2021 Ano Internacional das Frutas e Vegetais

Saumínio Nascimento

 

Conforme divulgado 
pela Diretora Ge ral 
da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), QU Dongyu, 2021 será o Ano Internacional das Frutas e Vegetais, portanto, um apelo para melhorar a produção de alimentos saudáveis e sustentáveis através da inovação e tecnologia e para reduzir a perda e o desperdício de alimentos.
A intenção da Organização das Nações Unidas (ONU) é aumentar a conscientização sobre o importante papel das frutas e vegetais na nutrição humana, segurança alimentar e saúde.
A liderança e acompanhamento será da FAO, agência líder para celebrar o ano em colaboração com outras organizações. Ressalte-se que na visão de dirigentes da entidade internacional, a pandemia COVID-19 desafiou as pessoas a encontrar novas maneiras de combater a fome e a desnutrição, dessa forma, precisaremos aproveitar e potencializar o uso de tecnologias digitais na melhoria da nutrição e nas oportunidades de mercado. Além disso, com a atual crise de saúde que enfrentamos em todo o mundo, precisamos promover dietas saudáveis para fortalecer nosso sistema imunológico.
Para a FAO ao mesmo tempo em que temos os desafios de melhorar a produção e as cadeias agroalimentares, precisaremos melhorar a infraestrutura e as práticas agrícolas, apoiando de forma especial, os pequenos agricultores. E frutas e vegetais são oportunidades para agricultores criarem safras comerciais.
Cabe destacar o papel do Chile para a proclamação do Ano Internacional da Frutas e Legumes, pois no entendimento de seu Ministro da Agricultura, Antonio Walker, existem muitos desafios na promoção de hábitos alimentares saudáveis ao mesmo tempo em que necessitamos de uma ação coordenada para conter a desnutrição.
Nesta mesma linha, a Itália se predispôs a compartilhar seu conhecimento e experiência na produção sustentável, pois o país é reconhecido pela dieta mediterrânica como um tesouro cultural da UNESCO.
Segundo a FAO, frutas e vegetais são boas fontes de fibra dietética, vitaminas e minerais e fitoquímicos benéficos. A FAO e a Organização Mundial da Saúde recomendam que cada adulto consuma pelo menos 400 gramas de frutas e vegetais diariamente para prevenir doenças crônicas, como câncer, diabetes, doenças cardíacas e obesidade, bem como para combater as deficiências de micronutrientes.
Precisamos ter mais cuidados com a perda e desperdício de alimentos e no setor de frutas e vegetais, este problema é persistente e com consequências nefastas para os mais carentes. Além disso, existe a questão da necessidade de manutenção de segurança e qualidade nas frutas e vegetais com produtos frescos e preservados de seu valor nutritivo.
Para a FAO, a perda de alimentos e a redução do desperdício melhora a segurança alimentar e nutricional, reduz as emissões de gases de efeito estufa, diminui a pressão sobre os recursos hídricos e terrestres e pode aumentar a produtividade e o crescimento econômico.
