Brasil registra 600.425 mortes por covid-19

Geral


 

O boletim epidemio
lógico divulgado 
pelo Ministério da Saúde na tarde de ontem (8) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 615 novas mortes em decorrência de covid-19. Com isso, o país chegou a 600.425 mortes durante a pandemia.
O levantamento mostra que 18.172 novos casos da doença foram registrados no sistema de monitoramento do Ministério da Saúde. No total, o país registrou até o momento 21.550.730 casos de infecção pelo novo coronavírus. O informativo também traz os dados sobre óbitos em decorrência de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que somam 3.127 casos e que estão sob investigação de órgãos competentes.
O país tem 285.032 casos ativos de covid-19 em monitoramento. O número diz respeito a casos diagnosticados que estão sob supervisão médica ou em isolamento.
O número de recuperados também atingiu um nível inédito. São 20.665.273 casos, o que corresponde a 95,9% do total de infectados.
Segundo mostra o painel nacional de vacinação, 246.835.990 doses de imunizantes ofertados pelo SUS já foram aplicadas. Destas, 149,21 milhões são relativas à primeira dose do ciclo vacinal, enquanto 97,62 milhões são referentes à segunda dose ou dose única. Já foram distribuídas para os estados 301 milhões de doses de vacina contra a covid-19.
2022 - O Ministério da Saúde afirmou nesta sexta-feira (8) que seu planejamento para 2022 prevê o investimento de R$ 11 bilhões para a campanha de vacinação contra a Covid-19. Pela primeira vez, os gestores da pasta explicaram alguns dos detalhes já conhecidos da próxima rodada de vacinação.
De acordo com o governo, após reunião e debates com especialistas, já está previsto para o próximo ano: Uma dose para pessoas de 18 a 60 anos; Duas doses para pessoas com mais de 60 anos e imunossuprimidos; Vacinação por faixa etária decrescente, e não por grupo de risco; Vacinação seis meses após a imunização completa em 2021 ou dose de reforço; Duas doses para novos públicos, se houver ampliação (crianças e adolescentes); Vacinação heteróloga: cada vacinado recebe imunizante diferente do aplicado no ano anterior; Ao todo, devem ser necessárias 340 milhões de doses; Utilização apenas de vacinas com registro definitivo pela Anvisa, o que exclui atualmente a CoronaVac. (Das agências)

O boletim epidemio lógico divulgado  pelo Ministério da Saúde na tarde de ontem (8) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 615 novas mortes em decorrência de covid-19. Com isso, o país chegou a 600.425 mortes durante a pandemia.
O levantamento mostra que 18.172 novos casos da doença foram registrados no sistema de monitoramento do Ministério da Saúde. No total, o país registrou até o momento 21.550.730 casos de infecção pelo novo coronavírus. O informativo também traz os dados sobre óbitos em decorrência de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que somam 3.127 casos e que estão sob investigação de órgãos competentes.
O país tem 285.032 casos ativos de covid-19 em monitoramento. O número diz respeito a casos diagnosticados que estão sob supervisão médica ou em isolamento.
O número de recuperados também atingiu um nível inédito. São 20.665.273 casos, o que corresponde a 95,9% do total de infectados.
Segundo mostra o painel nacional de vacinação, 246.835.990 doses de imunizantes ofertados pelo SUS já foram aplicadas. Destas, 149,21 milhões são relativas à primeira dose do ciclo vacinal, enquanto 97,62 milhões são referentes à segunda dose ou dose única. Já foram distribuídas para os estados 301 milhões de doses de vacina contra a covid-19.

2022 - O Ministério da Saúde afirmou nesta sexta-feira (8) que seu planejamento para 2022 prevê o investimento de R$ 11 bilhões para a campanha de vacinação contra a Covid-19. Pela primeira vez, os gestores da pasta explicaram alguns dos detalhes já conhecidos da próxima rodada de vacinação.
De acordo com o governo, após reunião e debates com especialistas, já está previsto para o próximo ano: Uma dose para pessoas de 18 a 60 anos; Duas doses para pessoas com mais de 60 anos e imunossuprimidos; Vacinação por faixa etária decrescente, e não por grupo de risco; Vacinação seis meses após a imunização completa em 2021 ou dose de reforço; Duas doses para novos públicos, se houver ampliação (crianças e adolescentes); Vacinação heteróloga: cada vacinado recebe imunizante diferente do aplicado no ano anterior; Ao todo, devem ser necessárias 340 milhões de doses; Utilização apenas de vacinas com registro definitivo pela Anvisa, o que exclui atualmente a CoronaVac. (Das agências)

 


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