SescTV exibe 'Inaudito', sobre a vida e a música do guitarrista Lanny Gordin

Cultura

 

SescTV exibe 'Inaudito', sobre a vida e a música do guitarrista Lanny Gordin
Hoje, às 23 horas, o SescTV exibe o documentário Inaudito, dirigido por e Danielly O.M.M. e Gregório Gananian. A produção narra a trajetória de Lanny Gordin, guitarrista que foi um importante influenciador do movimento Tropicália, período em que tocou com Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Jards Macalé, dentre outros. Durante o documentário Lanny fala sobre a esquizofrenia, a família, o seu processo de composição e da sua relação com a guitarra. A produção conta com as participações especiais de Jards Macalé, José Roberto Aguilar, Negro Leo e Helena Ignez, que também pode ser assistida sob demanda em sesctv.org.br, gratuitamente e sem necessidade de cadastro.
Durante o documentário Lanny expressa suas concepções sobre a criação musical e seu atual processo de composição, que tem muita influência do pensamento oriental. Ele toca a música Nasci na China e diz que seu novo estilo é baseado na liberdade total.
Lanny também relembra a infância, e a origem familiar: "Meus avós nasceram na Rússia e meus pais na China, onde também nasci. Fui aos dois anos para Israel onde vivi por quatro anos. Depois mudei para o Rio de Janeiro, com seis anos de idade, e após quatro anos vim para São Paulo onde vivo até hoje", explica o guitarrista.
Segundo o instrumentista, sua versatilidade musical se deve aos conselhos paternos. "Eu nasci com o dom de tocar e meu pai sempre me incentivava a aprender quantos estilos pudesse. Eu estudei e criei a minha música, um som puro sem críticas e julgamentos, que atinge a alma das pessoas", afirma Lanny. Ele ressalta ainda que a música não o salvou, porque sempre foi responsável pelo seu som.
Em depoimento Jards Macalé homenageia o colega Lanny: "A música dele vem de outras esferas. É tão especial quando ele toca que só conseguimos pensar no som. Seus acordes e timbres até causam estranheza, porque o som dele é de outro universo. O Lanny é o próprio som", explica Jards.
Lanny pontua conceitos de música, pensamentos sobre o invisível, o universo e fala livremente das diversas internações causadas pela esquizofrenia, e da sua relação com a doença. "Eu ouço vozes que não sei de onde vem e nem para onde vão. Até hoje me pergunto de onde são essas vozes, quando toco elas somem.", diz o músico, que teve sua primeira internação ainda jovem, após queimar as próprias mãos, achando que assim salvaria o mundo.
Colaboram com o documentário: Lanny Gordin, Dou Heimu, Qing Xiao Yi, Ette, Luis da Silva, Li Hui, Lao Mei Shon, Pianzi, Guan Wang, José Roberto Aguilar, Jards Macalé, Negro Leo, Shangai Place Hotel Old Jazz Band, Daniel Fagundes, Helena Ignez (voz), Mr Roger, Zi You Zhuy e Yuhang Yuí.

Hoje, às 23 horas, o SescTV exibe o documentário Inaudito, dirigido por e Danielly O.M.M. e Gregório Gananian. A produção narra a trajetória de Lanny Gordin, guitarrista que foi um importante influenciador do movimento Tropicália, período em que tocou com Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Jards Macalé, dentre outros. Durante o documentário Lanny fala sobre a esquizofrenia, a família, o seu processo de composição e da sua relação com a guitarra. A produção conta com as participações especiais de Jards Macalé, José Roberto Aguilar, Negro Leo e Helena Ignez, que também pode ser assistida sob demanda em sesctv.org.br, gratuitamente e sem necessidade de cadastro.
Durante o documentário Lanny expressa suas concepções sobre a criação musical e seu atual processo de composição, que tem muita influência do pensamento oriental. Ele toca a música Nasci na China e diz que seu novo estilo é baseado na liberdade total.
Lanny também relembra a infância, e a origem familiar: "Meus avós nasceram na Rússia e meus pais na China, onde também nasci. Fui aos dois anos para Israel onde vivi por quatro anos. Depois mudei para o Rio de Janeiro, com seis anos de idade, e após quatro anos vim para São Paulo onde vivo até hoje", explica o guitarrista.
Segundo o instrumentista, sua versatilidade musical se deve aos conselhos paternos. "Eu nasci com o dom de tocar e meu pai sempre me incentivava a aprender quantos estilos pudesse. Eu estudei e criei a minha música, um som puro sem críticas e julgamentos, que atinge a alma das pessoas", afirma Lanny. Ele ressalta ainda que a música não o salvou, porque sempre foi responsável pelo seu som.
Em depoimento Jards Macalé homenageia o colega Lanny: "A música dele vem de outras esferas. É tão especial quando ele toca que só conseguimos pensar no som. Seus acordes e timbres até causam estranheza, porque o som dele é de outro universo. O Lanny é o próprio som", explica Jards.
Lanny pontua conceitos de música, pensamentos sobre o invisível, o universo e fala livremente das diversas internações causadas pela esquizofrenia, e da sua relação com a doença. "Eu ouço vozes que não sei de onde vem e nem para onde vão. Até hoje me pergunto de onde são essas vozes, quando toco elas somem.", diz o músico, que teve sua primeira internação ainda jovem, após queimar as próprias mãos, achando que assim salvaria o mundo.
Colaboram com o documentário: Lanny Gordin, Dou Heimu, Qing Xiao Yi, Ette, Luis da Silva, Li Hui, Lao Mei Shon, Pianzi, Guan Wang, José Roberto Aguilar, Jards Macalé, Negro Leo, Shangai Place Hotel Old Jazz Band, Daniel Fagundes, Helena Ignez (voz), Mr Roger, Zi You Zhuy e Yuhang Yuí.

 


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