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A GERINGONÇA DE LULA SUPERA O ESPERADO E ENTERRA O GOLPISMO


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Publicado em 04 de agosto de 2022
Por Jornal Do Dia Se


Rômulo Rodrigues

A pesquisa Datafolha da semana passada indica que o próximo 2 de outubro será a data da travessia do Rio Rubicão para o ex-presidente Lula e sua caravana para reconstruir o Brasil.
As últimas pás de cal para soterrar os egressos dos sepulcros caiados já estão delineadas nas adesões dos partidos União Brasil e Avante, havendo sinais da chegada de grandes contingentes que estão largando o andor de Ciro e o deixando com a inglória missão de pregar no deserto, cada vez mais solitário; cego, surdo e muito falante.
Afora os resultados do Datafolha medidores diários nos municípios brasileiros, os vários Datas Toalhas espalhados por praças, ruas e esquinas de mercados frequentados pelos manifestos eleitores.
Se o Datafolha auferiu números como: 47% para Lula; 29% para ele; 8% para o teimoso e desbocado e a margem de erro para os sem noções; o famoso e preciso Datatoalha, já reduziu a disputa entre apenas dois candidatos, o da reconstrução vencendo numa proporção de 4 para 1, o que significa 80% para 20%.
E ai, não tem Steve Bannon, Carluxo, Ed Bananinha e demais membros das milícias civis e militares que revertam.
O estoque de trapaças cujo ponto culminante foi a facada que não fez jorrar sangue em 6 de setembro de 2018, já está reconhecidamente em estado de inanição, dessa vez sob os olhares e ouvidos atentos do Tribunal Superior Eleitoral, que emergiu, qual o monstro da lagoa, vencendo o medo de Villas Boas, Augusto Heleno, Hamilton Mourão, Braga Neto e sei lá o que Ramos; todos ansiosos para baterem continências à bandeira americana, mas foram freados pelo secretário de defesa de lá, que trouxe ordens do claudicante Joe Biden de que já tem enrascada demais para estar bancando golpista de segunda classe.
O império americano força a aparência de ser uma sólida democracia dominante, não porque a pratique interna e externamente.
No momento, faz de sua narrativa a verdade pela opinião publicada e, com ela, já muito desgastada na guerra da Ucrânia, se volta para ir cutucar um tigre com vara curta, se metendo na relação entre China e Taiwan.
Os americanos dominam nosso mundo ocidental, não só pelo conhecimento; mas porque impõe sua narrativa a governos subalternos e fracos.
Tudo indica que o próximo ataque invasor será em Uganda, na África, onde foram descobertas as maiores jazidas de Ouro do mundo e eles se preparam para o assalto.
A águia já dá sinais de que vai iniciar sua ofensiva para que o País adote a democracia, contando que será fácil angariar a simpatia dos brasileiros descerebrados.
É só mandar para lá equipes do partido midiático para elencar as contradições locais e instalar o caos, se apoderar do Ouro, como fez no Iraque, e vender suas verdades a quem está sempre disposto a comprar.
As manchetes e notícias do momento dão conta do assassinato do substituto de Bin Laden, tratado pelo noticiário global como terrorista, sem nenhuma contra informação do que realmente representa o líder religioso morto na varanda de sua casa.
No Brasil, onde as ameaças ao regime democrático prosperam; o partido midiático não trata como terroristas os que realmente tocam o terror todos os dias, o dia todo, cujos mais afoitos são o presidente da República que gosta de ser chamado de capitão e o general que gosta de ser fotografado com uma boina estilo miliciano e ocupa o cargo de ministro da defesa, ninguém sabe de quem; tendo como pauta única querer enquadrar os tribunais superiores para ser o mesário de todas as secções eleitorais do País.
Uma pergunta que não quer calar; como pode uma força militar incapaz de fiscalizar um avião presidencial que transportou 39 kg de cocaína para a Europa, fiscalizar as eleições de um País continental como o Brasil?
No andar da carruagem terrorista vem a velha ideia de fazer do 7 de setembro um novo confronto com as instituições civis para proclamarem que são os donos da pátria, deixando a brecha para que em breve se acabe com a palhaçada de comemorar a independência com paradas militares.
Dando um banho de civilidade nessa corja, o ex-presidente Lula vai, cada vez mais, fortalecendo sua imagem de estadista pelo mundo e incorporando ao projeto de reconstrução do País, partidos divergentes como o Avante e União Brasil para a sua vitoriosa geringonça e tanger de relho os lesa-pátria.

Rômulo Rodrigues, sindicalista aposentado, é militante político.

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