À espera de um milagre

Opinião

 

Enquanto o presidente Jair Bolsonaro dispara flatulências 
pela boca, a fim de se opor às medidas de contenção 
adotadas por governadores e prefeitos premidos pela pandemia, o Brasil enfrenta o colapso iminente do Sistema Único de Saúde. Em quase todas as capitais, de norte a sul do País, já faltam vagas em hospitais públicos e também nos privados. No momento mais agudo da crise, com média diária de milhares de mortos, o presidente ignora a escassez de leitos e ataca as medidas de isolamento capazes de desacelerar o contágio.
Pelo menos 21 capitais já ultrapassaram a temerária marca de 90% de ocupação dos leitos disponíveis. No Distrito Federal, há 390 vítimas do Covid-19 à espera de um leito de UTI. Sem ter a quem recorrer, os cidadãos se agarram à esperança de conseguir dar entrada em um hospital como quem aguarda um milagre.
A situação se repete em todas as regiões do Brasil. Em Aracaju, Salvador, Recife, Natal, São Luís, Piauí, Macapá, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre... Em quase todo o Brasil. Apenas duas capitais se encontram em situação um pouco mais confortável. Em Manaus 77% das vagas estão ocupadas. Em Boa Vista, a taxa de ocupação é de 48%.
Ao contrário do que supõem os desinformados, abrir vagas de UTI no atual contexto não é tarefa fácil. Há fadiga de material humano. Após um ano de combate contra o vírus, muitos profissionais de saúde foram vencidos pelo vírus. Mesmo quando o caso não é de óbito, médicos e enfermeiros restam sobrecarregados.
Aos brasileiros, resta ignorar as bravatas do presidente. Cabe à população adotar medidas relativamente simples: Permanecer em casa o maior tempo possível, respeitar os protocolos do distanciamento social e se abster de divulgar informações falsas. Se não por espírito coletivo, pelo receio de morrer na fila do hospital.

Enquanto o presidente Jair Bolsonaro dispara flatulências  pela boca, a fim de se opor às medidas de contenção  adotadas por governadores e prefeitos premidos pela pandemia, o Brasil enfrenta o colapso iminente do Sistema Único de Saúde. Em quase todas as capitais, de norte a sul do País, já faltam vagas em hospitais públicos e também nos privados. No momento mais agudo da crise, com média diária de milhares de mortos, o presidente ignora a escassez de leitos e ataca as medidas de isolamento capazes de desacelerar o contágio.
Pelo menos 21 capitais já ultrapassaram a temerária marca de 90% de ocupação dos leitos disponíveis. No Distrito Federal, há 390 vítimas do Covid-19 à espera de um leito de UTI. Sem ter a quem recorrer, os cidadãos se agarram à esperança de conseguir dar entrada em um hospital como quem aguarda um milagre.
A situação se repete em todas as regiões do Brasil. Em Aracaju, Salvador, Recife, Natal, São Luís, Piauí, Macapá, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre... Em quase todo o Brasil. Apenas duas capitais se encontram em situação um pouco mais confortável. Em Manaus 77% das vagas estão ocupadas. Em Boa Vista, a taxa de ocupação é de 48%.
Ao contrário do que supõem os desinformados, abrir vagas de UTI no atual contexto não é tarefa fácil. Há fadiga de material humano. Após um ano de combate contra o vírus, muitos profissionais de saúde foram vencidos pelo vírus. Mesmo quando o caso não é de óbito, médicos e enfermeiros restam sobrecarregados.
Aos brasileiros, resta ignorar as bravatas do presidente. Cabe à população adotar medidas relativamente simples: Permanecer em casa o maior tempo possível, respeitar os protocolos do distanciamento social e se abster de divulgar informações falsas. Se não por espírito coletivo, pelo receio de morrer na fila do hospital.

 


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