Inteligência Artificial na Saúde

Saumínio Nascimento

 

Repassarei adiante algumas infor
mações que foram divulgadas 
pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o uso da inteligência artificial na saúde. Segundo a OMS, a Inteligência Artificial é uma grande promessa para melhorar a prestação de cuidados de saúde e medicamentos em todo o mundo, mas apenas se a ética e os direitos humanos forem colocados no centro de seu design, implantação e uso, de acordo com as novas orientações da entidade que foram publicadas recentemente.
Neste sentido foi publicado o relatório Ética e governança da inteligência artificial para a saúde como resultado de 2 anos de consultas realizadas por um painel de especialistas internacionais indicados pela OMS.
Segundo o Presidente da OMS, Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, "a inteligência artificial possui um enorme potencial para melhorar a saúde de milhões de pessoas em todo o mundo, mas como toda tecnologia, também pode ser mal utilizada e causar danos", ainda segundo Dr. Tedros, "este novo relatório fornece um guia valioso para os países sobre como maximizar os benefícios da inteligência artificial, minimizando seus riscos e evitando suas armadilhas."
Conforme a OMS, a inteligência artificial pode ser, e em alguns países ricos já está sendo usada para melhorar a velocidade e a precisão do diagnóstico e da triagem de doenças; para auxiliar no atendimento clínico; fortalecer a pesquisa em saúde e o desenvolvimento de medicamentos e apoiar diversas intervenções de saúde pública, como vigilância de doenças, resposta a surtos e gestão de sistemas de saúde.
Além disso, a inteligência artificial também pode capacitar os pacientes a ter maior controle de seus próprios cuidados de saúde e compreender melhor suas necessidades em evolução. Também poderia permitir que países com poucos recursos e comunidades rurais, onde os pacientes muitas vezes têm acesso restrito a profissionais de saúde ou profissionais médicos, coloquem as lacunas no acesso aos serviços de saúde.
Para mim este ponto é bastante relevante que é o uso que devemos ter da inteligência artificial no nosso cotidiano de cuidados com a saúde, propiciando melhor qualidade de vida.  Sobre isso, sabe-se que existem diversas aplicativos para cuidar da saúde, na mesma lógica do que fazemos com outras atividades de nossas vidas, a exemplo de transações bancárias, compra de passagens, reservas de hotéis, comunicação com amigos, conferências, etc, tudo com os nossos smartphones. Existe no mercado várias startups e empresas de saúde apostando em aplicativos de fácil uso para conquistar pessoas na utilidade de seus cuidados com a saúde e tudo isso é inteligência artificial.
Mas toda cautela e cuidado é necessário, pois a OMS também adverte sobre  superestimar os benefícios da inteligência artificial para a saúde, especialmente quando isso ocorre às custas de investimentos e estratégias essenciais necessários para alcançar a cobertura universal de saúde. A instituição também aponta que as oportunidades estão vinculadas a desafios e riscos, incluindo coleta e uso antiético de dados de saúde; preconceitos codificados em algoritmos e riscos da inteligência artificial para a segurança do paciente, cibersegurança e meio ambiente.      
De acordo com o relatório da OMS, embora o investimento do setor público e privado no desenvolvimento e implantação da inteligência artificial seja fundamental, o uso não regulamentado da mesma poderia subordinar os direitos e interesses dos pacientes e das comunidades aos poderosos interesses comerciais de empresas de tecnologia ou aos interesses dos governos em vigilância e controle social.
A OMS alerta que os sistemas de inteligência artificial devem, portanto, ser cuidadosamente projetados para refletir a diversidade de ambientes socioeconômicos e de saúde. Eles devem ser acompanhados por treinamento em habilidades digitais, envolvimento da comunidade e conscientização, especialmente para milhões de profissionais de saúde que precisarão de alfabetização digital ou retreinamento se suas funções forem automatizadas, e que devem lidar com máquinas que podem desafiar a decisão. tomada e autonomia de provedores e pacientes.
No uso da inteligência artificial em saúde, a OMS recomenda a adoção de alguns princípios a saber: proteção da autonomia humana, promoção do bem estar e da segurança humana, transparência, responsabilidade e prestação de contas, garantia da inclusão e equidade e sustentabilidade.
Com os devidos princípios éticos entende-se que o uso da inteligência artificial na saúde será fundamental para evoluirmos na nossa longevidade com qualidade de vida, sem nunca deixar de reconhecer que as decisões dos profissionais de saúde devem sempre ser respeitadas e serem as nossas principais bases de tomada de decisão nos cuidados com nossa saúde.

