O CÉREBRO E O COFRE DA MORTANDADE DA PANDEMIA ESTÃO LÁ FORA

Opinião

 

* Rômulo Rodrigues
É público, notório e beira o ridículo o esforço do jornalismo patronal, parceiro do projeto neoliberal conduzido por Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, em pautar diuturnamente sua opinião publicada, de exclusivo interesse deles, como sendo a consciência da opinião pública.
Um jornalismo entreguista, porque golpista, que quer que o País volte a ser uma imensa colônia agrícola e exportadora de alimentos e commodities, que sequer é capaz de dar o espaço merecido às denúncias do jornal francês Le Monde.
Se mantém no atraso publicando jornais falidos, que pouca gente lê, apenas e ainda, para servirem como produtores de chamadas espalhafatosas nos telejornais e, com isso, ir mantendo os descerebrados em permanente desinformação.
Claro que a imensa maioria da população já não lê mais os jornais O Globo, Folha de S. Paulo e Estadão, mesmo assim, eles teriam por dever ético e moral destacar as denúncias do jornal francês.
A reportagem do jornal é extensa e carregada de petardos explosivos contra a operação lava jato e sua submissão aos interesses econômicos dos Estados Unidos.
A revelação mais contundente; o objetivo da lava jato era acabar com a ameaça representada pelo crescimento das empresas brasileiras, que punham em risco os interesses dos Estados Unidos.
Nos desdobramentos vem o que quase todo mundo sabe, mas o jornalismo da elite insiste em encobrir com variadas mentiras para sufocar a verdade.
O real interesse dos EUA só foi amplamente realizável quando escolheram a dedo um juiz, Sergio Moro, levaram para treinar lá, e mandaram de volta para cumprir duas tarefas centrais; 1) quebrar a Odebrecht que estava a todo vapor ganhando contratos na África e; 2) prender  Lula que era tratado como Estadista e se impunha ao mundo, principalmente, no continente africano e parte da Ásia.
A reportagem lembra que tudo começou em 2007, no governo Bush, incomodado por não poder mais cooptar a diplomacia brasileira para seu programa de combate ao terrorismo, - diga-se, invadir o Iraque e a Líbia para se apropriar do Petróleo.
Foi aí que o embaixador Clifford Sobel teve a missão de criar um grupo de experts brasileiros, simpáticos aos seus métodos.
Qualquer semelhança com outro embaixador, Lincoln Gordon, na preparação e execução do golpe militar de 1964, não é mera coincidência.
Assim, segundo o Le Monde, naquele ano, Sergio Moro foi convidado para um encontro, financiado pelo Departamento de Estado dos EUA, aceitou o convite e fez contatos com diversos representantes do FBI, do Departamento de Justiça e do próprio Departamento de Estado dos EUA, o mesmo que ministério da relações Exteriores, quando os Estados Unidos criaram um cargo de "conselheiro jurídico" na embaixada brasileira e entregaram a Karine Moreno-Taxman, especialista em combate à lavagem de dinheiro e ao terrorismo. "Pera lá, tudo isso acontecendo nas barbas da poderosa grande imprensa brasileira e ninguém sentiu nenhum cheiro de grande traição à pátria, que pudesse aguçar o senso investigativo no jornalismo"?
Interessante; o projeto dos EUA para disseminar seus métodos consistia em criar grupos de trabalho anticorrupção para aplicação de sua doutrina jurídica (principalmente o sistema de recompensa para delações premiadas) chamado; "projeto pontes", e a imprensa não fez nenhuma ligação quando o projeto para derrubar Dilma, chamou-se; "ponte para o futuro".
Em novembro de 2009, a conspiração foi deflagrada quando a assessora jurídica da embaixada americana é convidada a falar na conferência anual de policiais federais do Brasil, em Fortaleza, no Ceará, onde tinham 500 profissionais de manutenção da ordem, da segurança e do direito, para debater o tema: "Luta contra a corrupção". Bem na linha do Fascismo em 1922 e do Nazismo em 1933.
Tudo isso aconteceu sob o maior silêncio da grande imprensa e sob a tolerância republicana do segundo governo Lula.
O juiz Moro, palestrante máster, cita o ex-presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt para atacar crimes de colarinho branco e apontar a ineficiência e falhas da justiça brasileira, sobre recursos infinitos que favoreciam os advogados.
Ai, nascia a doutrina da lava jato que consistia em prender sem acusação, coagir para obter confissões forçadas em depoimentos previamente montados pelos procuradores orientados pelo juiz e deixando a palavra final para quem realmente patrocinava o processo de destruição de uma nação soberana.
Na fila da frente da plateia estava a assessora da embaixada americana, senhora Moreno-Taxman, que fala logo após a abertura feita pelo juiz Sergio Moro.
Com voz mansa e pausada, sentencia que, é necessário correr atrás do "rei" de uma maneira sistemática e constante para derruba-lo.
Alguém duvida que naquele momento estava aberta a temporada de caça a Lula como condição "SineQua Non" para a conquista do mercado internacional da Indústria Pesada da Construção Civil e das riquezas do nosso Petróleo?
A grande imprensa, sempre parceira de qualquer investida que signifique ataque à soberania do País, a tudo assistiu, ouviu e fez ouvidos de mercadores.
Aguardemos atingir o número alarmante de mais de 500 mil mortes, ou mais, como coroamento do "projeto pontes".
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

