O trabalho que
vem antes da fama
Considerada um celeiro da música sertaneja, Goiânia atrai artistas anônimos de todo o Brasil que querem tentar a sorte no mundo do show business, inspirados em nomes que se despontaram a partir da cidade, como Jorge e Mateus, Bruno e Marrone, Leandro e Leonardo e Zezé Di Camargo e Luciano. Enquanto a fama não vem, essas pessoas precisam ganhar a vida e ocupam os mais diversos cargos em empresas revelando seus talentos para seus colegas entre um intervalo e outro no trabalho. Um deles é o técnico de segurança do trabalho da Toctao Engenharia, Diogo Freitas, 29 anos, que saiu da cidade de Corrente, no interior do Piauí, em 2012, em busca de mais oportunidades para mostrar sua vocação musical em Goiânia.
Enquanto o sonho não se realiza, ele ganha seu sustento na construção civil, mas sem desistir de sua jornada ao sucesso. "Goiás é o estado onde encontramos grandes cantores que são inspiração para mim, como Zé Neto e Cristiano e Henrique e Juliano. Apesar de ser difícil ganhar esse espaço, eu nunca desisti de cantar profissionalmente", disse Diogo, que sempre cantou pelas cidades por onde passou. "Eu nasci em Goiânia, mas ainda criança mudei com minha família para Uberlândia, depois para o Maranhão e o Piauí, até retornar para Goiás em busca do meu sonho de cantar", completa.
Outro que também se aventura com a música é o encarregado de carpintaria e ferragem José Adriano Sousa (foto). Porém, ele toca violão e canta com apenas um objetivo: animar as pessoas e vê-las comemorando felizes. "Eu costumo tocar apenas para colegas e familiares. Nunca tive o sonho de ser um cantor profissional, mas de ver as pessoas alegres quando eu canto", disse o pernambucano que trabalha em um canteiro de obras da Brasal Incorporações.
Considerada um celeiro da música sertaneja, Goiânia atrai artistas anônimos de todo o Brasil que querem tentar a sorte no mundo do show business, inspirados em nomes que se despontaram a partir da cidade, como Jorge e Mateus, Bruno e Marrone, Leandro e Leonardo e Zezé Di Camargo e Luciano. Enquanto a fama não vem, essas pessoas precisam ganhar a vida e ocupam os mais diversos cargos em empresas revelando seus talentos para seus colegas entre um intervalo e outro no trabalho. Um deles é o técnico de segurança do trabalho da Toctao Engenharia, Diogo Freitas, 29 anos, que saiu da cidade de Corrente, no interior do Piauí, em 2012, em busca de mais oportunidades para mostrar sua vocação musical em Goiânia.
Enquanto o sonho não se realiza, ele ganha seu sustento na construção civil, mas sem desistir de sua jornada ao sucesso. "Goiás é o estado onde encontramos grandes cantores que são inspiração para mim, como Zé Neto e Cristiano e Henrique e Juliano. Apesar de ser difícil ganhar esse espaço, eu nunca desisti de cantar profissionalmente", disse Diogo, que sempre cantou pelas cidades por onde passou. "Eu nasci em Goiânia, mas ainda criança mudei com minha família para Uberlândia, depois para o Maranhão e o Piauí, até retornar para Goiás em busca do meu sonho de cantar", completa.
Outro que também se aventura com a música é o encarregado de carpintaria e ferragem José Adriano Sousa (foto). Porém, ele toca violão e canta com apenas um objetivo: animar as pessoas e vê-las comemorando felizes. "Eu costumo tocar apenas para colegas e familiares. Nunca tive o sonho de ser um cantor profissional, mas de ver as pessoas alegres quando eu canto", disse o pernambucano que trabalha em um canteiro de obras da Brasal Incorporações.