Bom senso

Opinião

 

Não adianta brigar com os dados da realidade. 
Enquanto o contágio pela covid-19 não arre
fecer, a retomada da atividade comercial deverá permanecer submetida aos protocolos de segurança impostos pelo governo de Sergipe. A gritaria dos donos de bares e restaurantes é grande. Mas a responsabilidade do governo é maior ainda.
Última quinta-feira, durante a reunião mais recente do Comitê Técnico Científico e de Atividades Especiais, convocada com o objetivo de traçar as estratégias cabíveis no combate à pandemia, o pleito dos empresários foi considerado mais uma vez. Sem outro remédio, no entanto, o toque de recolher continua vigente, nos mesmos termos das últimas semanas.
O setor tem, sim, razões de sobra para torcer pela superação das restrições o quanto antes. O risco de falência dos estabelecimentos, o desemprego dos trabalhadores, é preocupação legítima. Sem que o contágio caia para patamares aceitáveis, no entanto, o mais sensato é mesmo impor todos os limites possíveis às aglomerações. Convém mencionar, inclusive, que muitos dos proprietários de bares e restaurantes fizeram vistas grossas para o comportamento irresponsável de seus clientes.
Neste particular, o governo age com o devido bom senso. Não adianta tapar o sol com uma peneira. Espera-se que o coronavírus seja varrido do mapa de uma vez por todas, o quanto antes. Mas sem a vacinação em massa da população, a esperança fica cada vez mais tênue. Por enquanto, todo cuidado é pouco. A pandemia ainda é uma realidade difícil e muito dolorosa para tosos os sergipanos.

Não adianta brigar com os dados da realidade.  Enquanto o contágio pela covid-19 não arre fecer, a retomada da atividade comercial deverá permanecer submetida aos protocolos de segurança impostos pelo governo de Sergipe. A gritaria dos donos de bares e restaurantes é grande. Mas a responsabilidade do governo é maior ainda.
Última quinta-feira, durante a reunião mais recente do Comitê Técnico Científico e de Atividades Especiais, convocada com o objetivo de traçar as estratégias cabíveis no combate à pandemia, o pleito dos empresários foi considerado mais uma vez. Sem outro remédio, no entanto, o toque de recolher continua vigente, nos mesmos termos das últimas semanas.
O setor tem, sim, razões de sobra para torcer pela superação das restrições o quanto antes. O risco de falência dos estabelecimentos, o desemprego dos trabalhadores, é preocupação legítima. Sem que o contágio caia para patamares aceitáveis, no entanto, o mais sensato é mesmo impor todos os limites possíveis às aglomerações. Convém mencionar, inclusive, que muitos dos proprietários de bares e restaurantes fizeram vistas grossas para o comportamento irresponsável de seus clientes.
Neste particular, o governo age com o devido bom senso. Não adianta tapar o sol com uma peneira. Espera-se que o coronavírus seja varrido do mapa de uma vez por todas, o quanto antes. Mas sem a vacinação em massa da população, a esperança fica cada vez mais tênue. Por enquanto, todo cuidado é pouco. A pandemia ainda é uma realidade difícil e muito dolorosa para tosos os sergipanos.

 


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