Custo da cesta básica em Aracaju tem aumento em abril

Cidades

 

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), revelou que, em abril de 2021, o valor médio da cesta básica na capital sergipana ficou em R$ 469,66. 
Em termos relativos, na comparação com abril do ano que findou, verificou-se aumento de 17% no valor da cesta. No comparativo com o mês imediatamente anterior, março último, observou-se aumento de 0,2% no custo do conjunto de alimentos essenciais.  
No mês analisado, levando-se em consideração a comparação com o mês anterior (março/2021), observou-se aumento no valor da cesta em quase todas as capitais pesquisadas, com destaque para Campo Grande (+6,0%), João Pessoa (+2,4%), Vitória (+2,4%), Recife (+2,2%) e Belo Horizonte (+1,8%). 
Por outro lado, somente duas das dezessete capitais pesquisadas apresentaram diminuição no valor da cesta básica. Belém registrou a maior redução, com 19%, e Salvador observou redução de 0,8%. 
Em relação a abril de 2020, observou-se aumento no valor da cesta básica em todas as capitais. Nessa comparação, as capitais que apresentaram altas mais significativas foram Brasília (+24,7%), Florianópolis (+21,1%) e Porto Alegre (+18,8%), 
Em termos absolutos, a capital com a cesta mais cara, no mês analisado, foi Florianópolis (R$ 634,53), seguida por São Paulo (R$ 632,61) e Porto Alegre (R$ 626,11). Já as capitais com as cestas mais baratas foram Salvador (R$ 457,56), seguida de Aracaju (R$ 469,66) e Recife (R$ 471,52). 
Aracaju teve destaque nacional ao registrar as quedas mais expressivas nos preços do café em pó (-1,7%) e do óleo de soja (-3,8%). Destacou-se também na variação de preços de outros componentes da cesta, como do quilo da carne bovina (-0,9%) e do feijão carioquinha (-2,3%), além de registrar a terceira maior alta no preço da manteiga, com 2,3%. 

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), revelou que, em abril de 2021, o valor médio da cesta básica na capital sergipana ficou em R$ 469,66. 
Em termos relativos, na comparação com abril do ano que findou, verificou-se aumento de 17% no valor da cesta. No comparativo com o mês imediatamente anterior, março último, observou-se aumento de 0,2% no custo do conjunto de alimentos essenciais.  
No mês analisado, levando-se em consideração a comparação com o mês anterior (março/2021), observou-se aumento no valor da cesta em quase todas as capitais pesquisadas, com destaque para Campo Grande (+6,0%), João Pessoa (+2,4%), Vitória (+2,4%), Recife (+2,2%) e Belo Horizonte (+1,8%). 
Por outro lado, somente duas das dezessete capitais pesquisadas apresentaram diminuição no valor da cesta básica. Belém registrou a maior redução, com 19%, e Salvador observou redução de 0,8%. 
Em relação a abril de 2020, observou-se aumento no valor da cesta básica em todas as capitais. Nessa comparação, as capitais que apresentaram altas mais significativas foram Brasília (+24,7%), Florianópolis (+21,1%) e Porto Alegre (+18,8%), 
Em termos absolutos, a capital com a cesta mais cara, no mês analisado, foi Florianópolis (R$ 634,53), seguida por São Paulo (R$ 632,61) e Porto Alegre (R$ 626,11). Já as capitais com as cestas mais baratas foram Salvador (R$ 457,56), seguida de Aracaju (R$ 469,66) e Recife (R$ 471,52). 
Aracaju teve destaque nacional ao registrar as quedas mais expressivas nos preços do café em pó (-1,7%) e do óleo de soja (-3,8%). Destacou-se também na variação de preços de outros componentes da cesta, como do quilo da carne bovina (-0,9%) e do feijão carioquinha (-2,3%), além de registrar a terceira maior alta no preço da manteiga, com 2,3%. 

 


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