do centro do tabuleiro do Xadrez, Sergio Moro, já é visto como o que sempre foi, um bandido a serviço de uma nação estrangeira, comprado pelo preço de servir aos patrões que vão administrar as massas falidas que ele destruiu. Moro não se revelou, sempre foi o que está sendo mostrado.
Enquanto o esquema de fraudes e mentiras entra na UTI, Lula obtém a sétima vitória em tribunais onde não militam os da quadrilha de Curitiba e do TRF-4 e a imprensa dá notícias de que a fraude do Power Point encobriu um roubo de 270 milhões de reais praticados sob o manto de uma ONG fantasma, contra a Petrobrás, sob o comando de DeltanDallagnol.
Para completar o cenário fúnebre da lava jato, o filme de louvação a Moro e à turma do japonês da federal de Curitiba continua sua fracassada caminhada sem exibição.
E, de tanto nos mandarem para Cuba, quem vai lá é Lula para estrelar um filme do consagrado diretor Oliver Stone, para provar de vez que o Ex- famoso juiz está no lixo da história.
Aqui na terrinha, tem gente esperando o livro de uma não sei das quantas, jornalista, que fala sobre uma já desmentida amizade de Lula com Norberto Odebrecht que, com certeza virá cheio de novas ilações para requentar as narrativas estragadas da turma de Curitiba. Sugiro que leiam autores mais respeitados como Palmério Dória e Paulo Moreira Leite.
Porém, o espectro de um monstro ainda nos ronda: os 37% de aprovação de Bolsonaro mostram que a grande mídia não cumpre seu papel de informar e dar a real responsabilidade sobre o, até agora, número macabro de 180 mil mortes pelo Covid-19.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

Caminha para completar uma década que foi deflagrada uma intensa campanha na mídia brasileira para induzir grandes parcelas das massas a odiarem o partido dos trabalhadores.
O sistema Globo dedicou muitas horas de sua grade de programação para mobilizar multidões vestidas de verde e amarelo para dançarem como nas academias e cantarem em ritmo de axé o refrão da moda: ê êê, fora Dilma, fora PT.
Estava sendo incubado o vírus do ódio a um partido político e, na hora certa, chegou por aqui uma embaixadora americana, especialista em derrubar governos na América latina, colou em Moro, que acabava de criar a operação lava jato e dar início ao trabalho sujo, em parceria com a CIA e o FBI, para destruir moral e economicamente uma nação que já era determinante na agenda mundial.
Foi gasto bilhões de real para quebrar o País, a Petrobras, a Odebrecht, a OAS, destruir o projeto do Submarino nuclear e mandar a supremacia de nossa engenharia pesada para o espaço. E quem ganhou com isso? Não vem ao caso; o importante era criminalizar o PT.
A massa, como na Arena do Ludus de Cápua, se alimentava de sangue, enquanto nos camarotes, os senhores se abasteciam de vinho e sexo e então o circo estava completo e, a plebe ignara e ao delírio, toda vez que a mídia levava à execração pública, alguns petistas graduados.
De nada adiantava alguns poucos tentarem explicar que o País vivenciava uma grande farsa. O Brasil tinha encontrado seu herói; o juiz Sergio Moro, que veio para consertar a bandalheira montando uma operação lava jato, depois rebatizada de República de Curitiba.
O Partido Midiático fazia sua festa diária elevando a imagem do juiz à quase imortalidade e ele exercia seu poder absoluto de escolher as vítimas (sempre do PT), instruir os procuradores (sempre Dallagnol), selecionar delegados da Polícia Federal a dedos, sempre precedidos do japonês da federal, para executarem o plano trazido pela embaixadora e fiscalizado pela CIA e FBI.
Prenderam Lula num aeroporto para estigmatizar a República do Galeão, que levou Getúlio Vargas ao suicídio, engendraram o engodo de uma pedalada fiscal para derrubarem Dilma, pelo fato de ser mulher, condenaram e prenderam Lula para tirá-lo da eleição que liderava e, finalmente; elegeram o pior ser humano disponível na praça como presidente da República.
Já houve na história quem profetizasse que a destruição acontece sempre rapidamente e que, a construção ou reconstrução demora uma eternidade. Um caso para exemplo; quantos anos para construir as torres gêmeas? Quantos segundos para destruir? E nunca mais será reconstruída!
Nesse mesmo patamar está o País chamado Brasil. Foram 502 anos de domínio das burguesias (imperial e pós imperial); com o Brasil eternamente uma colônia dos impérios sem nunca ter participado da agenda de discussões do chamado primeiro mundo e tendo, como menosprezo, sua capital chamada de Buenos Aires, nos colóquios e convescotes dos palácios das grandes cortes.
O conforto da burguesia, ou Casa Grande, começou a ser ameaçado quando em 10 de fevereiro de 1980 foi fundado o Partido dos Trabalhadores.
Os pilares do conforto balançaram quando em 01 de janeiro de 2003 um nordestino, operário metalúrgico, assumiu a presidência da República e colocou o povo no orçamento da Nação, para, durante 12 anos transformações estruturais acontecerem, e eles deram um golpe.
Hoje, um dos pilares fundamentais do golpe está em lenta agonia e suas escaladas de mentiras vieram a público. A peça fundamental do centro do tabuleiro do Xadrez, Sergio Moro, já é visto como o que sempre foi, um bandido a serviço de uma nação estrangeira, comprado pelo preço de servir aos patrões que vão administrar as massas falidas que ele destruiu. Moro não se revelou, sempre foi o que está sendo mostrado.
Enquanto o esquema de fraudes e mentiras entra na UTI, Lula obtém a sétima vitória em tribunais onde não militam os da quadrilha de Curitiba e do TRF-4 e a imprensa dá notícias de que a fraude do Power Point encobriu um roubo de 270 milhões de reais praticados sob o manto de uma ONG fantasma, contra a Petrobrás, sob o comando de DeltanDallagnol.
Para completar o cenário fúnebre da lava jato, o filme de louvação a Moro e à turma do japonês da federal de Curitiba continua sua fracassada caminhada sem exibição.
E, de tanto nos mandarem para Cuba, quem vai lá é Lula para estrelar um filme do consagrado diretor Oliver Stone, para provar de vez que o Ex- famoso juiz está no lixo da história.
Aqui na terrinha, tem gente esperando o livro de uma não sei das quantas, jornalista, que fala sobre uma já desmentida amizade de Lula com Norberto Odebrecht que, com certeza virá cheio de novas ilações para requentar as narrativas estragadas da turma de Curitiba. Sugiro que leiam autores mais respeitados como Palmério Dória e Paulo Moreira Leite.
Porém, o espectro de um monstro ainda nos ronda: os 37% de aprovação de Bolsonaro mostram que a grande mídia não cumpre seu papel de informar e dar a real responsabilidade sobre o, até agora, número macabro de 180 mil mortes pelo Covid-19.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 


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