Corpo de piloto morto em queda de avião é identificado

Geral


  • O local do acidente dificulta o resgate, pois manguezal é instável e alagadiçO; A ÁREA onde se encontra o motor da aeronave está sendo dragado e drenado por um caminhão de sucção à vácuo

  • O trabalho de resgate do corpo do piloto continua no mangue na Atalaia

 

A Secretaria da Seguran
ça Pública (SSP) confir
mou a identificação do piloto que morreu na queda de um avião de pequeno porte em uma área de mangue no bairro Atalaia (zona sul de Aracaju), ao fim da manhã desta quinta-feira. Trata-se do mineiro Adriano Eugenio de Leon Ribeiro, 32, que trabalhava para uma empresa agropecuária de Unaí (MG). A identificação aconteceu depois de buscas realizadas pelo Corpo de Bombeiros, que resultaram na localização de um braço ao lado do motor da aeronave, na manhã desta sexta-feira.
Papiloscopistas do Instituto de Criminalística fizeram exames de confronto datiloscópico que positivaram o membro superior como sendo pertencente ao piloto. As buscas continuam para tentar encontrar outros restos mortais de Adriano, cujo corpo se despedaçou durante a queda. Ainda não se sabe se isso aconteceu no choque do avião com o solo ou se ele teria sido ejetado durante a queda. A operação segue sendo acompanhada pelo Grupamento Tático Aéreo (GTA), Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros. O que foi encontrado até o momento está custodiado no Instituto Médico Legal (IML), aguardando a conclusão das buscas.
A ocorrência teve início por volta das 11h de quinta. O piloto da aeronave saiu da cidade de Unaí (MG) com destino a Aracaju, onde deixou um passageiro. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ela estava em situação regular e com a manutenção em dia. Após o desembarque, a aeronave foi abastecida e o piloto decolou com destino à cidade mineira. Ainda no processo de decolagem, a aeronave apresentou pane e o piloto comunicou aos operadores do aeroporto de Aracaju. Instantes após o contato houve a queda.
Logo após o acionamento pelo Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), foram direcionadas equipes do Grupamento Tático Aéreo (GTA), Corpo de Bombeiros (CBM), Polícia Militar e Polícia Civil. Inicialmente, as equipes de mergulho do CBM adentraram o local e tiveram acesso, apenas, à parte traseira da cabine da aeronave, onde não foi encontrado nenhum corpo.
A parte frontal da aeronave estava soterrada no mangue e os destroços, conforme informado pelo GTA, encontravam-se num raio de 50 metros da queda da aeronave. A Prefeitura de Aracaju, por meio da Defesa Civil, contratou um guindaste. As equipes fizeram as amarras na carcaça da aeronave para poder fazer o içamento seguro do equipamento. Durante a noite de quinta, por volta das 20h, a aeronave foi içada com um guindaste, mas não foi encontrado nenhum corpo. Os destroços foram levados ao Aeroclube de Aracaju e serão periciados pela Aeronáutica. 
O local do acidente dificulta o resgate, pois a região do manguezal é instável e alagadiça. O major Silvio Prado, coordenador da Defesa Civil Municipal, relata que o trabalho realizado durante a tarde teve como objetivo dragar e drenar o local onde se encontra o motor da aeronave, para isso, a Emsurb disponibilizou um caminhão de sucção à vácuo."O principal esforço da tarde foi içar o motor, que afundou dois metros na lama. Por isso aguardamos a vazante da maré para fazer a drenagem, viabilizando a amarração e ancoragem do motor para retirá-lo do mangue. Essa ação visou melhorar o acesso e a visibilidade, para poder encontrar o corpo do piloto", relata o major.
Ao todo, 33 bombeiros atuam na ocorrência. Equipes do Quartel do Comando Geral (QCG), da unidade de Nossa Senhora do Socorro, e da Unidade Escola também atuam na operação de resgate. Equipes da Secretaria Municipal da Defesa Social e da Cidadania (Semdec) - Defesa Civil de Aracaju, Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) e da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) deram suporte aos trabalhos dos Bombeiros. A Polícia Federal e o Serviço Regional de Prevenção de Acidentes Aéreos (Seripa II), da Aeronáutica, também acompanham a operação e fazem as investigações para elucidar as causas do acidente.

