Vontade política

Opinião

 

Enquanto o governo federal reduz e restringe o 
acesso ao auxílio emergencial proposto e apro-
vado pela Câmara dos Deputados, durante a primeira onda da pandemia ainda em curso, a Prefeitura de Aracaju dá exemplo de compromisso com o bem estar da população. Ontem, o prefeito Edvaldo Nogueira convocou a imprensa para informar a respeito do auxílio a ser concedido a cinco mil famílias da capital sergipana em situação de vulnerabilidade econômica e social.
Não se trata de esmola, como acabou virando o caso do auxílio fornecido pelo presidente Bolsonaro. Mas do reconhecimento de que as dificuldades derivadas da pandemia não serão superadas tão cedo e ferem de morte as camadas mais pobres da população.
"O auxílio é justamente para as pessoas que estão vivendo em maior dificuldade, sem emprego, sem renda, e que não conseguiram acessar outros auxílios".
A ajuda financeira para quem mais precisa chega junto com um extenso pacote de medidas adotadas pelo município, a fim de minimizar o estrago da covid-19 na economia local. Além do Auxílio Municipal Emergencial (AME) no valor de R$ 600, em três parcelas, o programa prevê a suspensão ou ampliação do prazo para o pagamento do IPTU, ISS e TLF. Além disso, cancela débitos tributários, ajuizados ou não, decorrentes do IPTU e prorroga a validade de certidões e alvarás.
O esforço da prefeitura de Aracaju é a prova de que, com boa vontade e sensibilidade política, não faltaria recurso para amenizar a fome dos 125 milhões de brasileiro em situação de insegurança alimentar. De barriga cheia, o presidente Bolsonaro não faz mais porque não quer.

Enquanto o governo federal reduz e restringe o  acesso ao auxílio emergencial proposto e apro- vado pela Câmara dos Deputados, durante a primeira onda da pandemia ainda em curso, a Prefeitura de Aracaju dá exemplo de compromisso com o bem estar da população. Ontem, o prefeito Edvaldo Nogueira convocou a imprensa para informar a respeito do auxílio a ser concedido a cinco mil famílias da capital sergipana em situação de vulnerabilidade econômica e social.
Não se trata de esmola, como acabou virando o caso do auxílio fornecido pelo presidente Bolsonaro. Mas do reconhecimento de que as dificuldades derivadas da pandemia não serão superadas tão cedo e ferem de morte as camadas mais pobres da população.
"O auxílio é justamente para as pessoas que estão vivendo em maior dificuldade, sem emprego, sem renda, e que não conseguiram acessar outros auxílios".
A ajuda financeira para quem mais precisa chega junto com um extenso pacote de medidas adotadas pelo município, a fim de minimizar o estrago da covid-19 na economia local. Além do Auxílio Municipal Emergencial (AME) no valor de R$ 600, em três parcelas, o programa prevê a suspensão ou ampliação do prazo para o pagamento do IPTU, ISS e TLF. Além disso, cancela débitos tributários, ajuizados ou não, decorrentes do IPTU e prorroga a validade de certidões e alvarás.
O esforço da prefeitura de Aracaju é a prova de que, com boa vontade e sensibilidade política, não faltaria recurso para amenizar a fome dos 125 milhões de brasileiro em situação de insegurança alimentar. De barriga cheia, o presidente Bolsonaro não faz mais porque não quer.

 


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