Presidente da Fecomse repudia falta de interesse do empresariado nas negociações da convenção coletiva

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  • Ronildo Almeida, presidente da Fecomse

 

"É importante o setor patronal olhar com respeito e valorizar o seu trabalhador, responsável direto pela movimentação da economia e pelo ganho do próprio empresariado no capitalismo". O desabafo é do presidente da Federação dos Empregados no Comércio e Serviços do Estado de Sergipe (Fecomse), Ronildo Almeida, e demonstra a preocupação da categoria com a falta de interesse do patronato em avançar nas negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2021. 
Segundo o dirigente sindical, a pauta de reivindicação dos trabalhadores do comércio e serviços foi entregue à Federação do Comércio, representada pelo deputado federal Laércio Oliveira, e aos demais empresários, representados pelos seus sindicatos, no final do ano passado e não há avanços até o momento. "
Estamos preocupados com a situação. Além do processo de pandemia e os riscos que a crise sanitária traz para todos, temos a questão das condições de trabalho e salarial, dívidas que o patronato tem com seus empregos de antes da pandemia do coronavírus", explica Ronildo Almeida.
Para o presidente da Fecomse, o desinteresse da classe empresarial nas negociações demonstra total descaso pelos comerciários e comerciárias. A situação dos trabalhadores é bastante crítica, avalia Ronildo Almeida, com acúmulo de prejuízos financeiros e sociais que vêm desde antes da pandemia e que foi agravado agora com a crise sanitária.
"Desde o começo da pandemia do coronavírus, estamos na linha de frente sem a vacina necessária para preservação da saúde e da vida, com companheiros que se arriscam para manter os serviços funcionando. Muitos trabalhadores e trabalhadoras foram contaminados, convivem diariamente com o medo de pegar o vírus, não podem fazer o isolamento social porque precisam trabalhar, e, na hora em que buscam garantir os seus direitos, não são valorizados e respeitados como deveriam", ressalta Ronildo Almeida. 
O presidente da Fecomse reforça a indignação da categoria diante da desvalorização e do desrespeito pela mão-de-obra comerciária, que gera impostos e riquezas para o Estado. 
"Esperamos que nossas reivindicações sejam atendidas, não como um favor, mas como pagamento pelo trabalho efetivo que realizamos. É preciso urgentemente sentar à mesa e discutir a pauta sem se aproveitar do momento para retirar direitos e conquistas, aumentando ainda mais a exploração contra a classe trabalhadora. É preciso avançar no processo de negociação. Ignorar o valor da classe trabalhadora e o seu papel fundamental na sociedade, especialmente neste momento de pandemia, é vergonhoso. Mas que isso, é vergonhoso e desumano", protesta Ronildo Almeida.

"É importante o setor patronal olhar com respeito e valorizar o seu trabalhador, responsável direto pela movimentação da economia e pelo ganho do próprio empresariado no capitalismo". O desabafo é do presidente da Federação dos Empregados no Comércio e Serviços do Estado de Sergipe (Fecomse), Ronildo Almeida, e demonstra a preocupação da categoria com a falta de interesse do patronato em avançar nas negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2021. 
Segundo o dirigente sindical, a pauta de reivindicação dos trabalhadores do comércio e serviços foi entregue à Federação do Comércio, representada pelo deputado federal Laércio Oliveira, e aos demais empresários, representados pelos seus sindicatos, no final do ano passado e não há avanços até o momento. "
Estamos preocupados com a situação. Além do processo de pandemia e os riscos que a crise sanitária traz para todos, temos a questão das condições de trabalho e salarial, dívidas que o patronato tem com seus empregos de antes da pandemia do coronavírus", explica Ronildo Almeida.
Para o presidente da Fecomse, o desinteresse da classe empresarial nas negociações demonstra total descaso pelos comerciários e comerciárias. A situação dos trabalhadores é bastante crítica, avalia Ronildo Almeida, com acúmulo de prejuízos financeiros e sociais que vêm desde antes da pandemia e que foi agravado agora com a crise sanitária.
"Desde o começo da pandemia do coronavírus, estamos na linha de frente sem a vacina necessária para preservação da saúde e da vida, com companheiros que se arriscam para manter os serviços funcionando. Muitos trabalhadores e trabalhadoras foram contaminados, convivem diariamente com o medo de pegar o vírus, não podem fazer o isolamento social porque precisam trabalhar, e, na hora em que buscam garantir os seus direitos, não são valorizados e respeitados como deveriam", ressalta Ronildo Almeida. 
O presidente da Fecomse reforça a indignação da categoria diante da desvalorização e do desrespeito pela mão-de-obra comerciária, que gera impostos e riquezas para o Estado. 
"Esperamos que nossas reivindicações sejam atendidas, não como um favor, mas como pagamento pelo trabalho efetivo que realizamos. É preciso urgentemente sentar à mesa e discutir a pauta sem se aproveitar do momento para retirar direitos e conquistas, aumentando ainda mais a exploração contra a classe trabalhadora. É preciso avançar no processo de negociação. Ignorar o valor da classe trabalhadora e o seu papel fundamental na sociedade, especialmente neste momento de pandemia, é vergonhoso. Mas que isso, é vergonhoso e desumano", protesta Ronildo Almeida.

 


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