Os dados da FAO apontam que cerca de 50 por cento das frutas e vegetais produzidos nos países em desenvolvimento são perdidos na cadeia de abastecimento entre a colheita e o consumo.
Segundo a FAO, o Ano Internacional de Frutas e Vegetais 2021 se enquadra na Década de Ação da  ONU sobre Nutrição (2016-2025)  e na  Década da Agricultura Familiar das Nações Unidas (UNDFF 2019-2028). Essas observâncias se reforçam mutuamente, proporcionando maior visibilidade aos pequenos produtores e aumentando a conscientização sobre a segurança alimentar e nutricional.
Aqui no Brasil precisamos aderir mais a este quesito lançado pela FAO, pois mesmo com a nossa diversidade e abundância de frutas e vegetais, ainda temos necessidade de aumentar a conscientização da população sobre a importância das frutas e vegetais na contribuição para a melhoria de nossa nutrição.
Vi que recentemente o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) órgão vinculado ao Ministério da Educação, comemorou os 66 anos do Programa Nacional de Alimentação Escolar e é considerado um dos maiores programas de alimentação escolar do mundo e que a sua atuação tem se pautado nesta lógica que está sendo lançada pela FAO/ONU.
Assim, entende-se que a promoção de políticas que com base em evidências e o intercâmbio de boas práticas avancem e maximizem a contribuição de frutas e vegetais para o desenvolvimento sustentável do nosso país.
Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), o Brasil é o terceiro maior produtor mundial de frutas com cerca de 45 milhões de toneladas ao ano, das quais 65% são consumidas internamente e 35% são destinadas ao mercado externo. Já o mercado brasileiro de hortaliças é altamente diversificado e segmentado, com o volume de produção concentrado em seis espécies - batata, tomate, melancia, alface, cebola e cenoura, sendo a agricultura familiar responsável por mais da metade da produção. Domesticar espécies nativas, como o guaranazeiro, para que sejam mais produtivas e resistentes às doenças é um ganho advindo da pesquisa agropecuária. Outras tecnologias, tais como os clones de cajueiro-anão precoce, possibilitam ao produtor viabilizar economicamente a produção mesmo em condições adversas de clima. É também a disponibilização de tecnologias que possibilita ao Brasil produzir uvas até mesmo no Semiárido e colher duas safras de mangas. Conheça abaixo algumas dessas contribuições da pesquisa agropecuária.
Por tudo isso temos condições de estarmos entre os principais países na promoção do ano de 2021 como o ano internacional das frutas e vegetais.
A Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas do Brasil aponta que aliar o consumo de frutas a uma dieta balanceada, com a inclusão de legumes, verduras, grãos e proteínas, contribui para o equilíbrio nutricional.
O objetivo deste breve ensaio foi ser mais um contributo na promoção dos objetivos do ano internacional das frutas e legumes, na perspectiva de possamos despertar leitores em auxiliar para que as frutas e hortaliças estejam mais presentes na dieta do brasileiro.

