Festival Colora promove exposição de peças com pinturas e impressões no Aracaju Parque Shopping

Cultura

 

Não são só os grafites e lambes que fazem parte do Festival Colora. As exposições de peças, formas e instalações de artistas plásticos também são um diferencial do projeto que tem promovido, em Aracaju, uma repaginação das artes visuais e urbana. Até o dia 7 de maio, o Aracaju Parque Shopping é o mais novo espaço contemplado pelas intervenções do Colora.
A obra que entrou em exposição no centro de compras é nomeada de 'Atalaia', do artista plástico Alan Adi. Essa é mais uma atividade do calendário cultural promovido pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), na aplicação dos recursos destinados pela Lei Aldir Blanc para fomentar as cadeias da cultura local.
"Infelizmente, tivemos que cancelar praticamente todas as entregas presenciais da Lei Aldir Blanc por causa da pandemia. Mas mantivemos as exposições nos shoppings, que são lugares seguros e com rigoroso controle dos protocolos sanitários, além de locais de grande visibilidade e bom fluxo de público. Todas essas exposições são uma mostra da qualidade dos nossos artistas visuais, que não só receberam os recursos destinados pela Lei, como estão entregando para a sociedade uma maravilhosa contrapartida de suas produções. Um alento, nessa hora de tantas tristezas", frisou Luciano Correia, presidente da Funcaju.
Natural de Aracaju, o artista Alan Adi, atualmente, circula os estados brasileiros com a sua arte. No trabalho 'Atalaia', ele reúne 12 peças entre pinturas, impressões e instalações, que levam a um passeio imaginário que remete a nuances das paisagens marítimas.
"Eu trago essa lembrança meio que involuntariamente para várias séries que eu produzi em diferentes momentos da minha trajetória. Eu nunca tinha raciocinado sobre isso, mas quando eu parei para ver, observei que os elementos mar, praia e tudo que ladeia a paisagem marítima está presente", revela o artista.
O acervo exposto por Adi contém peças inéditas, produzidas especialmente para o Festival Colora, e outras que são parte das exposições que ele já fez por outros estados brasileiros. O artista tem trabalhos artísticos destacados, abordando temas da sociedade brasileira, como migração, economia, história, educação e herança social.
Alan Adi foi um dos finalistas do 7º Prêmio Industrial Nacional Marcantonio Vilaça (2019), Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo (2016) e do III Prêmio EDP nas Artes do Instituto Tomie Ohtake (2012).

Não são só os grafites e lambes que fazem parte do Festival Colora. As exposições de peças, formas e instalações de artistas plásticos também são um diferencial do projeto que tem promovido, em Aracaju, uma repaginação das artes visuais e urbana. Até o dia 7 de maio, o Aracaju Parque Shopping é o mais novo espaço contemplado pelas intervenções do Colora.
A obra que entrou em exposição no centro de compras é nomeada de 'Atalaia', do artista plástico Alan Adi. Essa é mais uma atividade do calendário cultural promovido pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), na aplicação dos recursos destinados pela Lei Aldir Blanc para fomentar as cadeias da cultura local.
"Infelizmente, tivemos que cancelar praticamente todas as entregas presenciais da Lei Aldir Blanc por causa da pandemia. Mas mantivemos as exposições nos shoppings, que são lugares seguros e com rigoroso controle dos protocolos sanitários, além de locais de grande visibilidade e bom fluxo de público. Todas essas exposições são uma mostra da qualidade dos nossos artistas visuais, que não só receberam os recursos destinados pela Lei, como estão entregando para a sociedade uma maravilhosa contrapartida de suas produções. Um alento, nessa hora de tantas tristezas", frisou Luciano Correia, presidente da Funcaju.
Natural de Aracaju, o artista Alan Adi, atualmente, circula os estados brasileiros com a sua arte. No trabalho 'Atalaia', ele reúne 12 peças entre pinturas, impressões e instalações, que levam a um passeio imaginário que remete a nuances das paisagens marítimas.
"Eu trago essa lembrança meio que involuntariamente para várias séries que eu produzi em diferentes momentos da minha trajetória. Eu nunca tinha raciocinado sobre isso, mas quando eu parei para ver, observei que os elementos mar, praia e tudo que ladeia a paisagem marítima está presente", revela o artista.
O acervo exposto por Adi contém peças inéditas, produzidas especialmente para o Festival Colora, e outras que são parte das exposições que ele já fez por outros estados brasileiros. O artista tem trabalhos artísticos destacados, abordando temas da sociedade brasileira, como migração, economia, história, educação e herança social.
Alan Adi foi um dos finalistas do 7º Prêmio Industrial Nacional Marcantonio Vilaça (2019), Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo (2016) e do III Prêmio EDP nas Artes do Instituto Tomie Ohtake (2012).

 


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