Os desafios de uma
pandemia: Contos de pessoas
em situação de rua vira livro
Foram tempos tortuosos para todo mundo, inclusive para as pessoas em situação de rua. As incertezas, dores, percas, entre outras situações que mal podemos imaginar serviram de inspiração para dezenas de participantes expressarem tudo que sentiram em versos, prozas, contos, poemas e relatos para os representantes da Arsenal da Esperança, instituição que acolhe pessoas em situação de vulnerabilidade na Cidade de São paulo desde 1996.
Entre as atividades oferecidas pela instituição, também há o estimulo para o desenvolvimento de habilidades e imersão na cultura destas pessoas, por isso, anualmente a Arsenal da Esperança promove um concurso literário para seus beneficiários. E neste ano o tema foi os desafios enfrentados por eles durante a pandemia. "São necessários mil gestos de acolhimento para ajudar uma pessoa não apenas a ficar novamente em pé, mas também para fazer que seus talentos possam reaparecer, para que ela possa lutar e brilhar em benefício de toda a sociedade" comenta o padre Simone Bernardi, missionário da Fraternidade da Esperança – SERMIG.
Em maio deste ano as inscrições foram abertas e a aderência ao concurso foi incrível. Dezenas de pessoas se inscreveram e a Arsenal recebeu mais de 68 textos que concorreram no projeto. Entre os três primeiros estão Ezequias Ferreira Machado que em forma de poema nos mostrou a Fragilidade de todas as vidas, sem exceção; Leandro Alcântara, que em uma crônica cotidiana, aborda o contágio do amor que a doença trouxe à tona; e por fim, Walter Teles, que em versos retratou a dor de quem vive na rua e se vê diante da vulnerabilidade. São histórias, vividas e sentidas por pessoas que não tiveram refúgio, que viveram este período de um modo que poucos podem imaginar.
Foram tempos tortuosos para todo mundo, inclusive para as pessoas em situação de rua. As incertezas, dores, percas, entre outras situações que mal podemos imaginar serviram de inspiração para dezenas de participantes expressarem tudo que sentiram em versos, prozas, contos, poemas e relatos para os representantes da Arsenal da Esperança, instituição que acolhe pessoas em situação de vulnerabilidade na Cidade de São paulo desde 1996.
Entre as atividades oferecidas pela instituição, também há o estimulo para o desenvolvimento de habilidades e imersão na cultura destas pessoas, por isso, anualmente a Arsenal da Esperança promove um concurso literário para seus beneficiários. E neste ano o tema foi os desafios enfrentados por eles durante a pandemia. "São necessários mil gestos de acolhimento para ajudar uma pessoa não apenas a ficar novamente em pé, mas também para fazer que seus talentos possam reaparecer, para que ela possa lutar e brilhar em benefício de toda a sociedade" comenta o padre Simone Bernardi, missionário da Fraternidade da Esperança – SERMIG.
Em maio deste ano as inscrições foram abertas e a aderência ao concurso foi incrível. Dezenas de pessoas se inscreveram e a Arsenal recebeu mais de 68 textos que concorreram no projeto. Entre os três primeiros estão Ezequias Ferreira Machado que em forma de poema nos mostrou a Fragilidade de todas as vidas, sem exceção; Leandro Alcântara, que em uma crônica cotidiana, aborda o contágio do amor que a doença trouxe à tona; e por fim, Walter Teles, que em versos retratou a dor de quem vive na rua e se vê diante da vulnerabilidade. São histórias, vividas e sentidas por pessoas que não tiveram refúgio, que viveram este período de um modo que poucos podem imaginar.