Novo viaduto da Beira Mar já está aberto ao trânsito

Estrutura entregue pelo governo estadual é a primeira etapa do chamado Complexo Viário Senadora Maria do Carmo Alves (César de Oliveira/Secom)
Foi aberta ao trânsito a primeira etapa do Complexo Viário Senadora Maria do Carmo Alves, em Aracaju, com a liberação do viaduto localizado na interseção das avenidas Beira Mar e Tancredo Neves. Com 180 metros de extensão, o viaduto é a primeira etapa operacional do complexo, considerado uma das maiores obras de infraestrutura urbana em andamento no estado.
Com investimento superior a R$ 345 milhões, o Complexo Viário Senadora Maria do Carmo Alves contempla um conjunto de intervenções estruturantes voltadas à modernização da mobilidade urbana em Aracaju. Entre elas estão a construção de uma ponte estaiada sobre o Rio Poxim, ciclopassarela, anéis viários, contornos, ciclovias, obras de drenagem, urbanização e requalificação viária, totalizando mais de 4,8 quilômetros de intervenções urbanas.
O secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano e Infraestrutura, Luiz Roberto Dantas, ressaltou que a entrega desta primeira etapa já proporciona melhorias imediatas na circulação viária da região sul da capital e reforçou que as demais fases da obra seguem em andamento, em paralelo ao funcionamento do viaduto. “Entregamos o viaduto para liberar o trânsito na avenida Beira Mar, mas os demais serviços do Complexo acontecem paralelamente, tanto nos acessos quanto na ponte estaiada. As próximas etapas seguem dentro do cronograma e vão facilitar cada vez mais a mobilidade na nossa capital”, destacou.
As próximas etapas seguem em execução conforme o cronograma estabelecido pelo Governo do Estado. A previsão é de entrega dos anéis viários e contornos em outubro de 2026, da ciclopassarela em dezembro do mesmo ano e da conclusão total do complexo em setembro de 2027.
Representando a Constran Internacional Construções S/A, empresa responsável pela obra, Francisco Brandolis enfatizou o trabalho técnico realizado ao longo da execução do projeto e a relevância da obra para a engenharia urbana sergipana. “Com a conclusão dessa etapa, o trânsito na região vai fluir. Isso permite que a gente concentre, agora, as atividades nas alças, na ciclopassarela e na ponte, que já estão em andamento, para a conclusão de todo o complexo no próximo ano”, declarou.
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