Polícias fazem operação contra grupo que explodiu agências bancárias

Geral


  • Operação envolveu agentes das polícias Civil e Federal

 

Uma investigação con
junta das superinten
dências da Polícia Federal em Sergipe e na Bahia, com a Polícia Civil de Sergipe, desarticulou um grupo criminoso que explodiu, em novembro do ano passado, as agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil na cidade de Carira (Sertão). A Operação "MachineBuster" teve o objetivo de cumprir mandados de prisão temporária e busca e apreensão em Salvador e Jacobina (BA), e em Carira. Até a tarde de ontem, quatro suspeitos foram presos e um entrou morreu após entrar em confronto com as equipes policiais.
As investigações tiveram a troca de informações entre a Delegacia de Repressão a Crimes contra o Patrimônio (Delepat) e o Centro de Operações Policiais Especiais da Polícia Civil de Sergipe (Cope). O cumprimento dos mandados de prisão teve o apoio da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol) e de militares do 3º Batalhão e Companhia Integrada de Operações em Áreas de Caatinga, da Polícia Militar de Sergipe.
Segundo levantamento feito pelas polícias no dia do crime, a ocorrência durou cerca de 20 minutos. Após a explosão, os criminosos incendiaram dois veículos e fugiram no sentido Bahia, pelo Povoado Bonfim. Populares encontraram cartuchos de armamentos usados por eles. O modo como o crime foi praticado, inclusive, inspirou o nome da operação, "Machinebuster" (queimador de máquinas, em inglês), que ser refere aos caixas eletrônicos incendiados e destruídos na empreitada criminosa sob investigação.
Imediatamente após as explosões, a Polícia Federal e o Cope começaram a investigar as explosões nas agências da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil na cidade de Carira.
Homens fortemente armados invadiram a cidade, se posicionaram nas agências bancárias e realizaram as explosões. Imediatamente, equipes do 3º Batalhão da Polícia Militar e da Companhia Independente em Áreas de Caatinga (Ciopac) realizaram diligências na região e comunicaram à polícia da Bahia, já que os criminosos fugiram em direção à divisa baiana. A perícia também foi acionada e, junto com os investigadores, fez uma análise minuciosa do local do crime. O caso de Carira foi o único realizado contra agências bancárias em Sergipe em 2020.
A atribuição da Polícia Federal foi o de investigar o crime contra a Caixa Econômica Federal, empresa pública; enquanto a Polícia Civil levantou informações sobre a explosão no Banco do Brasil, sociedade de economia mista, ambas da administração pública indireta. Com a troca de informação e o trabalho em conjunto, a "MachineBuster" foi deflagrada com o objetivo de chegar a oito alvos, a maioria localizada em Salvador, na Bahia.
Os envolvidos podem responder pela prática de crimes de dano, tentativa de furto qualificado e associação criminosa, tipificados respectivamente nos artigos 163, 155, § 4º-A, c/c arts. 14, II e 288, do Código Penal Brasileiro.

Uma investigação con junta das superinten dências da Polícia Federal em Sergipe e na Bahia, com a Polícia Civil de Sergipe, desarticulou um grupo criminoso que explodiu, em novembro do ano passado, as agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil na cidade de Carira (Sertão). A Operação "MachineBuster" teve o objetivo de cumprir mandados de prisão temporária e busca e apreensão em Salvador e Jacobina (BA), e em Carira. Até a tarde de ontem, quatro suspeitos foram presos e um entrou morreu após entrar em confronto com as equipes policiais.
As investigações tiveram a troca de informações entre a Delegacia de Repressão a Crimes contra o Patrimônio (Delepat) e o Centro de Operações Policiais Especiais da Polícia Civil de Sergipe (Cope). O cumprimento dos mandados de prisão teve o apoio da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol) e de militares do 3º Batalhão e Companhia Integrada de Operações em Áreas de Caatinga, da Polícia Militar de Sergipe.
Segundo levantamento feito pelas polícias no dia do crime, a ocorrência durou cerca de 20 minutos. Após a explosão, os criminosos incendiaram dois veículos e fugiram no sentido Bahia, pelo Povoado Bonfim. Populares encontraram cartuchos de armamentos usados por eles. O modo como o crime foi praticado, inclusive, inspirou o nome da operação, "Machinebuster" (queimador de máquinas, em inglês), que ser refere aos caixas eletrônicos incendiados e destruídos na empreitada criminosa sob investigação.
Imediatamente após as explosões, a Polícia Federal e o Cope começaram a investigar as explosões nas agências da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil na cidade de Carira.
Homens fortemente armados invadiram a cidade, se posicionaram nas agências bancárias e realizaram as explosões. Imediatamente, equipes do 3º Batalhão da Polícia Militar e da Companhia Independente em Áreas de Caatinga (Ciopac) realizaram diligências na região e comunicaram à polícia da Bahia, já que os criminosos fugiram em direção à divisa baiana. A perícia também foi acionada e, junto com os investigadores, fez uma análise minuciosa do local do crime. O caso de Carira foi o único realizado contra agências bancárias em Sergipe em 2020.
A atribuição da Polícia Federal foi o de investigar o crime contra a Caixa Econômica Federal, empresa pública; enquanto a Polícia Civil levantou informações sobre a explosão no Banco do Brasil, sociedade de economia mista, ambas da administração pública indireta. Com a troca de informação e o trabalho em conjunto, a "MachineBuster" foi deflagrada com o objetivo de chegar a oito alvos, a maioria localizada em Salvador, na Bahia.
Os envolvidos podem responder pela prática de crimes de dano, tentativa de furto qualificado e associação criminosa, tipificados respectivamente nos artigos 163, 155, § 4º-A, c/c arts. 14, II e 288, do Código Penal Brasileiro.

 


COMPARTILHAR NAS REDES SOCIAIS