Igor Brasil lança 'Dialeto sonoro'

Geral


  • Primeiro disco solo de guitarrista sergipano será lançado hoje

 

Com longa carreira 
acompanhando di
versos artistas, o guitarrista sergipano Igor Brasil lança Dialeto Sonoro, seu primeiro álbum solo, com homenagens a música brasileira e seus compositores. Autoral, esse trabalho reúne temas compostos ao longo de 15 anos e que ficaram guardadas para esse momento. A partir do dia 8 de outubro, o disco estará em todas as plataformas digitais.
Para Igor, "Fazer um disco solo era um plano em minha cabeça faz muitos anos, na verdade era um sonho que eu estava ansioso por realizar. No entanto, ainda não me sentia preparado para dar este passo, na verdade ainda não me sinto, mas a música forçou este momento, pois tenho composto tantas músicas ao longo dos anos e deixa-las escondidas dentro de meu computador, não faz muito sentido."
Na pandemia, Igor, que residia em São Paulo, volta a morar em sua cidade natal, Aracaju e nesse processo de reencontro com o Nordeste, com suas raízes, sentiu que era o momento de dar prosseguimento a esse sonho. 
"Recanto dos Pássaros" foi composta após um show do "Toninho Horta". "Hermética" e "Forró do Candeeiro", foram inspiradas em Hermeto Pascoal. "Lamento" é uma homenagem a Dominguinhos e Gilberto Gil. "Baião em Howth" dialoga com a guitarra do mestre Heraldo do Monte. E as outras músicas, embora talvez não mostrem de forma aparente, se relacionam e trazem elementos presentes nas obras de outros maravilhosos mestres como Pixinguinha, Tom Jobim, Egberto Gismonti, Hélio Delmiro, Baden Powell, Pat Metheny e John Scofield. 
"Bossa pro Bonfá", inspirada na obra de Luis Bonfá e "Cafezinho", composta para o grupo de música instrumental sergipano "Café Pequeno" são as músicas mais antigas do disco.
Além de Igor Brasil (guitarra e violão), o disco conta com os músicos Gustavo Boni (baixo acústico), Guegué Medeiros (bateria), Salomão Soares (piano), Gabriela Machado (flauta em "Tia Cássia" e "Terra dos Desvalidos" ), Felipe Aires (trompete em "Bossa do Nino"), Jota P (saxofone soprano em "Cafezinho"; e flauta em "Forró do Candeeiro" e "Hermética"). 
O disco foi produzido e gravado de uma forma não muito usual para a música instrumental. Primeiramente, com as partituras, o trio em São Paulo gravou as bases imaginando a melodia das faixas e os espaços onde estaria a guitarra. Depois, com as bases prontas, Igor gravou as guitarras e violões em Aracaju. E em seguida, as participações de flauta, sax e piano, também foram captadas na capital paulista. 
Com produção, direção artística e musical de Igor Brasil, o álbum foi editado, mixado e masterizado por Alexandre Piccini, tem a Arte Gra?fica de Faria de Conti, tem o patrocínio da Funcaju, através da Lei Aldir Blanc.

Com longa carreira  acompanhando di versos artistas, o guitarrista sergipano Igor Brasil lança Dialeto Sonoro, seu primeiro álbum solo, com homenagens a música brasileira e seus compositores. Autoral, esse trabalho reúne temas compostos ao longo de 15 anos e que ficaram guardadas para esse momento. A partir do dia 8 de outubro, o disco estará em todas as plataformas digitais.
Para Igor, "Fazer um disco solo era um plano em minha cabeça faz muitos anos, na verdade era um sonho que eu estava ansioso por realizar. No entanto, ainda não me sentia preparado para dar este passo, na verdade ainda não me sinto, mas a música forçou este momento, pois tenho composto tantas músicas ao longo dos anos e deixa-las escondidas dentro de meu computador, não faz muito sentido."
Na pandemia, Igor, que residia em São Paulo, volta a morar em sua cidade natal, Aracaju e nesse processo de reencontro com o Nordeste, com suas raízes, sentiu que era o momento de dar prosseguimento a esse sonho. 
"Recanto dos Pássaros" foi composta após um show do "Toninho Horta". "Hermética" e "Forró do Candeeiro", foram inspiradas em Hermeto Pascoal. "Lamento" é uma homenagem a Dominguinhos e Gilberto Gil. "Baião em Howth" dialoga com a guitarra do mestre Heraldo do Monte. E as outras músicas, embora talvez não mostrem de forma aparente, se relacionam e trazem elementos presentes nas obras de outros maravilhosos mestres como Pixinguinha, Tom Jobim, Egberto Gismonti, Hélio Delmiro, Baden Powell, Pat Metheny e John Scofield. 
"Bossa pro Bonfá", inspirada na obra de Luis Bonfá e "Cafezinho", composta para o grupo de música instrumental sergipano "Café Pequeno" são as músicas mais antigas do disco.
Além de Igor Brasil (guitarra e violão), o disco conta com os músicos Gustavo Boni (baixo acústico), Guegué Medeiros (bateria), Salomão Soares (piano), Gabriela Machado (flauta em "Tia Cássia" e "Terra dos Desvalidos" ), Felipe Aires (trompete em "Bossa do Nino"), Jota P (saxofone soprano em "Cafezinho"; e flauta em "Forró do Candeeiro" e "Hermética"). 
O disco foi produzido e gravado de uma forma não muito usual para a música instrumental. Primeiramente, com as partituras, o trio em São Paulo gravou as bases imaginando a melodia das faixas e os espaços onde estaria a guitarra. Depois, com as bases prontas, Igor gravou as guitarras e violões em Aracaju. E em seguida, as participações de flauta, sax e piano, também foram captadas na capital paulista. 
Com produção, direção artística e musical de Igor Brasil, o álbum foi editado, mixado e masterizado por Alexandre Piccini, tem a Arte Gra?fica de Faria de Conti, tem o patrocínio da Funcaju, através da Lei Aldir Blanc.

 


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