Galeria de Arte J. Inácio expõe obras comassinaturas femininas

Cultura

 

Galeria de Arte J. Inácio expõe obras com
assinaturas femininas
A Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) realizou abertura virtual de três exposições na Galeria de Arte J. Inácio, com artistas selecionadas nos editais da Lei Aldir Blanc (LAB): "Solidão De Mar Transborda", de Gabriela Guimarães, "A Festa Passou Por Minha Porta", de Dayanne Carvalho e "Viver O Mesmo Dia, Todo Dia", de Amanda Pinto. A solenidade foi transmitida via Youtube e Instagram da Funcap.
Gabriela Guimarães - Gabriela Guimarães tem 21 anos, é sergipana e estudante de Artes Visuais. Gabriela descreve em sua exposição fotográfica "Solidão de Mar Transborda" como o "profundo suspiro que possibilita entrega aos mares internos, os mais fundos e quase inabitáveis recantos da subjetividade, um recorte de reminiscências onde busca-se a todo momento a reflexão diante da ambiguidade das profundezas humanas e marítimas, ambas solitárias, ora em calmaria, ora em puro caos, contudo sensíveis, potentes, constantes".
Dayanne Carvalho - Trazendo representação de cultura popular sergipana, Dayanne Carvalho, fotógrafa, jornalista e escritora sergipana retrata, em "A Festa Passou Por Minha Porta", a festa do Lambe-sujos e Caboclinhos, um Patrimônio Imaterial de Sergipe, que acontece na cidade de Laranjeiras a cada segundo domingo do mês de outubro.  As fotografias foram tiradas durante o combate entre os dois grupos, ocorrido em outubro de 2019, edição anterior à pandemia.
Amanda Pinto - Designer aracajuana, Amanda Pinto é revela, no trabalho "Viver o Mesmo Dia, Todo Dia", uma perspectiva autobiográfica acerca da experiência da quarentena dos primeiros meses de 2020. Suas obras trazem símbolos "associados à experiência melancólica atribuída à feminilidade", assim como certa reflexão sobre a morte e a decomposição - "as mãos que criam também são vetores de contágio, além do luto, da solidão e da angústia do isolamento do enclausuramento no ambiente doméstico e os sentimentos decorrentes disso", como afirma a própria a artista.
A Lei Aldir Blanc é uma realidade através de recursos da Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal, destinada ao Governo do Estado de Sergipe.

A Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) realizou abertura virtual de três exposições na Galeria de Arte J. Inácio, com artistas selecionadas nos editais da Lei Aldir Blanc (LAB): "Solidão De Mar Transborda", de Gabriela Guimarães, "A Festa Passou Por Minha Porta", de Dayanne Carvalho e "Viver O Mesmo Dia, Todo Dia", de Amanda Pinto. A solenidade foi transmitida via Youtube e Instagram da Funcap.

Gabriela Guimarães - Gabriela Guimarães tem 21 anos, é sergipana e estudante de Artes Visuais. Gabriela descreve em sua exposição fotográfica "Solidão de Mar Transborda" como o "profundo suspiro que possibilita entrega aos mares internos, os mais fundos e quase inabitáveis recantos da subjetividade, um recorte de reminiscências onde busca-se a todo momento a reflexão diante da ambiguidade das profundezas humanas e marítimas, ambas solitárias, ora em calmaria, ora em puro caos, contudo sensíveis, potentes, constantes".

Dayanne Carvalho - Trazendo representação de cultura popular sergipana, Dayanne Carvalho, fotógrafa, jornalista e escritora sergipana retrata, em "A Festa Passou Por Minha Porta", a festa do Lambe-sujos e Caboclinhos, um Patrimônio Imaterial de Sergipe, que acontece na cidade de Laranjeiras a cada segundo domingo do mês de outubro.  As fotografias foram tiradas durante o combate entre os dois grupos, ocorrido em outubro de 2019, edição anterior à pandemia.

Amanda Pinto
- Designer aracajuana, Amanda Pinto é revela, no trabalho "Viver o Mesmo Dia, Todo Dia", uma perspectiva autobiográfica acerca da experiência da quarentena dos primeiros meses de 2020. Suas obras trazem símbolos "associados à experiência melancólica atribuída à feminilidade", assim como certa reflexão sobre a morte e a decomposição - "as mãos que criam também são vetores de contágio, além do luto, da solidão e da angústia do isolamento do enclausuramento no ambiente doméstico e os sentimentos decorrentes disso", como afirma a própria a artista.
A Lei Aldir Blanc é uma realidade através de recursos da Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal, destinada ao Governo do Estado de Sergipe.

 


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