Conforme divulgado  pela Diretora Ge ral  da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), QU Dongyu, 2021 será o Ano Internacional das Frutas e Vegetais, portanto, um apelo para melhorar a produção de alimentos saudáveis e sustentáveis através da inovação e tecnologia e para reduzir a perda e o desperdício de alimentos.A intenção da Organização das Nações Unidas (ONU) é aumentar a conscientização sobre o importante papel das frutas e vegetais na nutrição humana, segurança alimentar e saúde.
A liderança e acompanhamento será da FAO, agência líder para celebrar o ano em colaboração com outras organizações. Ressalte-se que na visão de dirigentes da entidade internacional, a pandemia COVID-19 desafiou as pessoas a encontrar novas maneiras de combater a fome e a desnutrição, dessa forma, precisaremos aproveitar e potencializar o uso de tecnologias digitais na melhoria da nutrição e nas oportunidades de mercado. Além disso, com a atual crise de saúde que enfrentamos em todo o mundo, precisamos promover dietas saudáveis para fortalecer nosso sistema imunológico.
Para a FAO ao mesmo tempo em que temos os desafios de melhorar a produção e as cadeias agroalimentares, precisaremos melhorar a infraestrutura e as práticas agrícolas, apoiando de forma especial, os pequenos agricultores. E frutas e vegetais são oportunidades para agricultores criarem safras comerciais.
Cabe destacar o papel do Chile para a proclamação do Ano Internacional da Frutas e Legumes, pois no entendimento de seu Ministro da Agricultura, Antonio Walker, existem muitos desafios na promoção de hábitos alimentares saudáveis ao mesmo tempo em que necessitamos de uma ação coordenada para conter a desnutrição.
Nesta mesma linha, a Itália se predispôs a compartilhar seu conhecimento e experiência na produção sustentável, pois o país é reconhecido pela dieta mediterrânica como um tesouro cultural da UNESCO.
Segundo a FAO, frutas e vegetais são boas fontes de fibra dietética, vitaminas e minerais e fitoquímicos benéficos. A FAO e a Organização Mundial da Saúde recomendam que cada adulto consuma pelo menos 400 gramas de frutas e vegetais diariamente para prevenir doenças crônicas, como câncer, diabetes, doenças cardíacas e obesidade, bem como para combater as deficiências de micronutrientes.
Precisamos ter mais cuidados com a perda e desperdício de alimentos e no setor de frutas e vegetais, este problema é persistente e com consequências nefastas para os mais carentes. Além disso, existe a questão da necessidade de manutenção de segurança e qualidade nas frutas e vegetais com produtos frescos e preservados de seu valor nutritivo.
Para a FAO, a perda de alimentos e a redução do desperdício melhora a segurança alimentar e nutricional, reduz as emissões de gases de efeito estufa, diminui a pressão sobre os recursos hídricos e terrestres e pode aumentar a produtividade e o crescimento econômico.
Os dados da FAO apontam que cerca de 50 por cento das frutas e vegetais produzidos nos países em desenvolvimento são perdidos na cadeia de abastecimento entre a colheita e o consumo.
Segundo a FAO, o Ano Internacional de Frutas e Vegetais 2021 se enquadra na Década de Ação da  ONU sobre Nutrição (2016-2025)  e na  Década da Agricultura Familiar das Nações Unidas (UNDFF 2019-2028). Essas observâncias se reforçam mutuamente, proporcionando maior visibilidade aos pequenos produtores e aumentando a conscientização sobre a segurança alimentar e nutricional.
Aqui no Brasil precisamos aderir mais a este quesito lançado pela FAO, pois mesmo com a nossa diversidade e abundância de frutas e vegetais, ainda temos necessidade de aumentar a conscientização da população sobre a importância das frutas e vegetais na contribuição para a melhoria de nossa nutrição.
Vi que recentemente o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) órgão vinculado ao Ministério da Educação, comemorou os 66 anos do Programa Nacional de Alimentação Escolar e é considerado um dos maiores programas de alimentação escolar do mundo e que a sua atuação tem se pautado nesta lógica que está sendo lançada pela FAO/ONU.
Assim, entende-se que a promoção de políticas que com base em evidências e o intercâmbio de boas práticas avancem e maximizem a contribuição de frutas e vegetais para o desenvolvimento sustentável do nosso país.
Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), o Brasil é o terceiro maior produtor mundial de frutas com cerca de 45 milhões de toneladas ao ano, das quais 65% são consumidas internamente e 35% são destinadas ao mercado externo. Já o mercado brasileiro de hortaliças é altamente diversificado e segmentado, com o volume de produção concentrado em seis espécies - batata, tomate, melancia, alface, cebola e cenoura, sendo a agricultura familiar responsável por mais da metade da produção. Domesticar espécies nativas, como o guaranazeiro, para que sejam mais produtivas e resistentes às doenças é um ganho advindo da pesquisa agropecuária. Outras tecnologias, tais como os clones de cajueiro-anão precoce, possibilitam ao produtor viabilizar economicamente a produção mesmo em condições adversas de clima. É também a disponibilização de tecnologias que possibilita ao Brasil produzir uvas até mesmo no Semiárido e colher duas safras de mangas. Conheça abaixo algumas dessas contribuições da pesquisa agropecuária.
Por tudo isso temos condições de estarmos entre os principais países na promoção do ano de 2021 como o ano internacional das frutas e vegetais.
A Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas do Brasil aponta que aliar o consumo de frutas a uma dieta balanceada, com a inclusão de legumes, verduras, grãos e proteínas, contribui para o equilíbrio nutricional.
O objetivo deste breve ensaio foi ser mais um contributo na promoção dos objetivos do ano internacional das frutas e legumes, na perspectiva de possamos despertar leitores em auxiliar para que as frutas e hortaliças estejam mais presentes na dieta do brasileiro.

 


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