A pleno vapor

Opinião

 

O Governo de Sergipe não desistiu da Fafen. 
Foram meses de trabalho, a fim de preservar 
empregos e a capacidade produtiva da fábrica de fertilizantes localizada em Laranjeiras. Um desfecho razoável para os trabalhadores parecia fora de cogitação. Último sábado, no entanto, as máquinas voltaram a funcionar, a pleno vapor.
Depois de fechar as portas por decisão insensível da Petrobras, após longo período de hibernação, a fábrica retomou a produção de uréia, em fase de testes, último sábado. Sob a administração da Unigel Agro, a antiga Fafen tem o potencial de gerar milhares de empregos diretos e indiretos.
O impacto no mercado de trabalho local, aliás, explica o esforço do governador Belivaldo Chagas, que se empenhou pessoalmente na resolução do impasse. A situação de penúria da economia sergipana é pública e notória. O próprio governador fala abertamente das dificuldades, de maneira muito franca. Em tal contexto, Sergipe não poderia mesmo se dar ao luxo de fechar centenas de postos de trabalho, impunemente. Por isso o caso da Fafen mobilizou tanta gente.
Espera-se que a semente plantada pelo executivo estadual dê bons frutos. De fato, lavar as mãos ante a extinção da Fafen seria o mesmo que aceitar o crescimento do desemprego e a queda na arrecadação, bovinamente. Aceitar a derrota sempre esteve fora de cogitação. Afinal de contas, afora a justa apreensão dos trabalhadores, todo o entorno perde muito quando uma fábrica fecha as portas.

O Governo de Sergipe não desistiu da Fafen.  Foram meses de trabalho, a fim de preservar  empregos e a capacidade produtiva da fábrica de fertilizantes localizada em Laranjeiras. Um desfecho razoável para os trabalhadores parecia fora de cogitação. Último sábado, no entanto, as máquinas voltaram a funcionar, a pleno vapor.
Depois de fechar as portas por decisão insensível da Petrobras, após longo período de hibernação, a fábrica retomou a produção de uréia, em fase de testes, último sábado. Sob a administração da Unigel Agro, a antiga Fafen tem o potencial de gerar milhares de empregos diretos e indiretos.
O impacto no mercado de trabalho local, aliás, explica o esforço do governador Belivaldo Chagas, que se empenhou pessoalmente na resolução do impasse. A situação de penúria da economia sergipana é pública e notória. O próprio governador fala abertamente das dificuldades, de maneira muito franca. Em tal contexto, Sergipe não poderia mesmo se dar ao luxo de fechar centenas de postos de trabalho, impunemente. Por isso o caso da Fafen mobilizou tanta gente.
Espera-se que a semente plantada pelo executivo estadual dê bons frutos. De fato, lavar as mãos ante a extinção da Fafen seria o mesmo que aceitar o crescimento do desemprego e a queda na arrecadação, bovinamente. Aceitar a derrota sempre esteve fora de cogitação. Afinal de contas, afora a justa apreensão dos trabalhadores, todo o entorno perde muito quando uma fábrica fecha as portas.

 


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