Puxada pelo grupo Transportes e Habitação, inflação em Aracaju chegou a 1,03%, em setembro

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Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que, em setembro deste ano, a capital sergipana teve inflação de 1,19%, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA. 
O objetivo desse índice é acompanhar a variação de preços de um conjunto de produtos e serviços consumidos pelas famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte. Para essa pesquisa foram comparados os preços coletados entre 28 de agosto a 28 de setembro de 2021 (referência) com os preços vigentes no período de 29 de julho a 27 de agosto de 2021 (base). 
Registre-se ainda que o índice é calculado para a cidade de Aracaju e outras quinze capitais e regiões metropolitanas do país. 
Dentre os nove grupos de produtos e serviços que foram pesquisados para medir o comportamento dos preços, em Aracaju, apenas um apresentou variação negativa de preços no período analisado, o grupo de Artigos de residência (-0,02%). 
Por outro lado, dos oito grupos que assinalaram aumento de preços para o mesmo intervalo, destacou-se o grupo de Transportes, ao registrar inflação de 2,48%. Em seguida ficaram os grupos de Habitação (+2,25%), Alimentação e Bebidas (+1,07%), Vestuário (+0,92%), Saúde e cuidados pessoais (+0,64%), Despesas pessoais (+0,32%), Comunicação (+0,25%) e Educação (+0,01%). 
O IBGE também mensura, em Aracaju, a variação de preços da cesta de consumo de famílias com rendimento de 1 a 5 salários mínimos, sendo o chefe da família assalariado. 
Para esse público, a pesquisa é feita através do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou inflação de 1,03%, em setembro de 2021. O intervalo de comparação é o mesmo do IPCA descrito acima. 
Brasil - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de setembro chegou a 1,16%. O índice, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é o maior para o mês de setembro desde 1994. Naquele mês, o índice marcou 1,53%. O IPCA ficou 0,29 ponto percentual acima da taxa registrada em agosto, que foi de 0,87%. Em 12 meses, o índice está em 10,25%, acima dos 9,68% registrados nos 12 meses anteriores. Este ano, o índice, que é a inflação oficial no país, acumula uma alta de 6,90%.
O percentual de setembro foi puxado pelos grupos habitação, com alta de 2,56% (0,41 ponto percentual) e transporte, 1,82% (0,38 ponto percentual). Segundo a análise do IBGE, o reajuste da tarifa de energia elétrica (6,47%) puxou a alta em habitação. Em relação aos transportes, o resultado foi causado pelos aumentos nos preços dos combustíveis (2,43%).
O IPCA é medido em 15 capitais brasileiras e o Distrito Federal para famílias com renda de um a 40 salários-mínimos.
O índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de setembro subiu 1,20%, registrando 0,32 ponto percentual acima do mês de agosto (0,88%). Assim como o IPCA, o INPC deste mês foi o maior para setembro desde 1994, quando ficou em 1,40%. O INPC registra a inflação para famílias de um a cinco salários mínimos.

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que, em setembro deste ano, a capital sergipana teve inflação de 1,19%, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA. 
O objetivo desse índice é acompanhar a variação de preços de um conjunto de produtos e serviços consumidos pelas famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte. Para essa pesquisa foram comparados os preços coletados entre 28 de agosto a 28 de setembro de 2021 (referência) com os preços vigentes no período de 29 de julho a 27 de agosto de 2021 (base). 
Registre-se ainda que o índice é calculado para a cidade de Aracaju e outras quinze capitais e regiões metropolitanas do país. 
Dentre os nove grupos de produtos e serviços que foram pesquisados para medir o comportamento dos preços, em Aracaju, apenas um apresentou variação negativa de preços no período analisado, o grupo de Artigos de residência (-0,02%). 
Por outro lado, dos oito grupos que assinalaram aumento de preços para o mesmo intervalo, destacou-se o grupo de Transportes, ao registrar inflação de 2,48%. Em seguida ficaram os grupos de Habitação (+2,25%), Alimentação e Bebidas (+1,07%), Vestuário (+0,92%), Saúde e cuidados pessoais (+0,64%), Despesas pessoais (+0,32%), Comunicação (+0,25%) e Educação (+0,01%). 
O IBGE também mensura, em Aracaju, a variação de preços da cesta de consumo de famílias com rendimento de 1 a 5 salários mínimos, sendo o chefe da família assalariado. 
Para esse público, a pesquisa é feita através do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou inflação de 1,03%, em setembro de 2021. O intervalo de comparação é o mesmo do IPCA descrito acima. 

Brasil - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de setembro chegou a 1,16%. O índice, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é o maior para o mês de setembro desde 1994. Naquele mês, o índice marcou 1,53%. O IPCA ficou 0,29 ponto percentual acima da taxa registrada em agosto, que foi de 0,87%. Em 12 meses, o índice está em 10,25%, acima dos 9,68% registrados nos 12 meses anteriores. Este ano, o índice, que é a inflação oficial no país, acumula uma alta de 6,90%.
O percentual de setembro foi puxado pelos grupos habitação, com alta de 2,56% (0,41 ponto percentual) e transporte, 1,82% (0,38 ponto percentual). Segundo a análise do IBGE, o reajuste da tarifa de energia elétrica (6,47%) puxou a alta em habitação. Em relação aos transportes, o resultado foi causado pelos aumentos nos preços dos combustíveis (2,43%).
O IPCA é medido em 15 capitais brasileiras e o Distrito Federal para famílias com renda de um a 40 salários-mínimos.
O índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de setembro subiu 1,20%, registrando 0,32 ponto percentual acima do mês de agosto (0,88%). Assim como o IPCA, o INPC deste mês foi o maior para setembro desde 1994, quando ficou em 1,40%. O INPC registra a inflação para famílias de um a cinco salários mínimos.

 


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