Repassarei adiante algumas infor mações que foram divulgadas  pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o uso da inteligência artificial na saúde. Segundo a OMS, a Inteligência Artificial é uma grande promessa para melhorar a prestação de cuidados de saúde e medicamentos em todo o mundo, mas apenas se a ética e os direitos humanos forem colocados no centro de seu design, implantação e uso, de acordo com as novas orientações da entidade que foram publicadas recentemente.
Neste sentido foi publicado o relatório Ética e governança da inteligência artificial para a saúde como resultado de 2 anos de consultas realizadas por um painel de especialistas internacionais indicados pela OMS.
Segundo o Presidente da OMS, Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, "a inteligência artificial possui um enorme potencial para melhorar a saúde de milhões de pessoas em todo o mundo, mas como toda tecnologia, também pode ser mal utilizada e causar danos", ainda segundo Dr. Tedros, "este novo relatório fornece um guia valioso para os países sobre como maximizar os benefícios da inteligência artificial, minimizando seus riscos e evitando suas armadilhas."
Conforme a OMS, a inteligência artificial pode ser, e em alguns países ricos já está sendo usada para melhorar a velocidade e a precisão do diagnóstico e da triagem de doenças; para auxiliar no atendimento clínico; fortalecer a pesquisa em saúde e o desenvolvimento de medicamentos e apoiar diversas intervenções de saúde pública, como vigilância de doenças, resposta a surtos e gestão de sistemas de saúde.
Além disso, a inteligência artificial também pode capacitar os pacientes a ter maior controle de seus próprios cuidados de saúde e compreender melhor suas necessidades em evolução. Também poderia permitir que países com poucos recursos e comunidades rurais, onde os pacientes muitas vezes têm acesso restrito a profissionais de saúde ou profissionais médicos, coloquem as lacunas no acesso aos serviços de saúde.
Para mim este ponto é bastante relevante que é o uso que devemos ter da inteligência artificial no nosso cotidiano de cuidados com a saúde, propiciando melhor qualidade de vida.  Sobre isso, sabe-se que existem diversas aplicativos para cuidar da saúde, na mesma lógica do que fazemos com outras atividades de nossas vidas, a exemplo de transações bancárias, compra de passagens, reservas de hotéis, comunicação com amigos, conferências, etc, tudo com os nossos smartphones. Existe no mercado várias startups e empresas de saúde apostando em aplicativos de fácil uso para conquistar pessoas na utilidade de seus cuidados com a saúde e tudo isso é inteligência artificial.
Mas toda cautela e cuidado é necessário, pois a OMS também adverte sobre  superestimar os benefícios da inteligência artificial para a saúde, especialmente quando isso ocorre às custas de investimentos e estratégias essenciais necessários para alcançar a cobertura universal de saúde. A instituição também aponta que as oportunidades estão vinculadas a desafios e riscos, incluindo coleta e uso antiético de dados de saúde; preconceitos codificados em algoritmos e riscos da inteligência artificial para a segurança do paciente, cibersegurança e meio ambiente.      
De acordo com o relatório da OMS, embora o investimento do setor público e privado no desenvolvimento e implantação da inteligência artificial seja fundamental, o uso não regulamentado da mesma poderia subordinar os direitos e interesses dos pacientes e das comunidades aos poderosos interesses comerciais de empresas de tecnologia ou aos interesses dos governos em vigilância e controle social.
A OMS alerta que os sistemas de inteligência artificial devem, portanto, ser cuidadosamente projetados para refletir a diversidade de ambientes socioeconômicos e de saúde. Eles devem ser acompanhados por treinamento em habilidades digitais, envolvimento da comunidade e conscientização, especialmente para milhões de profissionais de saúde que precisarão de alfabetização digital ou retreinamento se suas funções forem automatizadas, e que devem lidar com máquinas que podem desafiar a decisão. tomada e autonomia de provedores e pacientes.
No uso da inteligência artificial em saúde, a OMS recomenda a adoção de alguns princípios a saber: proteção da autonomia humana, promoção do bem estar e da segurança humana, transparência, responsabilidade e prestação de contas, garantia da inclusão e equidade e sustentabilidade.
Com os devidos princípios éticos entende-se que o uso da inteligência artificial na saúde será fundamental para evoluirmos na nossa longevidade com qualidade de vida, sem nunca deixar de reconhecer que as decisões dos profissionais de saúde devem sempre ser respeitadas e serem as nossas principais bases de tomada de decisão nos cuidados com nossa saúde.

 


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