Devo, não nego

Rian Santos


  • Paura está a disposição dos curiosos nas principais plataformas de streaming.

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Redigir uma errata é, 
para mim, tão dolo
roso quanto ajoelhar no milho. Sugere falta de zelo com a informação, desleixo no trato com a notícia, algum grau de dislexia ou excesso de distração. A vergonha é imensa, tão sentida quanto frequente. Vira e mexe, recebo o castigo.
De todo modo, sempre que possível, prefiro pagar por meus pecados à vista. Peço licença, portanto, para corrigir alguns dos equívocos cometidos ao longo da semana, em atenção ao leitor. Terça-feira, por exemplo, queimei a largada e anunciei o lançamento do primeiro single de 'Auêto', projeto ainda inédito do maestro Pedrinho Mendonça. Em verdade, a boa nova não passou de precipitação. O petardo ainda está para cair na rede. Eu o recebi em primeira mão, por gentileza do amigo Ricardo Vieira, diretor musical do projeto. Afoito, dei com a língua nos dentes.
Ontem, voltei à carga. Desta vez, mandei um exagero de bolas na trave. Ao comentar o primeiro lançamento da banda Ipásia, atribuí a composição da canção 'Paura' a três de seus integrantes. Errei. Toda a banda colaborou com a concepção do single. Também atribuí a bela fotografia do vídeo clipe dirigido por Jéssica Dias a Luli Morante. Errei de novo. A própria diretora se encarregou de dar o tom da peça audiovisual. Por fim, convém esclarecer que, embora tenha sido lançado pela menina Tori, o álbum 'Ignátia' (2019) foi aglutinado ao repertório do projeto coletivo.
Mea culpa. Mea maxima culpa. Penitência paga, convém reafirmar o entusiasmo com o bom momento da música Serigy. Somente esta semana, quatro lançamentos fizeram por merecer a atenção deste jornalista que vos fala (além dos já citados, Saulo Ferreira e Dami tiveram seus trabalhos mais recentes destacados nesta página). E este é só o começo, ainda vem muita coisa boa por aí.

Rian Santos

Redigir uma errata é,  para mim, tão dolo roso quanto ajoelhar no milho. Sugere falta de zelo com a informação, desleixo no trato com a notícia, algum grau de dislexia ou excesso de distração. A vergonha é imensa, tão sentida quanto frequente. Vira e mexe, recebo o castigo.
De todo modo, sempre que possível, prefiro pagar por meus pecados à vista. Peço licença, portanto, para corrigir alguns dos equívocos cometidos ao longo da semana, em atenção ao leitor. Terça-feira, por exemplo, queimei a largada e anunciei o lançamento do primeiro single de 'Auêto', projeto ainda inédito do maestro Pedrinho Mendonça. Em verdade, a boa nova não passou de precipitação. O petardo ainda está para cair na rede. Eu o recebi em primeira mão, por gentileza do amigo Ricardo Vieira, diretor musical do projeto. Afoito, dei com a língua nos dentes.
Ontem, voltei à carga. Desta vez, mandei um exagero de bolas na trave. Ao comentar o primeiro lançamento da banda Ipásia, atribuí a composição da canção 'Paura' a três de seus integrantes. Errei. Toda a banda colaborou com a concepção do single. Também atribuí a bela fotografia do vídeo clipe dirigido por Jéssica Dias a Luli Morante. Errei de novo. A própria diretora se encarregou de dar o tom da peça audiovisual. Por fim, convém esclarecer que, embora tenha sido lançado pela menina Tori, o álbum 'Ignátia' (2019) foi aglutinado ao repertório do projeto coletivo.
Mea culpa. Mea maxima culpa. Penitência paga, convém reafirmar o entusiasmo com o bom momento da música Serigy. Somente esta semana, quatro lançamentos fizeram por merecer a atenção deste jornalista que vos fala (além dos já citados, Saulo Ferreira e Dami tiveram seus trabalhos mais recentes destacados nesta página). E este é só o começo, ainda vem muita coisa boa por aí.

 


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