Corredor Cultural Wellington Santos recebe exposições fotográficas

Cultura

 

Com novo calendário de exposições, o Corredor Cultural Wellington Santos "Irmão", localizado na sede da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) recebe, de 25 a 29 de março, as exposições "Grupo de risco, registros da quarentena" da artista Iza Foz e "Eu, barro vermelho que faz mulher" da artista Dayane Dantas. Os dois projetos foram selecionados nos editais da Lei Aldir Blanc e terão suas obras expostas virtualmente no perfil da Funcap na plataforma Instagram.
A artista Iza Foz tem 60 anos, integra o grupo de risco e se descreve como uma avó que não pode abraçar. Sobre a exposição, ela explica: "a quarentena me trouxe fotografias simples e confinadas, um espiar… e um expiar. Sem andanças e sem câmera: celular, alguns metros quadrados de apartamento e quatro janelas; alguns repentes, instantes e urgências".
Já Dayane Dantas é fotógrafa, graduanda em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal de Sergipe e experimenta desde criança a fotografia como forma de enxergar o mundo. Nessa exposição, a artista busca mostrar a relação do ser com a criação. Com um poema, a artista explica o conceito das obras. "Eu, barro vermelho que faz mulher, esculpe sinuosamente corpo e beleza da força que rasteja. Me curvo e sinto meu rosto sorrir com a brisa que dança e balança, e meu corpo se esvai, vai-se indo e sorrindo com o Sol que me toca a pele e aquece dentro de mim.
Lei Aldir Blanc - Idealizado para o apoio a classe artística durante a pandemia do COVID-19, a Lei Aldir Blanc foi realizada no estado de Sergipe pelo Governo do Estado, através da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), com recursos da Secretaria Especial de Cultura, do Ministério do Turismo e do Governo Federal.

Com novo calendário de exposições, o Corredor Cultural Wellington Santos "Irmão", localizado na sede da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) recebe, de 25 a 29 de março, as exposições "Grupo de risco, registros da quarentena" da artista Iza Foz e "Eu, barro vermelho que faz mulher" da artista Dayane Dantas. Os dois projetos foram selecionados nos editais da Lei Aldir Blanc e terão suas obras expostas virtualmente no perfil da Funcap na plataforma Instagram.
A artista Iza Foz tem 60 anos, integra o grupo de risco e se descreve como uma avó que não pode abraçar. Sobre a exposição, ela explica: "a quarentena me trouxe fotografias simples e confinadas, um espiar… e um expiar. Sem andanças e sem câmera: celular, alguns metros quadrados de apartamento e quatro janelas; alguns repentes, instantes e urgências".
Já Dayane Dantas é fotógrafa, graduanda em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal de Sergipe e experimenta desde criança a fotografia como forma de enxergar o mundo. Nessa exposição, a artista busca mostrar a relação do ser com a criação. Com um poema, a artista explica o conceito das obras. "Eu, barro vermelho que faz mulher, esculpe sinuosamente corpo e beleza da força que rasteja. Me curvo e sinto meu rosto sorrir com a brisa que dança e balança, e meu corpo se esvai, vai-se indo e sorrindo com o Sol que me toca a pele e aquece dentro de mim.

Lei Aldir Blanc -
Idealizado para o apoio a classe artística durante a pandemia do COVID-19, a Lei Aldir Blanc foi realizada no estado de Sergipe pelo Governo do Estado, através da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), com recursos da Secretaria Especial de Cultura, do Ministério do Turismo e do Governo Federal.

 


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