15 médicos morreram de coronavírus desde o início da pandemia

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  • O médico Gilson Nascimento também era músico

 

Os profissionais de 
saúde estão entre os 
mais afetados pela pandemia do coronavírus em Sergipe. Até a última sexta-feira (30), 15 médicos morreram por complicações da doença desde março de 2020, segundo dados do Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed). Apenas na sexta, dois médicos faleceram, após um período de internação. 
Uma das vítimas foi o obstetra Gilson Nascimento, 68 anos, que estava em tratamento há 15 dias. Ele era formado em Medicina pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), onde também atuava como servidor desde 1974, trabalhando principalmente no Hospital Universitário (HU) e na Divisão de Assistência ao Servidor (Diase/Progep). Gilson ainda trabalhou em vários hospitais tanto na Capital, no Hospital e Maternidade Santa Isabel, em Campo do Brito, Nossa senhora do Socorro, entre outros. Além da medicina, o médico era compositor e foi autor de várias canções, como 'Forró da Gaguinha' e o hino 'Vamos Subir Dragão', em homenagem ao time do coração, o Confiança. 
A outra vítima foi o pediatra Carlos Alberto Oliveira de Santana, que faleceu durante a madrugada em um hospital particular de Aracaju, em decorrência de complicações do coronavírus. Formado pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) na turma de 1976, ele trabalhou como pediatra no Instituto de Previdência Social (IPES) e também como médico do Programa da Saúde da Família (PSF), além de vários hospitais. O corpo foi enterrado ontem de manhã no cemitério Colina da Saudade, no Santa Lúcia (zona oeste), em cerimônia restrita a familiares e amigos. 
Entre os outros médicos falecidos por conta do coronavírus estão o sanitarista Walter Marcelo Oliveira Carvalho, 58, que era servidor do Estado e professor do curso de Medicina da Universidade Tiradentes (Unit); o ginecologista Reginaldo Silva, 74, fundador do Hospital Renascença; e o radiologista Marco Antônio Campos de Santana, 35, o mais jovem entre as vítimas.

Os profissionais de  saúde estão entre os  mais afetados pela pandemia do coronavírus em Sergipe. Até a última sexta-feira (30), 15 médicos morreram por complicações da doença desde março de 2020, segundo dados do Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed). Apenas na sexta, dois médicos faleceram, após um período de internação. 
Uma das vítimas foi o obstetra Gilson Nascimento, 68 anos, que estava em tratamento há 15 dias. Ele era formado em Medicina pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), onde também atuava como servidor desde 1974, trabalhando principalmente no Hospital Universitário (HU) e na Divisão de Assistência ao Servidor (Diase/Progep). Gilson ainda trabalhou em vários hospitais tanto na Capital, no Hospital e Maternidade Santa Isabel, em Campo do Brito, Nossa senhora do Socorro, entre outros. Além da medicina, o médico era compositor e foi autor de várias canções, como 'Forró da Gaguinha' e o hino 'Vamos Subir Dragão', em homenagem ao time do coração, o Confiança. 
A outra vítima foi o pediatra Carlos Alberto Oliveira de Santana, que faleceu durante a madrugada em um hospital particular de Aracaju, em decorrência de complicações do coronavírus. Formado pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) na turma de 1976, ele trabalhou como pediatra no Instituto de Previdência Social (IPES) e também como médico do Programa da Saúde da Família (PSF), além de vários hospitais. O corpo foi enterrado ontem de manhã no cemitério Colina da Saudade, no Santa Lúcia (zona oeste), em cerimônia restrita a familiares e amigos. 
Entre os outros médicos falecidos por conta do coronavírus estão o sanitarista Walter Marcelo Oliveira Carvalho, 58, que era servidor do Estado e professor do curso de Medicina da Universidade Tiradentes (Unit); o ginecologista Reginaldo Silva, 74, fundador do Hospital Renascença; e o radiologista Marco Antônio Campos de Santana, 35, o mais jovem entre as vítimas.

 


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