Presos três suspeitos por morte de mulher desaparecida

Geral


  • Apesar das buscas, o corpo ainda não foi encontrado

 

A Polícia Civil desvendou o desaparecimento de Urânia Guimarães Oliveira, que não foi mais vista desde o último dia 13 de fevereiro. Ontem, uma operação deflagrada por cinco unidades do órgão resultou nas prisões de Adriane Ribeiro Cardoso e de Igor José dos Santos Santana, que segundo as investigações, são suspeitos pelo assassinato de Urânia, cujo corpo ainda não foi encontrado.
A ação policial foi realizada pelo Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV), Divisão de Inteligência (Dipol) e Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core). O Corpo de Bombeiros participou da operação, ajudando nas buscas pelo corpo da vítima.
Segundo a polícia, Adriane foi localizada no bairro Santa Maria, em Aracaju; já Igor foi detido no povoado São José, em Japaratuba. Um terceiro envolvido no crime, identificado como Robson Chagas Ramos, já havia sido preso, em cumprimento a mandado de prisão definitiva por furto.
De acordo com a delegada Thereza Simony, a vítima morava em São Cristóvão (Grande Aracaju) e desapareceu no sábado de Carnaval. A motivação do crime, apurada pelas investigações, foi relacionada à uma denúncia ao Conselho Tutelar que teria sido feita pela vítima, sobre maus tratos que eram praticados por Adriane contra o próprio filho. "Recebemos um disque-denúncia sobre a morte da senhora Urânia. O relato informava que ela teria sido morta por ter denunciado uma jovem de nome Adriane Ribeiro Cardoso sobre maus tratos ao filho menor dela e que o corpo estaria enterrado na Praia do Jatobá, na Barra dos Coqueiros", detalhou.
A delegada informou que a denúncia de agressão foi confirmada pelo Conselho Tutelar. "Encaminhamos a equipe a São Cristóvão, onde foi confirmada a denúncia ao Conselho Tutelar. Na notificação feita pelo Conselho Tutelar, Adriane ameaçou Urânia de morte. Elas discutiram nessa hora", complementou Thereza. Durante as investigações, várias pessoas foram ouvidas e diligências iniciadas, resultando na identificação dos suspeitos de cometerem o crime.

A Polícia Civil desvendou o desaparecimento de Urânia Guimarães Oliveira, que não foi mais vista desde o último dia 13 de fevereiro. Ontem, uma operação deflagrada por cinco unidades do órgão resultou nas prisões de Adriane Ribeiro Cardoso e de Igor José dos Santos Santana, que segundo as investigações, são suspeitos pelo assassinato de Urânia, cujo corpo ainda não foi encontrado.
A ação policial foi realizada pelo Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV), Divisão de Inteligência (Dipol) e Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core). O Corpo de Bombeiros participou da operação, ajudando nas buscas pelo corpo da vítima.
Segundo a polícia, Adriane foi localizada no bairro Santa Maria, em Aracaju; já Igor foi detido no povoado São José, em Japaratuba. Um terceiro envolvido no crime, identificado como Robson Chagas Ramos, já havia sido preso, em cumprimento a mandado de prisão definitiva por furto.
De acordo com a delegada Thereza Simony, a vítima morava em São Cristóvão (Grande Aracaju) e desapareceu no sábado de Carnaval. A motivação do crime, apurada pelas investigações, foi relacionada à uma denúncia ao Conselho Tutelar que teria sido feita pela vítima, sobre maus tratos que eram praticados por Adriane contra o próprio filho. "Recebemos um disque-denúncia sobre a morte da senhora Urânia. O relato informava que ela teria sido morta por ter denunciado uma jovem de nome Adriane Ribeiro Cardoso sobre maus tratos ao filho menor dela e que o corpo estaria enterrado na Praia do Jatobá, na Barra dos Coqueiros", detalhou.
A delegada informou que a denúncia de agressão foi confirmada pelo Conselho Tutelar. "Encaminhamos a equipe a São Cristóvão, onde foi confirmada a denúncia ao Conselho Tutelar. Na notificação feita pelo Conselho Tutelar, Adriane ameaçou Urânia de morte. Elas discutiram nessa hora", complementou Thereza. Durante as investigações, várias pessoas foram ouvidas e diligências iniciadas, resultando na identificação dos suspeitos de cometerem o crime.

 


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