A Secretaria da Seguran ça Pública (SSP) confir mou a identificação do piloto que morreu na queda de um avião de pequeno porte em uma área de mangue no bairro Atalaia (zona sul de Aracaju), ao fim da manhã desta quinta-feira. Trata-se do mineiro Adriano Eugenio de Leon Ribeiro, 32, que trabalhava para uma empresa agropecuária de Unaí (MG). A identificação aconteceu depois de buscas realizadas pelo Corpo de Bombeiros, que resultaram na localização de um braço ao lado do motor da aeronave, na manhã desta sexta-feira.
Papiloscopistas do Instituto de Criminalística fizeram exames de confronto datiloscópico que positivaram o membro superior como sendo pertencente ao piloto. As buscas continuam para tentar encontrar outros restos mortais de Adriano, cujo corpo se despedaçou durante a queda. Ainda não se sabe se isso aconteceu no choque do avião com o solo ou se ele teria sido ejetado durante a queda. A operação segue sendo acompanhada pelo Grupamento Tático Aéreo (GTA), Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros. O que foi encontrado até o momento está custodiado no Instituto Médico Legal (IML), aguardando a conclusão das buscas.
A ocorrência teve início por volta das 11h de quinta. O piloto da aeronave saiu da cidade de Unaí (MG) com destino a Aracaju, onde deixou um passageiro. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ela estava em situação regular e com a manutenção em dia. Após o desembarque, a aeronave foi abastecida e o piloto decolou com destino à cidade mineira. Ainda no processo de decolagem, a aeronave apresentou pane e o piloto comunicou aos operadores do aeroporto de Aracaju. Instantes após o contato houve a queda.
Logo após o acionamento pelo Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), foram direcionadas equipes do Grupamento Tático Aéreo (GTA), Corpo de Bombeiros (CBM), Polícia Militar e Polícia Civil. Inicialmente, as equipes de mergulho do CBM adentraram o local e tiveram acesso, apenas, à parte traseira da cabine da aeronave, onde não foi encontrado nenhum corpo.
A parte frontal da aeronave estava soterrada no mangue e os destroços, conforme informado pelo GTA, encontravam-se num raio de 50 metros da queda da aeronave. A Prefeitura de Aracaju, por meio da Defesa Civil, contratou um guindaste. As equipes fizeram as amarras na carcaça da aeronave para poder fazer o içamento seguro do equipamento. Durante a noite de quinta, por volta das 20h, a aeronave foi içada com um guindaste, mas não foi encontrado nenhum corpo. Os destroços foram levados ao Aeroclube de Aracaju e serão periciados pela Aeronáutica. 
O local do acidente dificulta o resgate, pois a região do manguezal é instável e alagadiça. O major Silvio Prado, coordenador da Defesa Civil Municipal, relata que o trabalho realizado durante a tarde teve como objetivo dragar e drenar o local onde se encontra o motor da aeronave, para isso, a Emsurb disponibilizou um caminhão de sucção à vácuo."O principal esforço da tarde foi içar o motor, que afundou dois metros na lama. Por isso aguardamos a vazante da maré para fazer a drenagem, viabilizando a amarração e ancoragem do motor para retirá-lo do mangue. Essa ação visou melhorar o acesso e a visibilidade, para poder encontrar o corpo do piloto", relata o major.
Ao todo, 33 bombeiros atuam na ocorrência. Equipes do Quartel do Comando Geral (QCG), da unidade de Nossa Senhora do Socorro, e da Unidade Escola também atuam na operação de resgate. Equipes da Secretaria Municipal da Defesa Social e da Cidadania (Semdec) - Defesa Civil de Aracaju, Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) e da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) deram suporte aos trabalhos dos Bombeiros. A Polícia Federal e o Serviço Regional de Prevenção de Acidentes Aéreos (Seripa II), da Aeronáutica, também acompanham a operação e fazem as investigações para elucidar as causas do acidente.

 


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