NINGUÉM SEGURA MAIS ESSE ROJÃO

Rômulo Rodrigues

 

* Rômulo Rodrigues
Chegando ao fim a última semana do mês de abril já é notório que ninguém segura mais a impulsão de um foguete chamado Luiz Inácio Lula da Silva, na ascensão ao topo do pódio da grande conquista do troféu Brasil, como estadista e futuro presidente da República.
As pesquisas de preferências eleitorais dos institutos ligados ao grande capital, feitas após o julgamento da suspeição de Moro já indicam que o único candidato com real e crescente definição dos votantes de hoje, para derrotar o fascismo cristalizado no bolsonarismo, em 2022, é Lula e mais ninguém.
Ai, já reside um grande dilema; é que parte significativa da elite já não quer mais o presidente que elegeram e não encontra ninguém com uma base irracional e de extrema direita, capaz de ser uma alternativa.
Como muita água ainda vai rolar embaixo de tudo que é ponte, seja do projeto, ou seja do futuro, deixemos as águas rolarem; sem medo de ser feliz.
Corroborando a real possibilidade de Lula não ter um adversário forte, vem o índice atual de reprovação de Bolsonaro que pulou de 37% para 54%, desde o início do ano, com a aprovação perdendo para o índice de regular.
Mesmo assim, tanto ele quanto seus seguidores continuam dando demonstrações diárias de que vivem um mundo totalmente fora da realidade do País.
Isso porque muitos grãos duques que patrocinaram o golpe de estado de 2016, já estão sentindo nos bolsos que aquela história de era só tirar a Dilma que tudo iria melhorar não era verdadeira, pelo contrário, estão vivendo em piores condições e as perspectivas futuras são muito sombrias.
Mas, como para a irracionalidade não há limites, mesmo para quem deveria, por obrigação constitucional, os exemplos de incentivos à irresponsabilidade persistem.
As fotos expondo Bolsonaro e Pazzuelo nos últimos dias, são coisas de moleques que agridem a Nação porque se sentem acima da lei e com certeza da impunidade.Como na manifestação de Porto Alegre, no Parcão, considerado espaço de tucanos e da burguesia decadente, agora apossado pela extrema direita bolsonarista, homofóbica e racista, que exibiu um boneco representando um negro enforcado e um "comandante" vestido com indumentária que resgatava a Klu, Klux, Klan e parecia ser uma figura respeitabilíssima para os manifestantes que tiveram todo apoio da guarda municipal.
A verdade dos fatos está mais que evidente; a tática de Bolsonaro e seu alto comando militar é investir pesado no submundo da criminalidade e nas palavras de ordem das milícias como as que foram exibidas num cartão: "390 mil CPFs CANCELADOS".
O seu ex-ministro da saúde general da ativa Eduardo Pazzuelo, ao ser flagrado andando sem máscara num Shopping em Manaus, domingo dia 25, e ser indagado por que não a estava usando debochou: Precisa usar? Onde compra?
A tática suicida, no entanto, prenuncia um retumbante fracasso e o presidente caminha junto para a derrocada e é ai que mora o perigo; apelar para a loucura de juntar seus cães amestrados e provocar uma convulsão social que aponte para ações violentas contra o povo, a Constituição Federal e a Nação.
A tática suicida de sufocar os interesses nacionais em cima do pânico provocado por 600 mil ou até 800 mil mortes pela pandemia, onde poderá morrer até gente da sua família, é o tiro que vai sair pela culatra dos generais genocidas que pretendem ir até as últimas consequências para usufruírem de altos cargos no governo e engordarem seus salários.
O sinal mais aterrorizante de derrota para Bolsonaro está vindo do judiciário, onde aqueles que tramaram a favor da sua eleição; casos da quadrilha da lava jato e seus cúmplices do TRF-4, parecem já não valer nem quinhentos reis de mel coado.
Parece que, acostumado a mergulhar no submundo do crime, o governo recorreu, como tábua de salvação na CPI da Covid, a um juiz de primeira instância para impedir a nomeação do senador Renan Calheiros para ser o relator e perdeu; o juizeco saiu do episódio mais desmoralizado do que entrou, porque veio a público que ele já foi acusado de cometer crimes de gestão fraudulenta e falsidade ideológica.
Entretanto, Bolsonaro, na sua caminhada para o patíbulo, ainda não se deu conta, nem ele nem Paulo Guedes que, o absurdo número de mortos vai leva-los ao lixo da história.
Se estudassem a história recente da verdadeira pátria que amam e defendem, os EUA, teriam que se agarrar com unhas e dentes ao que disse James Carville: "É a economia estúpidos".
E com uma economia em recessão, com uma taxa de inflação que já supera os 6% ao ano, um genocídio que já fugiu ao controle do planejado para salvar a reforma da previdência, que joga mais gente na miséria, no desemprego e no mapa da fome; está deixando a cada dia o caminho mais livre para a volta de Lula como maquinista do trem desgovernado, para salvar o Pais e seu povo.
Lula caminha para ser o próximo presidente da República por ter compreendido seu papel na história e resolvido desempenhá-lo com o povo.
Há um relato que circula na blogosfera que diz que quando ele foi preso, um policial federal da escolta disse no ouvido dele: "Você não vai aguentar a tempestade". Lula, sereno disse: "Eu sou a tempestade".
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

