Residente que fazia tratamento com ECMO morre no Cirurgia

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Residente que fazia tratamento com ECMO morre no Cirurgia
Morreu na manhã de ontem o residente de medicina Murilo Montalvão, 34 anos, que estava internado há quase um mês no Hospital de Cirurgia e não resistiu às complicações causadas pelo novo coronavírus. Ele era o primeiro paciente do estado a ser submetido ao tratamento com a Oxigenação por Membrana Extracorpórea (ECMO), técnica que funciona como um pulmão artificial e indicada para casos de extrema gravidade. 
Segundo informações do hospital, Murilo já estava com o quadro geral de saúde bastante comprometido, com quadro de asma, obesidade e hipertensão, e teve quase todo o pulmão afetado pelo vírus. No último sábado, o paciente piorou, foi levado à UTI e intubado antes de passar pelo procedimento do ECMO, adotado pelos médicos numa tentativa de reverter o quadro de piora. No entanto, Murilo não resistiu a uma parada cardiorrespiratória. Sua morte foi confirmada às 8h30 da manhã.
O paciente era formado em medicina pela Universidade Tiradentes e estava em residência médica no próprio Hospital de Cirurgia. Há cerca de um mês, o pai de Murilo faleceu vítima da Covid-19, uma tia dele morreu há 15 dias e uma irmã está intubada em um hospital particular de Aracaju. O corpo foi enterrado ontem à tarde em Tobias Barreto (Centro-Sul).
A ECMO é indicada quando há um comprometimento pulmonar importante, causado por uma doença aguda, funcionando como um coração artificial e um pulmão artificial para o paciente, através de um circuito de tubos, bomba, oxigenador e aquecedor que fica instalado fora do corpo. Não é um tratamento recomendado a todos os pacientes. Além do mais, exige uma avaliação rigorosa, equipamentos específicos e profissionais capacitados para o procedimento. A técnica ficou conhecida após ser usada no tratamento do ator e comediante Paulo Gustavo, que também tem asma e está internado com coronavírus em um hospital do Rio de Janeiro. O estado dele também é considerado muito grave e sofreu piora na tarde de ontem. 

Morreu na manhã de ontem o residente de medicina Murilo Montalvão, 34 anos, que estava internado há quase um mês no Hospital de Cirurgia e não resistiu às complicações causadas pelo novo coronavírus. Ele era o primeiro paciente do estado a ser submetido ao tratamento com a Oxigenação por Membrana Extracorpórea (ECMO), técnica que funciona como um pulmão artificial e indicada para casos de extrema gravidade. 
Segundo informações do hospital, Murilo já estava com o quadro geral de saúde bastante comprometido, com quadro de asma, obesidade e hipertensão, e teve quase todo o pulmão afetado pelo vírus. No último sábado, o paciente piorou, foi levado à UTI e intubado antes de passar pelo procedimento do ECMO, adotado pelos médicos numa tentativa de reverter o quadro de piora. No entanto, Murilo não resistiu a uma parada cardiorrespiratória. Sua morte foi confirmada às 8h30 da manhã.
O paciente era formado em medicina pela Universidade Tiradentes e estava em residência médica no próprio Hospital de Cirurgia. Há cerca de um mês, o pai de Murilo faleceu vítima da Covid-19, uma tia dele morreu há 15 dias e uma irmã está intubada em um hospital particular de Aracaju. O corpo foi enterrado ontem à tarde em Tobias Barreto (Centro-Sul).
A ECMO é indicada quando há um comprometimento pulmonar importante, causado por uma doença aguda, funcionando como um coração artificial e um pulmão artificial para o paciente, através de um circuito de tubos, bomba, oxigenador e aquecedor que fica instalado fora do corpo. Não é um tratamento recomendado a todos os pacientes. Além do mais, exige uma avaliação rigorosa, equipamentos específicos e profissionais capacitados para o procedimento. A técnica ficou conhecida após ser usada no tratamento do ator e comediante Paulo Gustavo, que também tem asma e está internado com coronavírus em um hospital do Rio de Janeiro. O estado dele também é considerado muito grave e sofreu piora na tarde de ontem. 

 


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