É público, notório e beira o ridículo o esforço do jornalismo patronal, parceiro do projeto neoliberal conduzido por Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, em pautar diuturnamente sua opinião publicada, de exclusivo interesse deles, como sendo a consciência da opinião pública.
Um jornalismo entreguista, porque golpista, que quer que o País volte a ser uma imensa colônia agrícola e exportadora de alimentos e commodities, que sequer é capaz de dar o espaço merecido às denúncias do jornal francês Le Monde.
Se mantém no atraso publicando jornais falidos, que pouca gente lê, apenas e ainda, para servirem como produtores de chamadas espalhafatosas nos telejornais e, com isso, ir mantendo os descerebrados em permanente desinformação.
Claro que a imensa maioria da população já não lê mais os jornais O Globo, Folha de S. Paulo e Estadão, mesmo assim, eles teriam por dever ético e moral destacar as denúncias do jornal francês.
A reportagem do jornal é extensa e carregada de petardos explosivos contra a operação lava jato e sua submissão aos interesses econômicos dos Estados Unidos.
A revelação mais contundente; o objetivo da lava jato era acabar com a ameaça representada pelo crescimento das empresas brasileiras, que punham em risco os interesses dos Estados Unidos.
Nos desdobramentos vem o que quase todo mundo sabe, mas o jornalismo da elite insiste em encobrir com variadas mentiras para sufocar a verdade.
O real interesse dos EUA só foi amplamente realizável quando escolheram a dedo um juiz, Sergio Moro, levaram para treinar lá, e mandaram de volta para cumprir duas tarefas centrais; 1) quebrar a Odebrecht que estava a todo vapor ganhando contratos na África e; 2) prender  Lula que era tratado como Estadista e se impunha ao mundo, principalmente, no continente africano e parte da Ásia.
A reportagem lembra que tudo começou em 2007, no governo Bush, incomodado por não poder mais cooptar a diplomacia brasileira para seu programa de combate ao terrorismo, - diga-se, invadir o Iraque e a Líbia para se apropriar do Petróleo.
Foi aí que o embaixador Clifford Sobel teve a missão de criar um grupo de experts brasileiros, simpáticos aos seus métodos.
Qualquer semelhança com outro embaixador, Lincoln Gordon, na preparação e execução do golpe militar de 1964, não é mera coincidência.
Assim, segundo o Le Monde, naquele ano, Sergio Moro foi convidado para um encontro, financiado pelo Departamento de Estado dos EUA, aceitou o convite e fez contatos com diversos representantes do FBI, do Departamento de Justiça e do próprio Departamento de Estado dos EUA, o mesmo que ministério da relações Exteriores, quando os Estados Unidos criaram um cargo de "conselheiro jurídico" na embaixada brasileira e entregaram a Karine Moreno-Taxman, especialista em combate à lavagem de dinheiro e ao terrorismo. "Pera lá, tudo isso acontecendo nas barbas da poderosa grande imprensa brasileira e ninguém sentiu nenhum cheiro de grande traição à pátria, que pudesse aguçar o senso investigativo no jornalismo"?
Interessante; o projeto dos EUA para disseminar seus métodos consistia em criar grupos de trabalho anticorrupção para aplicação de sua doutrina jurídica (principalmente o sistema de recompensa para delações premiadas) chamado; "projeto pontes", e a imprensa não fez nenhuma ligação quando o projeto para derrubar Dilma, chamou-se; "ponte para o futuro".
Em novembro de 2009, a conspiração foi deflagrada quando a assessora jurídica da embaixada americana é convidada a falar na conferência anual de policiais federais do Brasil, em Fortaleza, no Ceará, onde tinham 500 profissionais de manutenção da ordem, da segurança e do direito, para debater o tema: "Luta contra a corrupção". Bem na linha do Fascismo em 1922 e do Nazismo em 1933.
Tudo isso aconteceu sob o maior silêncio da grande imprensa e sob a tolerância republicana do segundo governo Lula.
O juiz Moro, palestrante máster, cita o ex-presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt para atacar crimes de colarinho branco e apontar a ineficiência e falhas da justiça brasileira, sobre recursos infinitos que favoreciam os advogados.
Ai, nascia a doutrina da lava jato que consistia em prender sem acusação, coagir para obter confissões forçadas em depoimentos previamente montados pelos procuradores orientados pelo juiz e deixando a palavra final para quem realmente patrocinava o processo de destruição de uma nação soberana.
Na fila da frente da plateia estava a assessora da embaixada americana, senhora Moreno-Taxman, que fala logo após a abertura feita pelo juiz Sergio Moro.
Com voz mansa e pausada, sentencia que, é necessário correr atrás do "rei" de uma maneira sistemática e constante para derruba-lo.
Alguém duvida que naquele momento estava aberta a temporada de caça a Lula como condição "SineQua Non" para a conquista do mercado internacional da Indústria Pesada da Construção Civil e das riquezas do nosso Petróleo?
A grande imprensa, sempre parceira de qualquer investida que signifique ataque à soberania do País, a tudo assistiu, ouviu e fez ouvidos de mercadores.
Aguardemos atingir o número alarmante de mais de 500 mil mortes, ou mais, como coroamento do "projeto pontes".

* Rômulo Rodrigues é militante político

 


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