Inquérito sobre queda de avião sem irregularidades

Geral


  • O acidente aéreo foi registrado na manhã do dia 06 de maio, em uma região de manguezal, no Bairro Atalaia, nas proximidades do aeroporto

 

No início da tarde de ontem a Superintendência da Polícia Federal, em Sergipe, informou que não foram encontradas irregularidades no inquérito policial que apurava as causas da queda de uma aeronave de pequeno porte, que provocou a morte do piloto, Adriano Leon. Essa constatação está diretamente atrelada apenas aos documentos que foram apurados por suas equipes. O acidente aéreo foi registrado na manhã do dia 06 de maio, em uma região de manguezal, no Bairro Atalaia, na Zona Sul de Aracaju, logo após o piloto ter levantado voo com destino ao município de Unaí, região noroeste de Minas Gerais. Esses dados foram encaminhados ao Ministério Público Federal (MPF). 
De forma paralela, as causas do acidente seguem sendo investigadas por peritos do Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa), os quais estiveram na capital sergipana para ouvir testemunhas, recolher amostras da aeronave, analisar os destroços e realizar imagens que devem compor o relatório final. Até o final da tarde de ontem não haviam sido confirmados os motivos que contribuíram para a queda do monomotor. Além da Polícia Federal e dos profissionais do Seripa, técnicos do Instituto Médico Legal (IML), Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), também atuaram desde a primeira confirmação do sinistro. 
Por quatro dias os agentes do Corpo de Bombeiros foram os responsáveis por procurar e localizar os restos mortais de Adriano Leon, enquanto exames de DNA promovidos pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), comprovaram a identidade do piloto. 

No início da tarde de ontem a Superintendência da Polícia Federal, em Sergipe, informou que não foram encontradas irregularidades no inquérito policial que apurava as causas da queda de uma aeronave de pequeno porte, que provocou a morte do piloto, Adriano Leon. Essa constatação está diretamente atrelada apenas aos documentos que foram apurados por suas equipes. O acidente aéreo foi registrado na manhã do dia 06 de maio, em uma região de manguezal, no Bairro Atalaia, na Zona Sul de Aracaju, logo após o piloto ter levantado voo com destino ao município de Unaí, região noroeste de Minas Gerais. Esses dados foram encaminhados ao Ministério Público Federal (MPF). 
De forma paralela, as causas do acidente seguem sendo investigadas por peritos do Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa), os quais estiveram na capital sergipana para ouvir testemunhas, recolher amostras da aeronave, analisar os destroços e realizar imagens que devem compor o relatório final. Até o final da tarde de ontem não haviam sido confirmados os motivos que contribuíram para a queda do monomotor. Além da Polícia Federal e dos profissionais do Seripa, técnicos do Instituto Médico Legal (IML), Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), também atuaram desde a primeira confirmação do sinistro. 
Por quatro dias os agentes do Corpo de Bombeiros foram os responsáveis por procurar e localizar os restos mortais de Adriano Leon, enquanto exames de DNA promovidos pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), comprovaram a identidade do piloto. 

 


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