Inflação em Aracaju é maior para os mais pobres

Cidades

 

Análise realizada pelo 
Boletim Sergipe Eco-
nômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que, em maio deste ano, a capital sergipana teve inflação de 0,62%, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA. 
O objetivo desse índice é acompanhar a variação de preços de um conjunto de produtos e serviços consumidos pelas famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte. Para essa pesquisa foram comparados os preços coletados entre 30 de abril a 27 de maio de 2021 (referência) com os preços vigentes no período de 30 de março a 29 de abril de 2021 de 2021 (base). 
Registre-se ainda que o índice é calculado para a cidade de Aracaju e outras quinze capitais e regiões metropolitanas do país. 
Dentre os nove grupos de produtos e serviços que foram pesquisados para medir o comportamento dos preços, em Aracaju, quase todos assinalaram aumento de preços, no período analisado, com destaque para o grupo de Habitação, ao registrar inflação de 2,73%. Em seguida ficaram os grupos de Vestuário (+1,38%), Saúde e cuidados pessoais (+0,73%), Artigos de residência (+0,55%), Alimentação e Bebidas (+0,50%), Educação (+0,11%), Comunicação (+0,10%) e Despesas pessoais (+0,07%). 
Por outro lado, os preços do grupo de Transportes apresentaram variação negativa de 0,41% para o mesmo intervalo observado. 
Mais pobres - O IBGE também mensura, em Aracaju, a variação de preços da cesta de consumo de famílias com rendimento de 1 a 5 salários mínimos, sendo o chefe da família assalariado. 
Para esse público, a pesquisa é feita através do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou inflação de 0,76%, em maio de 2021. O intervalo de comparação é o mesmo do IPCA descrito acima.

Análise realizada pelo  Boletim Sergipe Eco- nômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que, em maio deste ano, a capital sergipana teve inflação de 0,62%, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA. 
O objetivo desse índice é acompanhar a variação de preços de um conjunto de produtos e serviços consumidos pelas famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte. Para essa pesquisa foram comparados os preços coletados entre 30 de abril a 27 de maio de 2021 (referência) com os preços vigentes no período de 30 de março a 29 de abril de 2021 de 2021 (base). 
Registre-se ainda que o índice é calculado para a cidade de Aracaju e outras quinze capitais e regiões metropolitanas do país. 
Dentre os nove grupos de produtos e serviços que foram pesquisados para medir o comportamento dos preços, em Aracaju, quase todos assinalaram aumento de preços, no período analisado, com destaque para o grupo de Habitação, ao registrar inflação de 2,73%. Em seguida ficaram os grupos de Vestuário (+1,38%), Saúde e cuidados pessoais (+0,73%), Artigos de residência (+0,55%), Alimentação e Bebidas (+0,50%), Educação (+0,11%), Comunicação (+0,10%) e Despesas pessoais (+0,07%). 
Por outro lado, os preços do grupo de Transportes apresentaram variação negativa de 0,41% para o mesmo intervalo observado. 

Mais pobres - O IBGE também mensura, em Aracaju, a variação de preços da cesta de consumo de famílias com rendimento de 1 a 5 salários mínimos, sendo o chefe da família assalariado. 
Para esse público, a pesquisa é feita através do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou inflação de 0,76%, em maio de 2021. O intervalo de comparação é o mesmo do IPCA descrito acima.

 


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