Chegando ao fim a última semana do mês de abril já é notório que ninguém segura mais a impulsão de um foguete chamado Luiz Inácio Lula da Silva, na ascensão ao topo do pódio da grande conquista do troféu Brasil, como estadista e futuro presidente da República.
As pesquisas de preferências eleitorais dos institutos ligados ao grande capital, feitas após o julgamento da suspeição de Moro já indicam que o único candidato com real e crescente definição dos votantes de hoje, para derrotar o fascismo cristalizado no bolsonarismo, em 2022, é Lula e mais ninguém.
Ai, já reside um grande dilema; é que parte significativa da elite já não quer mais o presidente que elegeram e não encontra ninguém com uma base irracional e de extrema direita, capaz de ser uma alternativa.
Como muita água ainda vai rolar embaixo de tudo que é ponte, seja do projeto, ou seja do futuro, deixemos as águas rolarem; sem medo de ser feliz.
Corroborando a real possibilidade de Lula não ter um adversário forte, vem o índice atual de reprovação de Bolsonaro que pulou de 37% para 54%, desde o início do ano, com a aprovação perdendo para o índice de regular.
Mesmo assim, tanto ele quanto seus seguidores continuam dando demonstrações diárias de que vivem um mundo totalmente fora da realidade do País.
Isso porque muitos grãos duques que patrocinaram o golpe de estado de 2016, já estão sentindo nos bolsos que aquela história de era só tirar a Dilma que tudo iria melhorar não era verdadeira, pelo contrário, estão vivendo em piores condições e as perspectivas futuras são muito sombrias.
Mas, como para a irracionalidade não há limites, mesmo para quem deveria, por obrigação constitucional, os exemplos de incentivos à irresponsabilidade persistem.
As fotos expondo Bolsonaro e Pazzuelo nos últimos dias, são coisas de moleques que agridem a Nação porque se sentem acima da lei e com certeza da impunidade.Como na manifestação de Porto Alegre, no Parcão, considerado espaço de tucanos e da burguesia decadente, agora apossado pela extrema direita bolsonarista, homofóbica e racista, que exibiu um boneco representando um negro enforcado e um "comandante" vestido com indumentária que resgatava a Klu, Klux, Klan e parecia ser uma figura respeitabilíssima para os manifestantes que tiveram todo apoio da guarda municipal.
A verdade dos fatos está mais que evidente; a tática de Bolsonaro e seu alto comando militar é investir pesado no submundo da criminalidade e nas palavras de ordem das milícias como as que foram exibidas num cartão: "390 mil CPFs CANCELADOS".
O seu ex-ministro da saúde general da ativa Eduardo Pazzuelo, ao ser flagrado andando sem máscara num Shopping em Manaus, domingo dia 25, e ser indagado por que não a estava usando debochou: Precisa usar? Onde compra?
A tática suicida, no entanto, prenuncia um retumbante fracasso e o presidente caminha junto para a derrocada e é ai que mora o perigo; apelar para a loucura de juntar seus cães amestrados e provocar uma convulsão social que aponte para ações violentas contra o povo, a Constituição Federal e a Nação.
A tática suicida de sufocar os interesses nacionais em cima do pânico provocado por 600 mil ou até 800 mil mortes pela pandemia, onde poderá morrer até gente da sua família, é o tiro que vai sair pela culatra dos generais genocidas que pretendem ir até as últimas consequências para usufruírem de altos cargos no governo e engordarem seus salários.
O sinal mais aterrorizante de derrota para Bolsonaro está vindo do judiciário, onde aqueles que tramaram a favor da sua eleição; casos da quadrilha da lava jato e seus cúmplices do TRF-4, parecem já não valer nem quinhentos reis de mel coado.
Parece que, acostumado a mergulhar no submundo do crime, o governo recorreu, como tábua de salvação na CPI da Covid, a um juiz de primeira instância para impedir a nomeação do senador Renan Calheiros para ser o relator e perdeu; o juizeco saiu do episódio mais desmoralizado do que entrou, porque veio a público que ele já foi acusado de cometer crimes de gestão fraudulenta e falsidade ideológica.
Entretanto, Bolsonaro, na sua caminhada para o patíbulo, ainda não se deu conta, nem ele nem Paulo Guedes que, o absurdo número de mortos vai leva-los ao lixo da história.
Se estudassem a história recente da verdadeira pátria que amam e defendem, os EUA, teriam que se agarrar com unhas e dentes ao que disse James Carville: "É a economia estúpidos".
E com uma economia em recessão, com uma taxa de inflação que já supera os 6% ao ano, um genocídio que já fugiu ao controle do planejado para salvar a reforma da previdência, que joga mais gente na miséria, no desemprego e no mapa da fome; está deixando a cada dia o caminho mais livre para a volta de Lula como maquinista do trem desgovernado, para salvar o Pais e seu povo.
Lula caminha para ser o próximo presidente da República por ter compreendido seu papel na história e resolvido desempenhá-lo com o povo.
Há um relato que circula na blogosfera que diz que quando ele foi preso, um policial federal da escolta disse no ouvido dele: "Você não vai aguentar a tempestade". Lula, sereno disse: "Eu sou a tempestade".

* Rômulo Rodrigues é militante político

 


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