Janeiro branco

Opinião

 

A relação entre drogadição e pandemia volta à baila nes
te janeiro, quando a Organização Mundial de Saúde 
pede atenção para a saúde mental e a prevenção de patologias relacionadas à psicologia dos cidadãos. De acordo com o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), problemas emocionais favorecem o consumo de bebidas alcoólicas e o confinamento prolongado tem o potencial de mexer com a cabeça das pessoas.
Esta é a pura verdade. Fato de conhecimento público e notório, o crescimento do consumo de álcool no período mais rigoroso de quarentena, quando somente as atividades consideradas essenciais tiveram autorização para funcionar normalmente, chegou a provocar polêmicas com artistas surpreendidos nas redes sociais. De acordo com pesquisa do Ministério da Saúde, divulgada em julho, no auge da quarentena, bebeu-se quase 15% a mais do que em anos anteriores,
A constatação foi produzida por método científica, passa ao largo da mera especulação. Segundo outra pesquisa, esta da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), realizada em parceria com as universidades Federal de Minas Gerais e Estadual de Campinas, entre 24 de abril e 8 de maio, o aumento do estado depressivo pode estar relacionado ao aumento do consumo de álcool relatado durante a pandemia: 18% dos entrevistados confessaram o abuso de bebidas alcoólicas no período destacado.
 O maior aumento, de 26%, foi registrado na faixa etária de 30 anos a 39 anos de idade, e o menor entre idosos, de 11%. Quanto maior a frequência dos sentimentos de tristeza e depressão, maior o aumento do uso de bebidas alcoólicas, atingindo 24% das pessoas que têm se sentido dessa forma durante a pandemia, indicou a pesquisa.
A Covid-19 adoeceu até quem não foi contagiado pelo vírus. De fato, o revés generalizado em termos sanitários e econômicos exige a saúde mental de um Buda. Com a retomada da atividade comercial, os bares e as praias estão lotados, de norte a sul do País. Compreende-se: Não está fácil pra ninguém.

A relação entre drogadição e pandemia volta à baila nes te janeiro, quando a Organização Mundial de Saúde  pede atenção para a saúde mental e a prevenção de patologias relacionadas à psicologia dos cidadãos. De acordo com o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), problemas emocionais favorecem o consumo de bebidas alcoólicas e o confinamento prolongado tem o potencial de mexer com a cabeça das pessoas.
Esta é a pura verdade. Fato de conhecimento público e notório, o crescimento do consumo de álcool no período mais rigoroso de quarentena, quando somente as atividades consideradas essenciais tiveram autorização para funcionar normalmente, chegou a provocar polêmicas com artistas surpreendidos nas redes sociais. De acordo com pesquisa do Ministério da Saúde, divulgada em julho, no auge da quarentena, bebeu-se quase 15% a mais do que em anos anteriores,
A constatação foi produzida por método científica, passa ao largo da mera especulação. Segundo outra pesquisa, esta da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), realizada em parceria com as universidades Federal de Minas Gerais e Estadual de Campinas, entre 24 de abril e 8 de maio, o aumento do estado depressivo pode estar relacionado ao aumento do consumo de álcool relatado durante a pandemia: 18% dos entrevistados confessaram o abuso de bebidas alcoólicas no período destacado.
 O maior aumento, de 26%, foi registrado na faixa etária de 30 anos a 39 anos de idade, e o menor entre idosos, de 11%. Quanto maior a frequência dos sentimentos de tristeza e depressão, maior o aumento do uso de bebidas alcoólicas, atingindo 24% das pessoas que têm se sentido dessa forma durante a pandemia, indicou a pesquisa.
A Covid-19 adoeceu até quem não foi contagiado pelo vírus. De fato, o revés generalizado em termos sanitários e econômicos exige a saúde mental de um Buda. Com a retomada da atividade comercial, os bares e as praias estão lotados, de norte a sul do País. Compreende-se: Não está fácil pra ninguém.

 


COMPARTILHAR NAS REDES SOCIAIS